
Comer bem em Honolulu sem estourar o orçamento é totalmente possível — a gente sabe porque já esteve por lá algumas vezes e testou pessoalmente as melhores dicas de restaurantes bons e baratos em Honolulu. A cidade tem uma cena gastronômica riquíssima, muito influenciada pela cultura japonesa, asiática e claro, pela tradição havaiana, o que faz com que dá pra achar prato farto e saboroso por menos de 15 dólares em vários cantos.
Nesta lista, a gente reuniu 5 restaurantes que valem cada centavo: do udon japonês em Waikiki até a comida havaiana raiz em Kalihi, passando por poke bowl autêntico, plate lunch histórico e brunch farto. São lugares que os próprios moradores frequentam — o que já é o melhor sinal de que a comida é boa de verdade.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Honolulu a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Quanto custa comer em Honolulu?
Antes de entrar na lista, vale um contexto rápido: Honolulu não é uma cidade barata pra comer. Um prato em restaurante médio costuma custar entre US$ 18 e US$ 35 por pessoa, um poke bowl fica na faixa de US$ 12 a US$ 18, e um plate lunch (a marmita havaiana tradicional) gira em torno de US$ 10 a US$ 18. Drink em bar ou rooftop passa fácil dos US$ 10, e cerveja fica entre US$ 6 e US$ 8.
Os preços têm subido nos últimos anos, o que faz os lugares que ainda seguram valores acessíveis brilharem ainda mais. A boa notícia é que a cidade tem uma tradição forte de comida farta e barata pra trabalhador local — plate lunch, poke bowl, udon casual — e é aí que a gente vai focar. Todos os cinco lugares dessa lista ficam confortavelmente na faixa de US$ 10 a US$ 20 por pessoa.
Uma dica que a gente aprendeu na prática: se você fica em Waikiki e só come nos restaurantes de frente pra praia, o rombo é garantido. Aventurar-se um pouco pra fora do eixo turístico principal (Kalihi, Kapahulu, McCully) é onde mora o verdadeiro custo-benefício.
1. Marukame Udon (Waikiki)
O Marukame Udon é praticamente um passeio obrigatório em Waikiki. É um restaurante japonês casual, no esquema de bandeja: você entra na fila, pede o udon (macarrão japonês grosso, feito na hora ali na sua frente), escolhe os tempurás e acompanhamentos, e paga no caixa. Simples, rápido e delicioso.
O preço é o grande destaque: dá pra comer bem por volta de US$ 6 a US$ 12 por pessoa, sem bebida. Num bairro onde qualquer prato bobo custa 25 dólares, isso é um achado. E não é porque é barato que a comida é ruim — pelo contrário, o udon é fresco, o caldo é caprichado e os tempurás saem quentinhos.

Horário: todos os dias, das 10h às 21h30.
Dica insider: a fila na porta é notória, principalmente na hora do almoço (12h-14h) e no começo da noite (18h-20h). Quando a gente foi, tentou entrar às 12h30 e a fila virava a esquina. Na segunda vez, fomos por volta das 15h30 — sem fila e comida na hora. Se conseguir ir fora de pico, faça isso.
2. Sweet E’s Café
O Sweet E’s é ideal pra quem se hospedou num hotel sem café da manhã incluso — o que, aliás, é o cenário mais comum em Waikiki. É um café caseiro, informal, muito popular entre os locais, especializado em breakfast e brunch fartos. Omeletes generosos, panquecas, waffles, toasts, sanduíches — tudo bem servido e por preço honesto.
Um prato bem servido de café da manhã fica na faixa de US$ 8 a US$ 15. A estratégia que a gente sempre recomenda: comer um brunch reforçado por lá, pular o almoço (ou fazer só um snack) e economizar bem no dia.

Horário: das 7h às 14h. Servem café da manhã o tempo todo e almoço a partir das 11h.
Dica insider: a hora clássica do brunch (entre 9h e 11h) tem espera considerável. Vai antes das 8h30 ou depois das 11h30 pra pegar tudo mais tranquilo.
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3. Ono Seafood
Se tem uma coisa que você não pode deixar de provar em Honolulu é um poke bowl de verdade, feito por quem sabe do que tá falando. E o Ono Seafood, na avenida Kapahulu, é referência da cidade nesse quesito. Muitos guias apontam como o melhor poke de Honolulu — e a gente concorda.
É comida rápida, muito local: cubos de peixe cru (atum ou salmão) temperados com shoyu, cebolinha, algas, gergelim e servidos sobre arroz. Simples, fresco e viciante. O preço fica na parte baixa da faixa da cidade, entre US$ 12 e US$ 15 um bowl generoso.

Horário: de terça a sábado, das 9h às 16h. Fecha domingo e segunda — atenção pra não perder a viagem.
Dica insider: o lugar é pequeno, quase sem mesas. O ideal é pedir pra viagem e comer numa praia próxima ou num parque. E prove sabores diferentes: shoyu é o clássico, mas o spicy ahi e o limu (com algas) valem muito a pena. Bom pra quem quer comer como os locais fugindo dos restaurantes turísticos.
4. Rainbow Drive-In
O Rainbow Drive-In é uma instituição de Honolulu. Foi fundado em 1961 pelo Seiju Ifuku e sua esposa Ayako, com a filosofia de servir refeições generosas por preços acessíveis — e essa premissa é mantida até hoje. É o lugar perfeito pra provar o autêntico plate lunch havaiano: arroz branco, mac salad (aquela salada de macarrão com maionese) e uma proteção principal (frango frito, hambúrguer, carne, pork chop).
O plate lunch nasceu com os trabalhadores das plantações havaianas, que precisavam de uma refeição farta e barata pra levar pro trabalho — e virou símbolo da comida honesta da ilha. Os pratos ficam na faixa mais em conta do plate lunch da cidade, geralmente entre US$ 10 e US$ 14.
Tem duas unidades: uma pertinho do Bishop Museum e do shopping Kamehameha, e outra em Kapahulu, próxima ao Diamond Head — essa é a mais conveniente pra quem tá em Waikiki.

Dica insider: ambiente super simples, balcão e mesas ao ar livre, nada turístico — a graça é justamente essa. Ótima parada pra almoçar antes ou depois de subir o Diamond Head.
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Onde ficamos em Honolulu (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Waikiki é a região favorita dos turistas em Honolulu! É o bairro mais badalado da cidade, que apresenta muitos centros comerciais, bares à beira-mar, atrações turísticas e a maior oferta de hotéis. O melhor de se hospedar por lá é que você acordará próximo à praia, que afinal, é o principal interesse da sua viagem.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
5. Helena’s Hawaiian Food
Se você quer provar comida havaiana raiz, sem firula e sem pagar caro, o Helena’s é O lugar. Aberto em 1946 pela Helen Chock e hoje tocado pelo neto dela, Craig Katsuyoshi, o restaurante é premiado nacionalmente (ganhou o James Beard Award) e é referência absoluta em culinária havaiana tradicional.
O cardápio traz clássicos como kalua pork (porco cozido lentamente ao estilo luau), pipikaula (uma espécie de carne seca havaiana), lomi salmon (salmão curado com tomate e cebola), poi e luau stew. Os pratos individuais saem por menos de US$ 10 cada, e os menus combinados (com uma seleção de vários pratos) ficam por US$ 15 a US$ 20 por pessoa — perfeitos pra quem quer experimentar um pouco de tudo.
Fica em Kalihi, um bairro fora do eixo turístico de Waikiki. Não tem decoração sofisticada, não tem vista pro mar — o foco é 100% na comida, na tradição e no que os moradores realmente comem. Pra chegar, o mais prático é ir de carro ou Uber.

Dica insider: quando a gente foi, pediu o combo com kalua pork, pipikaula e lomi salmon e saiu absurdamente satisfeito pagando menos que uma refeição básica em Waikiki. É o tipo de experiência que fica na memória — comer comida havaiana de verdade num lugar com quase 80 anos de história.
Bônus: outros lugares bons e baratos pra colocar no radar
Mesmo com foco nos cinco principais, vale conhecer outras opções acessíveis que a gente costuma recomendar:
- Leonard’s Bakery — os famosos malasadas (bolinhos fritos açucarados de origem portuguesa) por cerca de US$ 2 a US$ 3 cada. Perfeito pra um lanche doce barato.
- Island Vintage Shave Ice — o gelo raspado clássico havaiano, muito bem avaliado e com preço amigo.
- Steak Shack (Waikiki Beach) — prato de carne com arroz e salada, bem servido e barato pra localização à beira-mar.
- Zippy’s, L&L Hawaiian Barbecue e Big City Diner — redes locais espalhadas pela ilha, ótimas pra experimentar comida havaiana casual gastando pouco.
Erros que os brasileiros cometem ao comer em Honolulu
Depois de várias viagens, a gente reparou em uns padrões que atrapalham bastante o orçamento do brasileiro em Honolulu. Fica o alerta:
- Subestimar o custo da comida. Muita gente calcula só hotel e passagem e leva um choque ao ver drink por US$ 12 e prato médio por US$ 30. Reserve um orçamento diário só pra alimentação.
- Ficar refém dos restaurantes de Waikiki. Os lugares de frente pro mar cobram caro por porções menores. Saindo do eixo turístico (Kalihi, Kapahulu, McCully), você paga metade e come melhor.
- Não considerar filas e horários. Lugares como Marukame Udon têm espera enorme nos horários de pico. Programar refeições em horários alternativos economiza tempo precioso de viagem.
- Ficar no fast food americano por medo de arriscar. Poke bowl, plate lunch e comida havaiana raiz são baratos, saborosos e uma experiência cultural. Prove pelo menos um de cada.
Aluguel de carro em Honolulu (economize até 34%)
Pra visitar restaurantes fora de Waikiki, como o Helena’s em Kalihi ou o Rainbow Drive-In perto do Diamond Head — e principalmente pra explorar as praias e trilhas da ilha — o carro faz toda a diferença. A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Melhor época pra aproveitar a cena gastronômica
Honolulu tem clima estável o ano todo, então isso não é um problema. Mas a alta temporada turística concentra-se no verão americano (junho a agosto) e nos grandes feriados de fim de ano — e nessas épocas as filas nos restaurantes populares explodem. O Marukame Udon, o Sweet E’s e o Helena’s ficam absurdamente cheios.
Se der pra escolher, viaje em meia temporada: abril-maio e setembro-outubro. A cidade continua deliciosa, com menos filas nos restaurantes e preços de hotel bem mais amigáveis. A gente sempre prefere esses períodos.
Também vale usar esse chip de viagem que a gente usa pra ter internet o tempo todo — assim você consulta cardápios, avaliações no Google Maps e horários de funcionamento na hora, sem depender de wifi de hotel.
Seguro viagem pra Honolulu
Atendimento médico nos Estados Unidos é notoriamente caríssimo — uma simples ida ao pronto-socorro em Honolulu pode passar tranquilamente dos US$ 3.000. Por isso, seguro viagem não é opcional pra quem vai pra lá, é proteção básica do orçamento da viagem inteira.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que mostra os planos das principais seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Vale a pena olhar antes de fechar.
Perguntas frequentes sobre restaurantes bons e baratos em Honolulu
Qual o valor médio de uma refeição barata em Honolulu?
Nos restaurantes bons e baratos, dá pra comer bem por US$ 10 a US$ 20 por pessoa. Em restaurantes médios, o valor sobe pra US$ 18-35, e em restaurantes de luxo passa de US$ 50 por pessoa facilmente.
O que é plate lunch havaiano?
É uma refeição tradicional composta por arroz branco, salada de macarrão (mac salad) e uma proteína principal (frango frito, hambúrguer, carne, kalua pork). Surgiu com os trabalhadores das plantações e virou símbolo da comida farta e barata do Havaí. O Rainbow Drive-In é a referência mais clássica.
Vale a pena provar poke bowl em Honolulu?
Vale muito. O poke bowl é comida do dia a dia dos moradores, feito com peixe cru fresquíssimo temperado com shoyu, cebola e algas sobre arroz. O Ono Seafood é considerado um dos melhores da cidade e cobra entre US$ 12 e US$ 15 por um bowl generoso.
Onde comer comida havaiana tradicional em Honolulu?
O Helena’s Hawaiian Food, em Kalihi, é o mais recomendado — aberto em 1946, premiado pelo James Beard Award e com preços acessíveis. Pratos individuais saem por menos de US$ 10 e os menus combinados por US$ 15-20. É a melhor porta de entrada pra provar kalua pork, pipikaula, lomi salmon e outros clássicos.
Precisa alugar carro pra ir aos restaurantes?
Pra os de Waikiki, como o Marukame Udon e o Sweet E’s, não. Mas pra chegar ao Helena’s em Kalihi, ao Rainbow Drive-In e ao Ono Seafood na Kapahulu, ter carro (ou usar Uber) faz muita diferença. Se você vai explorar o resto da ilha, alugar carro compensa demais.
Quais restaurantes têm fila grande em Honolulu?
O Marukame Udon é o mais famoso pelas filas, principalmente no almoço (12h-14h) e no início da noite (18h-20h). O Sweet E’s também tem espera considerável no horário clássico de brunch (9h-11h). O Helena’s costuma encher no almoço. A dica é ir em horários alternativos: meio da tarde ou logo na abertura.
Comer em Waikiki ou fora do bairro?
Waikiki é conveniente mas caro. Pra economizar de verdade e comer melhor, vale sair do eixo turístico: Kalihi, Kapahulu e McCully têm restaurantes locais com porções maiores e preços bem menores. Uma boa estratégia é combinar refeições rápidas em Waikiki (Marukame, Sweet E’s) com deslocamentos ocasionais pra Kalihi e Kapahulu.
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Honolulu tem uma cena gastronômica muito mais rica e acessível do que a fama de destino caro sugere — basta saber onde procurar. Esses cinco restaurantes são a prova de que dá pra comer muito bem gastando pouco e ainda por cima experimentar o que o Havaí tem de mais autêntico. Boa viagem e bom apetite!