
Cinco dias em Roma é o tempo perfeito pra conhecer a cidade sem correr feito louco. Dá pra combinar a Roma Antiga, o Vaticano, o centro histórico com aqueles cartões-postais e ainda sobrar um dia pra sentir a vibe mais local, em bairros como Trastevere. Aqui a gente montou um roteiro de 5 dias em Roma testado na prática, com o que fazer em cada dia, faixas de preço e os erros que a gente já cometeu pra você não repetir.
Quando a gente foi pela primeira vez, errou feio: tentou encaixar o Vaticano inteiro e o Coliseu no mesmo dia e chegou no hotel destruído, sem aproveitar quase nada. Por isso o roteiro abaixo distribui as atrações com calma, respeitando o ritmo de quem está de férias.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Roma a gente reuniu tudo pra planejar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Melhor época pra visitar Roma
A melhor época depende do que você prioriza, mas tem dois períodos que são o ponto doce pra brasileiro: abril e maio (primavera) e fim de setembro e outubro (outono). Clima ameno, em torno de 17 a 26 °C, dias longos e bem menos turista do que no verão.
O verão (de fim de junho a agosto) costuma passar dos 30 °C, com filas longas e muitos comércios pequenos fechados em agosto, quando os próprios romanos saem de férias. Já o inverno (dezembro a fevereiro) é frio (entre 3 e 12 °C) e com dias curtos, mas compensa nos preços de hospedagem e nas atrações mais vazias.
Como chegar do aeroporto ao centro de Roma
A maioria de quem vem do Brasil chega no aeroporto de Fiumicino (FCO). As principais opções pra chegar ao centro são:
- Trem Leonardo Express: liga Fiumicino à estação Termini em cerca de 30 minutos, com saídas a cada 15 minutos, por volta de € 14 o trecho.
- Trens regionais: mais lentos, param em estações intermediárias, mas saem mais em conta (em torno de € 8 a € 10).
- Ônibus shuttle: empresas privadas saindo de Fiumicino e de Ciampino até Termini, levando uns 45 a 60 minutos, por volta de € 7 a € 8.
- Táxi oficial: tarifa fixa de Fiumicino até a área central, girando em torno de € 50 a € 55 (sempre confira o valor antes de entrar).
- Transfer privado: mais conforto, ótimo pra família ou pra quem chega muito tarde, costuma custar em torno de € 60 a € 80 por carro.
Um erro clássico de brasileiro é pegar táxi não oficial na saída do aeroporto sem perguntar o valor. A gente prefere reservar o transfer com antecedência: já paga adiantado, o motorista te espera com uma plaquinha com seu nome no desembarque e leva direto pro hotel, sem perrengue. Dá pra reservar nesse site que a gente usa em todas as viagens, e às vezes sai mais barato que o táxi.
Como se locomover dentro de Roma
Roma tem ótimo transporte público e o centro é bem caminhável. O metrô tem três linhas principais (A, B/B1 e C) e conecta Termini, o Vaticano (linha A, estação Ottaviano), o Coliseu (linha B, estação Colosseo) e várias áreas centrais. Onde o metrô não chega — como Trastevere — os ônibus e bondes (tram) resolvem.
Sobre os bilhetes, o simples (válido por 100 minutos com integração) sai em torno de € 1,50 a € 2, e o passe diário fica perto de € 7 a € 8. Pra 5 dias usando bastante transporte, vale considerar os passes de 48h, 72h ou semanal.
Uma dica que pouca gente avisa: valide sempre o bilhete antes de entrar no metrô ou ao subir no ônibus/tram. A fiscalização é séria e a multa é salgada. A gente sempre carimba na hora pra não ter dor de cabeça.
Roteiro de 5 dias em Roma: resumo
Antes de detalhar dia a dia, olha como a gente distribuiu as atrações pra render bem sem cansar:
- Dia 1: Coliseu, Piazza di Spagna e Panteão.
- Dia 2: Fontana di Trevi e Piazza Venezia (centro histórico).
- Dia 3: Basílica San Giovanni in Laterano e Monte Capitolino.
- Dia 4: Villa Borghese, compras na Via del Corso e Piazza Navona.
- Dia 5: Vaticano completo (Basílica, Museus e Capela Sistina).
Primeiro dia em Roma: Coliseu, Piazza di Spagna e Panteão
Comece o roteiro de 5 dias em Roma pelo Coliseu, um dos maiores ícones da cidade. Ele foi construído por volta de 72 d.C. e servia como arena para lutas de gladiadores e animais ferozes. Visitar o local é parte essencial de entender a história romana.
O ingresso combinado dá acesso ao Coliseu, Fórum Romano e Monte Palatino e costuma custar em torno de € 18 a € 25 na tarifa base, com acréscimos pra áreas especiais como o subsolo e a arena. Compre com antecedência: o sistema de reserva com horário marcado ficou bem mais rígido nos últimos anos, e os ingressos de última hora estão cada vez mais difíceis na alta temporada.
Dica especial: dá pra ir até a Piazza del Colosseo e comprar na bilheteria, mas pra evitar as filas enormes a gente recomenda comprar a entrada aqui pela internet. A gente errou nessa uma vez: chegou perto do meio-dia num sábado e a fila virava a esquina. Vai logo na abertura, por volta das 9h, que tem menos fila e menos calor.
Leve calçado confortável, porque a área do Fórum e do Palatino tem muita pedra e subida. E aproveite os nasoni, as fontes de água potável espalhadas pela cidade, pra encher a garrafa de graça.
Durante a tarde, deguste a culinária local com uma boa taça de vinho. Depois do almoço, vá conhecer a Piazza di Spagna, famosa pelos 135 degraus que levam até a igreja Trinità dei Monti. O nome da praça vem do século XVII, quando toda a área pertencia à embaixada espanhola em Roma, antes mesmo da Itália ser uma nação.
Pra fechar o dia, conheça o Panteão de Roma (Pantheon), a única construção da época greco-romana que continua em perfeito estado de conservação no mundo. Ele foi erguido em homenagem a todos os deuses romanos, e hoje abriga túmulos de personalidades como os pintores Rafael e Annibale Carracci, os reis Vittorio Emanuele II e Umberto I e a rainha Margherita.
Uma curiosidade que dá um charme à visita: a abertura circular no teto se chama oculus, e quando chove a água entra e escoa por um sistema de drenagem no piso. Vale saber que o Panteão passou a cobrar ingresso de turistas em dias e horários específicos (medida implementada a partir de 2023), com valor girando em torno de € 5 a € 10. Confira as regras vigentes antes de ir.
Logo em frente ao Panteão há uma praça charmosa com ótimos restaurantes. A dica é visitar de dia pra explorar e fazer boas fotos e, se der, voltar ao entardecer pra jantar em um dos restaurantes do entorno.
Onde comprar os ingressos de Roma e da Itália
A gente vai te dar dicas de como economizar muito na compra dos ingressos e passeios. Vai sair realmente mais barato!
Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é sempre mais barato. Na bilheteria, além de ser mais caro, o ingresso do dia desejado pode já ter esgotado, e você ainda perde um tempão na fila.
Dica do IOF: se comprar no site oficial das atrações, é uma compra na moeda do outro país. Você paga o IOF e não consegue parcelar. Procure sites com pagamento em reais.
Um site que a gente tem usado muito em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios de Roma. Já costuma ser um dos mais baratos, mas a maior vantagem é que dá pra pagar em reais (evitando o IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta para o guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo algum.
- Transfer: também encontra ali o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você já paga adiantado (o que evita golpes com turistas) e o motorista te espera com uma placa com seu nome no desembarque.
- Atendimento em português: suporte 24h e em português, caso precise.
Segundo dia em Roma: Fontana di Trevi e Piazza Venezia
No segundo dia do roteiro de 5 dias em Roma, vale um passeio mais leve pelas ruas. Parada obrigatória na linda Fontana di Trevi, onde você admira os detalhes da escultura e, claro, joga uma moeda pra garantir o retorno à capital italiana.
A lenda diz que, jogando a moeda de costas com a mão direita por cima do ombro esquerdo, você volta a Roma. Uma curiosidade legal: as moedas jogadas na fonte são recolhidas e destinadas à caridade, somando alguns milhões de euros por ano. O lugar vive cheio, então pra fotos mais tranquilas vá bem cedo ou de madrugada.
Na sequência, vá para uma das praças mais famosas: a Piazza Venezia. Ali fica o imponente Vittoriano, monumento dedicado ao rei Vittorio Emanuele II, considerado um dos maiores museus do mundo e que ainda oferece uma vista linda da cidade. Reserve tempo pra conhecê-lo com calma.
Aproveite que está no centro histórico pra esticar até a Piazza Navona e o Campo de Fiori, praças barrocas cheias de vida, ótimas pra um spritz no fim da tarde. No final do dia, escolha um restaurante local pra uma refeição agradável.
Terceiro dia em Roma: San Giovanni in Laterano e Monte Capitolino
No terceiro dia, comece pela bela Basílica de San Giovanni in Laterano, a catedral mais antiga de Roma e uma das quatro basílicas papais mais importantes do mundo. Ela foi edificada no início do século IV e inaugurada em 324 sob ordem de Constantino, e hoje é bem preservada, com seu estilo barroco. O próprio Papa, que tem o título de bispo de Roma, celebra missas ali. A entrada é gratuita, mas algumas áreas específicas (museu, claustro) podem cobrar pequenos valores.
Na sequência, conheça o Monte Capitolino, centro das atividades políticas desde os primórdios de Roma. Por lá ficam três palácios: o Palazzo Nuovo, o dos Conservatori e o Senatorio. Nos dois primeiros funcionam os Museus Capitolinos, e o último é sede da prefeitura de Roma.
Os Museus Capitolinos se dividem em seis espaços: o Palácio dos Conservadores (onde está a obra original da Loba Capitolina de Rômulo e Remo), o Palácio dos Senadores, o Palácio Clementino-Caffarelli, o Palácio Novo, a Galeria Lapidaria e a Central Montemartini. No centro da Piazza del Campidoglio fica a estátua equestre do imperador Marco Aurélio — a do local é uma réplica, e a original está dentro dos museus.
Quarto dia em Roma: Villa Borghese, compras e pizza
No penúltimo dia, recomendamos um passeio mais tranquilo, fora da rota histórica. Um ótimo lugar pra isso são os Jardins da Villa Borghese, com uma área verde incrível e muitas espécies de flores. É um dos parques mais bonitos da Europa, perfeito pra uma caminhada, alugar bicicleta ou fazer um piquenique vendo os romanos curtindo o dia.
Quem curte arte pode incluir a Galleria Borghese, museu renomado com esculturas de Bernini e obras de Caravaggio. A visita é feita em turnos com horário marcado e a compra antecipada é obrigatória, com número limitado de visitantes por faixa de horário. Os ingressos giram em torno de € 15 a € 25.
Na sequência, aproveite pra fazer compras na famosa Via del Corso, considerada a principal rua de roupas e acessórios de Roma. Por ali você encontra grifes conhecidas como Yamamay, Zara, Diesel e Puma. Pertinho fica a Via dei Condotti, reduto das marcas de luxo e cafés históricos.
Pra finalizar o dia, uma das pizzarias mais queridas de Roma é a Pizzeria Da Baffetto, com a típica pizza italiana de massa fininha e crocante, pertinho da Piazza Navona. Costuma estar sempre lotada, mas a espera vale a pena — e nada melhor que acompanhar com uma taça de vinho.
Se quiser provar os clássicos romanos, vá de cacio e pepe (massa com pecorino e pimenta), carbonara de verdade (só ovo, pecorino e guanciale, sem creme de leite), amatriciana e os supplì (bolinhos de arroz recheados com mozarela). Uma dica de ouro: quanto mais longe das praças famosas, melhor a relação custo-benefício e mais honesta a comida.
Quinto dia em Roma: Vaticano completo
No último dia, a melhor escolha é visitar o Vaticano, sede da Igreja Católica e uma cidade-estado independente, com um valor histórico e cultural imenso.
Comece pela Piazza di San Pietro, a emblemática praça barroca em frente à Basílica de São Pedro. A entrada na basílica é gratuita, mas a fila e o controle de segurança são grandes — então vá cedo, logo na abertura, por volta das 7h. Se preferir conhecer com guia, dá pra comprar o ingresso da visita guiada pelo Vaticano, que vale muito a pena.
Atenção ao dress code: homens e mulheres precisam estar com ombros e joelhos cobertos, sem decotes nem shorts curtos. É um erro comum de turista chegar de regata ou short curtinho e acabar barrado na entrada.
Quem topa subir os degraus pode encarar a cúpula da Basílica, paga à parte (em torno de € 8 a € 12), com uma das vistas mais espetaculares de Roma. Na parte da tarde, conheça os Museus do Vaticano e a Capela Sistina, com a obra-prima de Michelangelo ao final do percurso. O ingresso gira em torno de € 20 a € 30, e os museus abrem de segunda a sábado, normalmente das 9h às 18h (fecham aos domingos, com exceções).
A dica é reservar o ingresso online com antecedência pra fugir das filas gigantes. E evite as quartas de manhã (audiência papal) pra não pegar a praça lotada. Tente não juntar a basílica e os museus muito apressado: o Vaticano cansa, e a gente já saiu de lá de pernas bambas.
Quer um dia extra? Trastevere e a Roma além do básico
Se conseguir um dia a mais, ou quiser trocar alguma atração, vale conhecer a Roma mais local. O bairro de Trastevere é boêmio, cheio de ruelas estreitas, restaurantes e bares, com aquela vibe de vida real. O nome vem de “trans Tiberim”, ou seja, “além do Tibre”, já que o bairro fica do outro lado do rio. Subindo dali, a colina do Gianicolo tem uma das vistas mais bonitas da cidade.
Outra opção é a Via Appia Antica, uma das estradas romanas mais antigas (com mais de 2 mil anos), ótima pra caminhar ou pedalar, combinada com as catacumbas de San Calisto (visitas guiadas em torno de € 10 a € 15) e as impressionantes Termas de Caracalla, banhos públicos construídos entre 212 e 216 d.C.
Quanto custa um dia em Roma
Pra ajudar a planejar o orçamento, olha as faixas médias por pessoa:
- Café da manhã no bar (cappuccino + cornetto): em torno de € 3 a € 6.
- Almoço (massa + bebida): cerca de € 12 a € 25.
- Jantar (entrada, prato e taça de vinho): em torno de € 20 a € 40.
- Gelato artesanal: aproximadamente € 3 a € 6.
- Transporte público: em média € 4 a € 10 por dia.
- Atrações pagas: em torno de € 20 a € 40 por dia.
Um viajante econômico fica em torno de € 60 a € 90 por dia (sem hospedagem), e quem quer mais conforto pode gastar de € 100 a € 150 por dia em alimentação e atrações.
Erros que podem estragar seu roteiro
Algumas armadilhas que a gente vê turista brasileiro caindo com frequência:
- Não comprar ingressos antecipados pra Coliseu e Vaticano, perdendo horas em fila ou ficando sem horário.
- Subestimar o calor do verão e encarar áreas abertas (Fórum, Palatino, Via Appia) entre 11h e 15h sem chapéu, água e protetor.
- Querer fazer atrações demais no mesmo dia, principalmente juntar Vaticano inteiro com Coliseu.
- Ignorar o dress code nas igrejas e na Basílica de São Pedro.
- Não validar o bilhete de transporte achando que ninguém confere — o risco de multa é real.
- Esquecer do coperto: muitos restaurantes cobram uma taxa por pessoa (o “coperto”). Confira o menu antes de sentar pra não levar susto na conta.
Dicas para passeios e excursões em Roma
Pra poupar tempo e dinheiro, comprar os ingressos pela internet é sempre a melhor opção, na nossa experiência. A gente já viajou bastante e, depois de muito pesquisar e testar, achou a plataforma com os melhores passeios em Roma e preços muito bons.
Basta acessar esse site que a gente usa em todas as viagens e conferir todos os passeios disponíveis e valores.
Seguro viagem para Roma
Pra viajar tranquilo pela Itália, o seguro viagem é indispensável — e, no caso, obrigatório: a Itália faz parte do espaço Schengen, que exige cobertura médica mínima de 30 mil euros. Além de ser exigência, atendimento médico fora do Brasil custa caro, e o seguro te protege contra imprevistos.
A gente sempre cota usando esse comparador de seguros, que mostra várias seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado. Dá pra achar uma boa cobertura por um preço bem honesto.
Com a hospedagem bem localizada, esses 5 dias rendem muito mais: você economiza horas no transporte e fica perto de tudo. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Roma:
Onde ficamos em Roma (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para se hospedar em Roma é no centro histórico da cidade. Isto porque apesar de ser uma região mais cara, é a mais turística, com várias opções de hotéis, e você estará próximo a diversas atrações imperdíveis.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre 5 dias em Roma
5 dias em Roma são suficientes?
Sim, 5 dias são suficientes pra conhecer o melhor de Roma com calma. Dá pra fazer a Roma Antiga, o Vaticano, o centro histórico, os cartões-postais e ainda sobrar tempo pra um bairro mais local como Trastevere.
Quanto custa passar 5 dias em Roma?
Sem contar hospedagem e passagens, um viajante econômico gasta em torno de € 60 a € 90 por dia, somando alimentação, transporte e atrações. Quem quer mais conforto pode gastar de € 100 a € 150 por dia.
Precisa comprar ingressos com antecedência em Roma?
Sim, principalmente pra Coliseu, Museus do Vaticano e Galleria Borghese. O sistema de reserva com horário marcado ficou mais rígido, e ingressos de última hora estão cada vez mais difíceis na alta temporada. Comprar online é mais barato e evita filas enormes.
Qual a melhor época para visitar Roma?
Os melhores períodos são a primavera (abril e maio) e o outono (fim de setembro e outubro), com clima ameno e menos turistas. O verão é muito quente e cheio, e o inverno é frio, mas com preços mais baixos.
Precisa de carro para conhecer Roma?
Não. Roma tem ótimo transporte público (metrô, ônibus e bondes) e o centro é bem caminhável. Alugar carro na cidade só atrapalha, por causa das zonas de tráfego restrito e do estacionamento caro. Carro só compensa se você for sair pra explorar o interior da Itália.
É preciso seguro viagem para ir a Roma?
Sim. A Itália faz parte do espaço Schengen, que exige um seguro viagem com cobertura médica mínima de 30 mil euros pra entrar no país.
Como ir do aeroporto de Fiumicino ao centro de Roma?
O jeito mais rápido é o trem Leonardo Express, que leva cerca de 30 minutos até a estação Termini por volta de € 14. Também há trens regionais mais baratos, ônibus shuttle, táxi oficial (tarifa fixa de cerca de € 50 a € 55) e transfer privado.
Economize ao máximo na sua viagem a Roma
- Economizando: quer aproveitar melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Roma, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações de Roma da forma mais barata e segura.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Roma é uma cidade pra se viver devagar, sentindo cada esquina. A gente sempre volta de lá com vontade de mais, então não se cobre tanto: escolha bem as atrações, faça pausas pra um gelato e aproveite cada momento. Cinco dias bem planejados rendem uma viagem inesquecível. Boa viagem!















