Mapa turístico de Cartagena: guia completo da cidade

Cartagena é uma das cidades mais lindas (e mais caminháveis) do Caribe colombiano, e entender o mapa antes de embarcar muda completamente o ritmo da viagem. Quando a gente foi a primeira vez, ficou impressionado com como tudo é pertinho: cabe muita coisa em poucos dias, desde que você saiba em que pedaço da cidade está cada coisa.

Nesta matéria, a gente montou um mapa turístico de Cartagena bem prático, dividindo a cidade nos setores que realmente importam pro viajante e indicando o que ver, quanto tempo reservar e em que ordem fazer pra não cansar à toa. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Cartagena das Índias a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

A boa notícia é que Cartagena é compacta: dá pra cruzar o centro histórico a pé em uns 20 a 30 minutos e o táxi do centro até Bocagrande leva de 10 a 15. Olha o mapa que a gente vai destrinchar abaixo:

Mapa turístico de Cartagena

Os 3 setores que dividem o mapa de Cartagena

Pra facilitar, pensa Cartagena turística como três grandes pedaços bem distintos: Centro Histórico (Ciudad Amurallada), Getsemaní e Bocagrande. Cada um tem uma vibe completamente diferente, e o ideal é dedicar tempo pros três.

  • Ciudad Amurallada: o coração colonial murado, com praças, igrejas, museus, restaurantes bonitos e hotéis boutique. É a Cartagena de cartão-postal.
  • Getsemaní: bairro boêmio colado ao centro histórico (10 a 15 minutos a pé desde a Torre do Relógio), cheio de street art, hostels e a melhor cena gastronômica jovem da cidade.
  • Bocagrande: a Cartagena moderna, com prédios altos, hotéis de rede, praias urbanas e comércio à beira-mar.

Some a isso o que a gente chama de “colinas e fortes” (Castillo de San Felipe e Convento de La Popa), que ficam fora dos setores acima mas são parte essencial do mapa.

Centro Histórico: o que marcar dentro das muralhas

Esse é o setor mais importante do mapa e onde a gente recomenda começar. Tem muita coisa concentrada em pouquíssimas quadras, então o melhor é caminhar sem pressa, parando em praças e cafés. Os pontos pra cravar no mapa são:

  • Torre do Relógio (Puerta del Reloj): a porta principal da cidade murada e o ponto de encontro de praticamente todos os tours.
  • Plaza de Bolívar: praça central com sombra de árvores, cercada por prédios coloniais e pelo Palácio da Inquisição.
  • Catedral de Santa Catalina de Alejandría: a torre amarela que aparece em todas as fotos.
  • Igreja e Convento de San Pedro Claver: dedicada ao santo protetor dos escravos, com claustro e museu interessantes.
  • Plaza Santo Domingo: famosa pela escultura da Gertrudis de Botero e por mesas de restaurante ao ar livre.
  • Portal de los Dulces: os arcos da Plaza de los Coches com bancas de doces típicos caribenhos (cocadas, arequipe e cia).
  • Las Bóvedas: antigas celas dentro das muralhas, hoje ocupadas por lojinhas de artesanato.
  • Baluartes e muralhas: trechos onde dá pra caminhar por cima das muralhas — o pôr do sol ali em cima é programão obrigatório.
Centro Histórico de Cartagena - Ciudad Amurallada

A dica que a gente daria pra qualquer amigo: explore o centro cedinho (7h às 10h) ou no fim da tarde (16h às 19h). Entre 11h e 15h o calor é brutal, as ruas de pedra refletem ainda mais e qualquer caminhada vira sofrimento. Já erramos esse cálculo e perdemos uma tarde inteira voltando pro hotel pra tomar banho.

Pra você ter uma noção de custo na hora de comer dentro da Ciudad Amurallada: café da manhã em cafeteria local costuma sair em torno de 15.000 a 25.000 pesos colombianos por pessoa, restaurante mediano fica entre 40.000 e 70.000 por prato e os mais sofisticados começam em 90.000 a 120.000 por pessoa. Museus e atrações costumam custar entre 20.000 e 40.000 pesos. Igrejas, no geral, são gratuitas ou aceitam doação.

Ingressos e tours: como aproveitar melhor o mapa

Cartagena tem muita atração paga e muito tour bom (Islas del Rosario, passeio de barco no pôr do sol, city tour com castelo + La Popa, manguezais da Boquilla, transfer pra Playa Blanca). Pra organizar tudo isso e não chegar contando com vaga de última hora, a gente sempre reserva os ingressos e passeios pela internet, antes de embarcar — fica mais barato, garante o lugar e tem cancelamento gratuito na maioria.

O site que a gente usa em todas as viagens pra isso é esse aqui. É o maior do mundo em passeios em português, tem catálogo enorme em Cartagena, paga em reais (sem IOF), parcela e a maioria dos passeios permite cancelar sem custo até 24 ou 48 horas antes. Pra quem viaja com pouca margem de tempo na cidade, isso vale ouro.

Castillo de San Felipe de Barajas: o forte que protegia a cidade

Saindo das muralhas em direção ao leste, o próximo grande ponto do mapa é o Castillo de San Felipe de Barajas. Fica no alto de uma colina, foi construído a partir do século XVI pra defender Cartagena dos piratas e potências coloniais rivais, e ainda hoje impressiona pelo tamanho. A vista do topo cobre boa parte da cidade e da baía.

O legal lá em cima é caminhar pelas muralhas e descer nos túneis subterrâneos, que são bem preservados. Reserve umas 1h30 a 2h pra fazer com calma. Do centro histórico até o castelo dá pra ir andando em uns 20 a 25 minutos (mas no calor a gente prefere táxi), ou em 5 a 10 minutos de carro.

Fortaleza de San Felipe de Barajas em Cartagena

O ingresso pra estrangeiros costuma ficar em torno de 30.000 a 40.000 pesos colombianos. A recomendação universal é ir pela manhã, antes das 9h, porque depois disso o sol bate em cheio nas pedras e não tem sombra.

Aluguel de carro em Cartagena: vale a pena?

Sinceramente, dentro da cidade não. Cartagena é compacta, o centro histórico tem ruas estreitas de pedra e estacionamento é uma dor de cabeça. Pra circular entre centro, Getsemaní, Castillo e Bocagrande, táxi resolve fácil — corridas curtas costumam ficar em 10.000 a 20.000 pesos. Pergunta o preço antes de entrar.

Se a sua viagem inclui outros destinos da Colômbia (tipo Santa Marta, Tayrona, Eixo Cafeeiro), aí sim vale alugar carro pra esses trechos. Nesse caso, a gente usa esse comparativo de aluguel de carros na Colômbia, que mostra como achar o melhor preço.

Convento de La Popa: a vista 360º de Cartagena

Subindo o morro mais alto da cidade está o Convento Santa Cruz de la Popa, construído no século XVII pelos agostinianos. Além do valor histórico (foi também refúgio de escravos fugidos), o grande motivo de subir até lá é a vista 360º — dá pra ver a Ciudad Amurallada, Bocagrande, a baía inteira e os bairros vizinhos.

Fica a uns 10 minutos de carro do centro histórico. O ingresso costuma sair em torno de 10.000 a 20.000 pesos. A forma mais prática (e segura) é combinar a visita ao convento com o Castillo de San Felipe num tour de meio dia: economiza táxi e poupa o trabalho de explicar onde você quer parar.

Convento de La Popa em Cartagena

Getsemaní: a Cartagena boêmia que muita gente perde

Esse pedaço do mapa é o que a gente mais recomenda pra quem quer fugir do circuito turístico tradicional. Getsemaní fica colado à Ciudad Amurallada, mas tem uma alma completamente diferente: street art em quase toda parede, casinhas coloridas, hostels, bares descolados e a melhor comida “de gente jovem” da cidade.

Pontos pra marcar no mapa por aqui:

  • Plaza de la Trinidad: o coração do bairro. No fim da tarde, ela enche de moradores, músicos de rua e barraquinhas de comida.
  • Callejón Angosto (Callejón de los Besos): rua estreita com guarda-chuvas coloridos no alto e murais.
  • Calle de la Sierpe: outra rua icônica pra fotos e arte urbana.

A dica insider é simples: chega em Getsemaní a partir das 17h, dá uma volta pela Plaza de la Trinidad, janta num dos restaurantes da Calle del Espíritu Santo e termina a noite num bar de coquetel. É a Cartagena que a maioria dos brasileiros esquece de visitar porque fica só em Bocagrande — e aí perde o melhor da viagem.

Bocagrande, Castillogrande e Laguito: a Cartagena moderna

Bocagrande é uma faixa de terra estreita à beira-mar, cheia de prédios altos, hotéis de rede, lojas e restaurantes. Lembra um pouco balneário urbano brasileiro e por isso atrai bastante turista nosso. As praias aqui são fáceis de acessar (a praia tá literalmente na frente do hotel), mas o mar é mais escuro e tem mais ondas — não espere água azul-Caribe estilo Islas del Rosario.

No mapa, vale identificar:

  • Avenida San Martín: a espinha dorsal de Bocagrande, com comércio e restaurantes.
  • Praias de Bocagrande e Laguito: opções urbanas de praia, com aluguel de cadeiras e guarda-sol em torno de 30.000 a 60.000 pesos o combo (negociável).
  • Castillogrande: ponta mais residencial, com orla tranquila pra caminhar.

Diárias em hotel de rede categoria média costumam ficar em torno de 350.000 a 600.000 pesos em alta temporada (varia muito conforme o período).

Praias e ilhas: o complemento do mapa

Mesmo que seu foco seja a cidade, é quase impossível ir a Cartagena e não dar um pulo nas Islas del Rosario ou em Playa Blanca (ilha de Barú). Esses passeios saem pela manhã (entre 8h e 9h) e voltam à tarde, e os preços variam bastante conforme o tipo de barco: lancha rápida, catamarã ou day-use em beach club, com valores em torno de 120.000 a 250.000 pesos por pessoa.

Reserva esses passeios com antecedência por aqui, porque na alta temporada lotam e os preços na rua podem ser bem maiores (e sem nenhuma garantia de qualidade do barco).

Como se locomover entre os setores do mapa

A boa notícia é que praticamente tudo dentro da cidade dá pra fazer a pé ou de táxi rápido. Resumo prático:

  • Ciudad Amurallada e Getsemaní: 100% caminháveis, é o ideal.
  • Centro → Castillo de San Felipe: 5 a 10 minutos de táxi (ou 20 a 25 a pé, com calor).
  • Centro → La Popa: só de carro/táxi, uns 10 minutos.
  • Centro → Bocagrande: 10 a 15 minutos de carro.
  • Aeroporto Rafael Núñez → Ciudad Amurallada: 15 a 20 minutos de carro.

Os táxis em Cartagena geralmente não usam taxímetro e o preço é negociado antes de entrar. Pergunta no hotel quanto deve custar pra evitar surpresa. Trechos curtos dentro da área turística costumam ficar entre 10.000 e 20.000 pesos.

Melhor época pra explorar o mapa

Cartagena é quente o ano todo, com temperaturas entre 27 e 30°C. O que muda mesmo é a chuva:

  • Temporada seca (dezembro a abril): menos chuva, mais turistas, preços mais altos. É o período mais procurado.
  • Temporada chuvosa (maio a novembro): picos de chuva em outubro e novembro, mas costuma chover em pancadas curtas, com sol no resto do dia. Preços mais amigáveis.

Evite Ano Novo, Semana Santa, julho e feriados colombianos se a ideia é fugir da multidão. Nesses períodos a cidade lota e os preços disparam.

Erros que brasileiros cometem usando o mapa

A gente já viu (e cometeu) esses deslizes, então fica a dica:

  • Subestimar o calor: caminhar entre 11h e 15h sem chapéu, água e protetor é receita pra arruinar o dia. Reorganize o roteiro pra explorar o centro cedo ou no fim da tarde.
  • Ficar só em Bocagrande: erro clássico. A cidade colonial e Getsemaní são o que torna Cartagena especial — Bocagrande sozinho não justifica a viagem.
  • Não combinar preço antes: em praias, com músicos, fotógrafos com personagens fantasiados, massagistas e até em táxi. Pergunta o valor antes de aceitar qualquer coisa.
  • Achar que tá tudo perto demais: no mapa parece, mas calor e umidade cansam. Planeje no máximo 2 setores grandes por dia.
  • Não pegar seguro viagem: atendimento médico particular na Colômbia custa caro e o SUS de lá não atende estrangeiro.

Chip de celular pra navegar com o mapa offline

Uma das coisas que mais facilita usar o mapa de Cartagena é ter internet no celular o tempo todo. Dá pra abrir Google Maps a qualquer hora, conferir preço, chamar táxi, ver review de restaurante e mandar foto pra família. A gente sempre usa esse chip de viagem, que chega na sua casa antes de embarcar, é só encaixar no celular quando aterrissar e já está funcionando — sem precisar procurar loja de operadora local nem pagar roaming caríssimo da operadora brasileira.

Seguro viagem pra Colômbia: não negocia

Atendimento médico na Colômbia em hospital particular é caro pra estrangeiro. Pra evitar surpresa, a gente sempre cota o seguro no esse comparador de seguros. Ele coloca lado a lado várias seguradoras e mostra qual tem melhor custo-benefício pro seu perfil de viagem. O link já vem com 18% de desconto exclusivo nosso, então sai bem mais barato do que comprar direto no site da seguradora.

Pra Cartagena, vale priorizar planos com cobertura médica boa e que incluam bagagem extraviada (o aeroporto é movimentado e atrasos acontecem).

Las Bóvedas e Palácio da Inquisição: dois extras que valem o desvio

Dentro da Ciudad Amurallada, esses dois lugares aparecem em quase todo mapa e merecem destaque:

O Las Bóvedas é um conjunto de antigas celas e depósitos construídos nas muralhas. Hoje as celas viraram lojinhas de artesanato — bom pra comprar lembrança sem cair em armadilha turística de praia. A entrada é gratuita.

Las Bovedas em Cartagena

Já o Palácio da Inquisição, na Plaza de Bolívar, é um dos prédios coloniais mais bonitos do centro. Funcionou como sede do Tribunal do Santo Ofício entre os séculos XVII e XIX e hoje abriga o Museu Histórico de Cartagena, com objetos e exposições que valem a visita. O ingresso costuma ficar em torno de 15.000 a 25.000 pesos colombianos.

Palácio da Inquisição em Cartagena

3 rotas prontas pra explorar o mapa

Pra facilitar a vida, a gente costuma sugerir essas três rotas pra quem tem 2 ou 3 dias completos na cidade:

  • Rota a pé pela cidade murada (manhã): Torre do Relógio → Plaza de los Coches e Portal de los Dulces → Plaza de Bolívar e Palácio da Inquisição → Catedral → San Pedro Claver → Plaza Santo Domingo → Las Bóvedas → subir nas muralhas pro pôr do sol.
  • Rota Getsemaní + pôr do sol: começa lá pelas 17h na Plaza de la Trinidad, anda pelas ruas de murais, jantar na Calle del Espíritu Santo e termina num bar pra ver a noite acontecer.
  • Rota histórica (meia tarde): Castillo de San Felipe + Convento de La Popa em sequência. Faz cedo (8h-9h) pra fugir do calor.

Pra quem tem um quarto dia, encaixa o passeio às Islas del Rosario ou Playa Blanca. Pra quem só tem 2 dias, junta rota 1 + Getsemaní no primeiro dia e rota histórica no segundo, completando com Bocagrande à tarde se quiser praia urbana.

Antes de fechar a hospedagem, dá uma olhada com calma. Cartagena tem regiões com personalidades muito diferentes, e ficar em Getsemaní é outra viagem em comparação com ficar em Bocagrande, por exemplo. Pra te ajudar a decidir, a gente preparou um mapa só sobre isso:

Onde ficamos em Cartagena (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Em Cartagena, duas regiões se destacam para os turistas. A primeira é a Cidade Amuralhada, ideal para quem quer estar na parte histórica da cidade, cercado por arquitetura colonial, museus, e uma grande variedade de restaurantes e bares. A segunda é Bocagrande, uma área moderna com arranha-céus, praias populares. Além do mais, ela oferece hotéis e restaurantes com uma vista incrível do mar.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o mapa turístico de Cartagena

Qual o melhor bairro pra ficar usando o mapa de Cartagena?

Pra quem viaja pela primeira vez, a Ciudad Amurallada é imbatível: você acorda no meio do cartão-postal e sai a pé pra tudo. Getsemaní é ótimo pra quem quer vida noturna e preços melhores. Bocagrande funciona pra família grande que quer hotel de rede com piscina e praia urbana na porta.

Cartagena é uma cidade pequena? Quantos dias preciso?

É compacta, sim. Pra conhecer o essencial do mapa, calcule de 3 a 4 noites cheias. Se quiser incluir Islas del Rosario, Playa Blanca, Boquilla ou bate-volta para vulcão de lama, esticar pra 5 noites é bem confortável.

Dá pra fazer tudo a pé em Cartagena?

A Ciudad Amurallada e Getsemaní, sim. Pra Castillo de San Felipe, Convento de La Popa e Bocagrande, o ideal é táxi (5 a 15 minutos cada). Aplicativos de transporte funcionam de forma irregular, então tenha sempre algum dinheiro vivo em pesos.

É seguro andar pelo centro histórico à noite?

A região turística (Ciudad Amurallada e Getsemaní) costuma ser tranquila à noite, com bastante movimento e policiamento. Como em qualquer cidade, evite ruas vazias, não exiba câmera/celular caro e prefira táxi pra voltar pro hotel depois da meia-noite.

Preciso falar espanhol pra usar o mapa em Cartagena?

Ajuda muito. Em hotéis e restaurantes turísticos, parte da equipe fala inglês, mas no dia a dia (táxi, barraquinha, mercadinho) só espanhol. Vale levar tradutor offline no celular — mais um motivo pra ter chip funcionando.

Quanto dinheiro levar por dia pra Cartagena?

Variando conforme o estilo, um casal viajando de forma confortável (almoço bom, jantar em restaurante mediano, 1 ou 2 táxis e algum passeio extra) costuma gastar entre 300.000 e 500.000 pesos por dia no total. Quem quer alta gastronomia e bares badalados gasta bem mais.

Qual a melhor época pra usar o mapa sem chuva?

De dezembro a abril, na temporada seca. Mas Cartagena costuma ter chuvas em pancadas mesmo na temporada chuvosa (maio a novembro), então não precisa eliminar esse período — só leve guarda-chuva e capa.

Economize ao máximo na sua viagem a Cartagena

Com o mapa em mãos e os setores bem entendidos, Cartagena flui de um jeito que poucos destinos do Caribe entregam: dá pra fazer muito a pé, conhecer bairros bem diferentes em poucos dias e ainda incluir praia e ilha. A gente sempre sai de lá querendo voltar — e geralmente volta mesmo.