
Cinco dias no Panamá dão pra conhecer bem a Cidade do Panamá, se impressionar com o Canal, curtir o Casco Viejo, encarar as ilhas caribenhas de San Blas e ainda sobrar tempo pra praia no Pacífico. É um dos destinos mais completos da América Central pra quem tem pouco tempo — e uma das viagens que mais surpreende gente que só planejou passar por lá numa conexão pros Estados Unidos.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais impressionou foi o contraste: em poucos quilômetros dá pra ver ruínas coloniais, casarões restaurados, arranha-céus estilo Dubai e ilhas de areia branca com águas transparentes. É uma viagem que rende muito por dia, se você organizar bem.
Neste roteiro a gente vai destrinchar dia a dia o que fazer, quanto custam as principais atrações, onde comer, como se locomover e os erros que os brasileiros mais cometem por lá. E não esquece: no nosso guia completo do Panamá a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Primeiro dia — Canal do Panamá e Casco Viejo
O primeiro dia é pra atacar os dois cartões-postais mais famosos: o Canal do Panamá e o Casco Viejo, o centro histórico da capital. Dá tempo tranquilo de ver os dois no mesmo dia, principalmente se você começar cedo pelo Canal.
Comece pelas Eclusas de Miraflores, o centro de visitantes onde dá pra ver de pertinho os navios gigantes passando pelo canal. Tem mirante, painéis explicativos, maquete e um cinema com filme sobre a construção. O ingresso costuma custar em torno de US$ 15 a US$ 20 por adulto. O ideal é ir logo de manhã ou no começo da tarde, que é quando o movimento de navios é maior — se você chegar em horário morto, o passeio perde a graça.

Uma coisa que ninguém conta: fica de olho no painel eletrônico do centro de visitantes que mostra os horários previstos de passagem dos navios. Se você chegou fora de horário de tráfego, vale esperar um pouco tomando um café no local em vez de ir embora achando que não vai ver nada.
Depois do Canal, siga pro Casco Viejo (também chamado de Casco Antiguo), o coração histórico da cidade. Ruas de pedra, casarões coloniais restaurados, igrejas antigas e uma cena gastronômica excelente. É o lugar perfeito pra caminhar sem pressa, tirar fotos e terminar o dia com um jantar bom.

Vale passar pelo Palácio de Las Garzas (sede da presidência), pelo Museu do Canal do Panamá, pelo Teatro Nacional e pela Plaza Mayor. Pra fechar o dia, procura um dos rooftops do bairro — a vista dos arranha-céus modernos iluminados vista do casco antigo é uma das cenas mais bonitas da cidade.
Se der fome no meio do caminho, o Casco Viejo tem café bom (o Café Unido é referência em café panamenho, um dos melhores do mundo) e restaurantes charmosos como o Mahalo Cocina y Jardín. Pratos principais em restaurantes turísticos do bairro giram em torno de US$ 15 a US$ 25 por pessoa.
Pra se locomover dentro da cidade, use Uber — funciona bem, é barato (corridas comuns saem entre US$ 4 e US$ 12) e evita a dor de cabeça de estacionar no Casco Viejo, que é complicado. Alugar carro pra rodar dentro da capital não compensa: o trânsito nos horários de pico é pesado e o transporte por app resolve. A gente só recomenda alugar carro se você for fazer bate-voltas pra praias do Pacífico ou pro interior — aí sim faz diferença.
Aluguel de carro no Panamá (só se você for sair da cidade)
Se o seu plano é fazer bate-volta pra Playa Bonita, praias do Pacífico ou explorar áreas fora da capital com liberdade, alugar carro compensa. Dentro da Cidade do Panamá, prefira Uber. Pra San Blas, nem pense em ir de carro próprio — o trecho final é só pra veículos 4×4 de empresas locais.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Segundo dia — Amador, Biomuseo e vistas panorâmicas
O segundo dia é dedicado à Calzada de Amador, ao Biomuseo e (opcionalmente) a um mirante panorâmico da cidade. É um dia mais leve, com bastante fotografia bonita.
Comece pelo Biomuseo, um museu projetado pelo arquiteto Frank Gehry, com aquela arquitetura marcante e colorida que já vale a foto. As exposições contam a história de como a formação do istmo do Panamá mudou a biodiversidade do mundo inteiro. É rápido e interessante — dá pra fazer em 1h30 a 2h. Ingresso costuma custar em torno de US$ 18 a US$ 22.

Do Biomuseo, você já está na entrada da Calzada de Amador (Amador Causeway), uma via que liga a cidade a um pequeno arquipélago com as ilhas de Naos, Perico, Culebra e Flamenco. É plana, com vista pra skyline de um lado e pra entrada do canal do outro — perfeita pra pedalar. O aluguel de bicicleta costuma sair em torno de US$ 5 a US$ 15 por algumas horas.
Faça a Calzada de bike no fim da tarde, com o pôr do sol iluminando os prédios do centro moderno do outro lado da baía. É uma das cenas mais bonitas do Panamá e rende foto muito boa.

Pra quem curte um extra de adrenalina, dá pra encaixar uma visita ao Poin Panamá, um complexo panorâmico com mirante de chão de vidro, tirolesa e balanço com vista da cidade. Vista simples fica em torno de US$ 10, o mirante com chão de vidro em torno de US$ 30, e o pacote completo com tirolesa e balanço fica na faixa de US$ 90 a US$ 100. Se você curte esse tipo de experiência radical, vale muito.
Pro jantar, o clássico é o Bucanero’s, na ilha Flamenco — restaurante à beira-mar que há mais de 20 anos serve frutos do mar bem preparados. Peça um ceviche e uma corvina grelhada.
Se você quiser algo mais autêntico e barato, vá ao Mercado de Mariscos no fim do dia. Um prato de ceviche fresco por lá sai por US$ 2 a US$ 8 — é a comida mais gostosa e barata da cidade.
Terceiro dia — Cinta Costera, cidade moderna e compras
O terceiro dia é pra conhecer a Panamá moderna, a que faz muita gente comparar a Dubai. Arranha-céus espelhados, shoppings gigantes, centro financeiro pulsante.
Comece caminhando ou pedalando pela Cinta Costera, o calçadão à beira-mar com vista da skyline. É plano, arborizado, seguro e rende foto excelente da cidade. Vá cedo — o sol do meio-dia no Panamá é pesado.

À tarde, a pedida é compras. O Panamá é conhecido por ter preços bem melhores que o Brasil em várias marcas internacionais, e são dois shoppings que valem a visita:
- Multiplaza Pacific Mall: o mais sofisticado, com mais de 500 lojas e marcas premium como Gucci, Dolce Gabbana, Calvin Klein, Hermès, Adidas, Banana Republic, Diesel e Converse.
- Albrook Mall: um dos maiores shoppings da América Central, com preços mais populares. Tem Tommy Hilfiger, Lacoste, Guess, Aéropostale, Victoria’s Secret e MAC. É tão grande que muita gente compara à uma experiência em si — separe umas 3 a 4 horas se você quiser explorar direito.

Dica que a gente aprendeu na prática: não tenta emendar shopping com passeio pesado de natureza no mesmo dia. Dedica um dia inteiro pras compras, principalmente se for no Albrook, senão você fica cansado e sem tempo.
Pra jantar, o Hard Rock Café Panamá na zona moderna é uma opção segura e temática (refeições em torno de US$ 20 a US$ 35 por pessoa). Se quiser algo mais ousado, os cassinos da região moderna funcionam a noite inteira e são uma experiência à parte.
Uma curiosidade financeira: a moeda oficial é o balboa panamenho, mas na prática o país usa dólar americano em espécie. A cotação é 1 balboa = 1 dólar, e você vai ver as pessoas usando os dois nomes pra mesma coisa. Só existem moedas de balboa (não cédulas), então tudo em papel é dólar americano mesmo.
Quarto dia — San Blas, o paraíso caribenho
Agora vem o dia mais esperado: San Blas. Um arquipélago com mais de 300 ilhas de areia branca e águas azul-turquesa, administrado pelo povo indígena Guna. É Caribe puro, e muita gente considera a experiência mais marcante da viagem ao Panamá.

O arquipélago fica a cerca de 2h30 da Cidade do Panamá, mas o caminho é cansativo: estrada com muitas curvas até Cartí, o porto de saída dos barcos, e o trecho final só é feito por veículos 4×4 das empresas locais. Ou seja: dirigir com carro próprio até lá não é uma opção — mesmo se você alugou um carro pra outros passeios.
O jeito mais prático é contratar o transfer, que já inclui o veículo apropriado, o barco e as refeições. Existe esse site que a gente usa em todas as viagens, que oferece o transporte por um preço bem em conta. Você fecha online e no dia eles buscam você direto no hotel. É o mais simples e evita dor de cabeça com estacionamento.
Um dia de passeio (bate-volta com transporte, barco entre ilhas e refeição básica) costuma custar em torno de US$ 110 a US$ 140 por pessoa. O pagamento é em reais, dá pra parcelar e cancelamento gratuito — vantagem enorme comparado a fechar direto com operador local.
Se você tem tempo, vale muito mais a pena fazer a excursão de 2 dias: você dorme numa cabana rústica em uma das ilhas, aproveita muito mais e ainda economiza um dia de transporte cansativo. É a nossa recomendação forte se seu roteiro permitir.
Regras importantes em San Blas (leia antes de ir)
San Blas é território indígena Guna, e existem regras culturais que precisam ser respeitadas — principalmente por brasileiro, que às vezes chega achando que é praia comum. A gente já viu turista sendo repreendido por não saber disso:
- Não fotografe moradores sem pedir permissão. Muitos Guna cobram uma pequena taxa (US$ 1 a US$ 2) pra deixar fotografar — respeite.
- Drones são proibidos em várias ilhas. Confirme antes de tirar da mochila.
- Leve dinheiro vivo em dólar: taxas locais, artesanato e refeições extras muitas vezes só aceitam cash. Não conta com cartão.
- Lixo zero: tudo que você levar, você traz de volta. Não deixe nada nas ilhas.
Como economizar até 42% nos hotéis de Panamá!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Panamá, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
👉 VER HOTÉIS DE PANAMÁ COM MELHOR PREÇO
Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Quinto dia — mais San Blas ou praia do Pacífico
Se você optou pela excursão de 2 dias, o quinto dia será o segundo dia em San Blas. As ilhas mais famosas do arquipélago são:
- Ilha Pelicano: águas azul-turquesa, areia branca e vegetação tropical. Serviu de cenário pra cenas da série “La Casa de Papel”.
- Ilha Perro: considerada uma das mais bonitas, com restaurantes, piscinas naturais e ponto de snorkelling.
- Naufrágio da Ilha Perro Chico: um mergulho excelente em cima de um navio afundado tomado por corais.
- Piscinas naturais: bancos de areia no meio do mar onde a água bate na canela e não tem onda nenhuma. Cena de cartão-postal.



Se você preferiu fazer San Blas em bate-volta e voltou pra Cidade do Panamá no quarto dia, aqui vão as alternativas pro dia 5:
Ilha Taboga: a chamada “ilha das flores”, a menos de 1h de ferry da capital. Tem praias, trilhas leves e a igreja histórica de San Pedro. O ferry ida e volta costuma sair em torno de US$ 25 a US$ 40. É um bate-volta bem tranquilo pra desacelerar antes de ir embora.
Playa Bonita: uma praia a 20 minutos da cidade, fechada por um hotel/resort. Dá pra ir pelo Day Use do hotel, que garante acesso a bar, restaurante, guarda-sol e infraestrutura completa. É mais estruturado, mas menos autêntico.

Uma dica insider: se o seu último dia coincide com voo à noite, vale ir na Taboga logo de manhã, voltar no começo da tarde e passar o fim do dia numa despedida gostosa pela Calzada de Amador ou pela Cinta Costera. Terminar a viagem vendo o pôr do sol com a skyline iluminada é uma cena que fica.
Alternativas pra encaixar no roteiro (se sobrar tempo)
Se você tem meio dia sobrando em algum momento (ou quer trocar um dos programas acima), aqui vão opções que enriquecem a viagem:
- Parque Nacional Soberanía: a menos de 1h da capital, é referência em observação de aves (mais de 500 espécies), macacos e preguiças. Trilhas leves, ótimo pra quem curte natureza.
- Lago Gatún e Ilha dos Macacos: passeio de barco no lago que faz parte do Canal, chegando pertinho de navios gigantes e visitando ilhotas cheias de macacos-prego.
- Panamá Viejo: as ruínas da primeira cidade do Panamá, destruída por ataques de piratas no século 17. Interessantíssimo pra quem gosta de história — e complementa muito bem o Casco Viejo.
Erros comuns que atrapalham a viagem ao Panamá
Depois de várias idas, dá pra listar os deslizes que mais aparecem — evite:
- Subestimar o calor: o Panamá é quente e úmido o ano inteiro (25-32°C). Nas trilhas e ilhas, você derrete se não estiver preparado. Protetor solar, chapéu, roupa leve e água sempre.
- Achar que dá pra emendar San Blas com programa noturno pesado: o bate-volta é cansativo. Chega meio destruído. Reserve o dia todo e planeje algo leve pra noite.
- Combinar shopping gigante com passeio de natureza no mesmo dia: ninguém consegue. Dedica um dia inteiro pras compras se for no Albrook.
- Ignorar o trânsito da capital: horários de pico são pesados. Se você tem hora marcada (ingresso, tour), saia com folga.
- Levar só cartão: muita coisa exige dinheiro vivo em dólar — pequenos barcos, taxas em San Blas, mercados populares.
- Desconsiderar a estação chuvosa: entre maio e novembro chove todos os dias no fim da tarde. Passeios de barco em San Blas podem ser cancelados em dias de temporal.
Melhor época pra ir ao Panamá
O Panamá tem duas estações bem marcadas. A estação seca vai de meados de dezembro a abril — é a melhor época pra combinar cidade com ilhas, com menor chance de chuva forte e mar mais previsível pra San Blas e Taboga.
A estação chuvosa vai de maio a novembro. Não impede a viagem (a chuva costuma ser pancada rápida no fim da tarde), tem menos turista e o país fica lindo de verde. Só saiba que passeios de barco podem ser afetados em dias de temporal.
Onde comprar ingressos e passeios no Panamá
Comprar ingressos com antecedência e online sempre economiza tempo e, muitas vezes, dinheiro. Fila em Miraflores num sábado de manhã pode virar a esquina, e transfer pra San Blas fechado em cima da hora sai bem mais caro.
A gente recomenda esse site que a gente usa em todas as viagens pra comprar ingressos, tours e transfers pelo Panamá. As grandes vantagens: pagamento em reais (sem IOF), atendimento em português, cancelamento gratuito na maioria dos passeios até 48h antes e preços que costumam bater direto no site das atrações.
Inclusive tem passeios gratuitos que você pode reservar por lá, como o free tour a pé pela Cidade do Panamá, ótima pedida se você tá fazendo stopover curto.
Seguro viagem pro Panamá
Seguro viagem não é obrigatório por lei pra entrar no Panamá, mas é fortemente recomendado. Atendimento médico particular no exterior custa muito caro, e um pequeno imprevisto (uma diarreia forte, uma torcida no tornozelo em San Blas, um acidente de bike na Amador) pode virar uma conta de milhares de dólares.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara preços das principais seguradoras do mercado e já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores. Pagamento em reais e parcelamento — vale muito a pena.
Chip de celular pro Panamá
Sair sem internet no exterior hoje é meio suicídio: você precisa de Uber, Google Maps, tradutor, WhatsApp com hotel e guia da Civitatis, tudo online. Comprar chip local dá dor de cabeça e às vezes nem funciona.
A solução mais prática é levar já do Brasil esse chip de viagem que a gente usa. Chega em casa antes de viajar, você ativa quando pousar e já tá conectado. Pagamento em reais e o suporte é em português — se der qualquer problema, você fala com brasileiro.
Perguntas frequentes sobre roteiro de 5 dias no Panamá
Brasileiro precisa de visto pra entrar no Panamá?
Não. Brasileiros não precisam de visto pra turismo de até cerca de 90 dias. O que precisa é passaporte válido, e as autoridades podem pedir comprovação de passagem de volta e recursos financeiros. Como as regras podem mudar, sempre vale conferir a política de entrada mais próximo da viagem.
5 dias no Panamá são suficientes?
Sim, dá pra ter uma viagem bem completa. Com 5 dias você conhece o Canal, o Casco Viejo, a parte moderna da cidade, a Calzada de Amador com o Biomuseo e ainda faz San Blas — os principais destaques do país. Se der pra estender pra 7 dias, você consegue encaixar Taboga, Playa Bonita ou dois dias em San Blas com pernoite.
Qual moeda usar no Panamá?
O Panamá usa o balboa panamenho como moeda oficial, mas na prática o dólar americano é o dinheiro em circulação (1 balboa = 1 dólar). Só existem moedas de balboa; todas as cédulas são dólares. Leve dólares em espécie do Brasil e use cartão internacional pro complemento.
Vale a pena alugar carro no Panamá?
Depende do seu roteiro. Dentro da Cidade do Panamá, Uber é mais prático e barato. Alugar carro vale a pena se você for fazer bate-voltas pra praias do Pacífico ou explorar áreas fora da capital. Pra San Blas, esquece: só vai com transfer 4×4 das empresas locais.
É seguro fazer San Blas em bate-volta?
Sim, é seguro e milhares de turistas fazem por ano. Mas é cansativo: você sai da cidade de madrugada, encara umas 2h30 de estrada com curvas, faz o passeio de barco, volta no fim da tarde e chega no hotel destruído. Se puder, vale muito mais a pena dormir uma noite nas ilhas.
Qual a melhor época pra visitar o Panamá?
De meados de dezembro a abril, na estação seca — mar mais tranquilo pra San Blas e Taboga, menor chance de chuva. A estação chuvosa (maio a novembro) tem preços melhores e menos turistas, mas passeios de barco podem ser cancelados em dias de temporal forte.
Precisa de vacina pra ir ao Panamá?
Não é obrigatório apresentar vacina pra entrar como turista. Porém, dependendo das áreas de natureza que você for visitar (como Soberanía ou regiões próximas à floresta), a vacina contra febre amarela é fortemente recomendada. Fale com um médico do CIVES uns 10 a 15 dias antes de viajar.
Dá pra fazer o Panamá em stopover de 1 ou 2 dias?
Dá sim, e vale muito a pena. Muitos voos pros EUA fazem conexão no Panamá sem custo adicional, e você pode aproveitar 1 ou 2 dias pra conhecer o Canal, o Casco Viejo e a Cinta Costera. É um dos melhores stopovers da América Central pra quem tá indo aos Estados Unidos.
Economize ao máximo na sua viagem ao Panamá
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria sobre como viajar barato pro Panamá, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos do Panamá da forma mais barata e segura — pra passeios, museus e combos.
- Carro: se você tá pensando em alugar, veja como alugar carro no Panamá pelo menor preço possível.
- Dólares: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro pro Panamá, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular a viagem inteira sem preocupação? Garante um chip de viagem ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar no Panamá pra saber qual a melhor região e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico no exterior é caríssimo. Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato seguro.
- Transfer: precisa de transfer do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
- Aeroporto: descubra como sair do aeroporto da Cidade do Panamá e chegar ao centro.
- Quanto custa: não tem ideia de quanto juntar? Descubra quanto custa uma viagem completa pro Panamá.
Com esse roteiro, você aproveita o Panamá de um jeito que muita gente que vai só de conexão nem imagina que é possível. Cinco dias dão pra ver o essencial e voltar querendo estender — a gente estendeu, e não se arrependeu. Boa viagem!