
Se você tem uma semana pra rodar a Toscana e não sabe por onde começar, a gente montou um roteiro de 6 dias que dá conta do essencial sem deixar você cansado no meio do caminho. É a distribuição que a gente foi refinando ao longo das viagens: base em Florença pra usar como pivô, dois dias no centro renascentista, bate-voltas bem escolhidos e um fechamento no Val d’Orcia — que é aquela Toscana das colinas com ciprestes que a gente vê em foto e acha que é montagem.
A dica mais importante antes de sair reservando qualquer coisa: a Toscana é uma região espalhada, e o pulo do gato é combinar cidades que fazem sentido geograficamente no mesmo dia. Quando a gente foi pela primeira vez, tentou encaixar Val d’Orcia com Siena e San Gimignano no mesmo dia e o resultado foi um dia inteiro na estrada, com pouco tempo em cada lugar. Erro clássico. Neste roteiro a gente distribui direitinho pra você aproveitar cada cidade com calma.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Toscana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale abrir em outra aba pra consultar depois.
Roteiro de 6 dias na Toscana (visão geral)
Antes de detalhar cada dia, olha como fica a distribuição:
- Dias 1 e 2: Florença (base, museus e centro histórico)
- Dia 3: Pisa + Lucca (bate-volta de trem ou carro)
- Dia 4: Siena (com opção de pernoite)
- Dia 5: San Gimignano + vilarejos do Chianti no caminho
- Dia 6: Val d’Orcia — Montalcino, Pienza e Montepulciano
Esse encadeamento funciona bem porque a gente sai de Florença (onde a maioria dos voos chega), vai abrindo o leque pelas cidades vizinhas e termina no sul, na região mais rural. Se der pra pernoitar uma noite no Val d’Orcia num agriturismo, melhor ainda — vale muito a experiência de acordar com aquela vista.
Dias 1 e 2 na Toscana: Florença
Florença é a capital da Toscana e o berço do Renascimento — só isso já explica por que vale reservar dois dias inteiros pra cidade. É onde estão as obras de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Botticelli e uma concentração de museus que dificilmente você encontra em outra cidade do tamanho dela.

Uma coisa boa de Florença: ela é super compacta. Dá pra fazer quase tudo a pé, e a gente recomenda deixar o carro fora do centro (o ZTL, zona de tráfego restrito, dá multa se você entrar sem autorização). Fica no hotel andando ou usa transporte por aplicativo pra chegadas e saídas.
Dia 1: centro histórico e Duomo
Comece pela Piazza del Duomo, uma das praças mais famosas da Itália e um dos principais pontos de Florença. Ali estão a Catedral Santa Maria del Fiore, a Cúpula de Brunelleschi, o Campanário de Giotto e o Batistério de São João — tudo coladinho.

Se você quiser subir na cúpula ou no campanário, reserve com antecedência: os horários são marcados e costumam esgotar rapidinho na alta temporada. A vista do alto vale MUITO a pena — é dali que dá pra ver os telhados vermelhos de Florença e entender por que a cidade é tão fotografada.
Depois, caminhe até a Piazza della Signoria, onde está o Palazzo Vecchio (a antiga sede do governo) e a Loggia dei Lanzi, uma galeria a céu aberto com esculturas. Dali é rapidinho até a Ponte Vecchio, aquela ponte medieval cheia de joalherias sobre o rio Arno. Atravesse pra chegar no bairro do Oltrarno, que tem uma cara mais boêmia e restaurantes bem mais autênticos que o centro turístico.

No Oltrarno, aproveita pra visitar o Jardim de Boboli, um parque enorme com fontes, estátuas e um pôr do sol lindo. E termine o dia no Piazzale Michelangelo: é o mirante clássico da cidade, com vista panorâmica pra Florença inteira. Chegue uns 40 minutos antes do pôr do sol e leve uma taça de vinho — todo mundo faz isso.

Dia 2: museus (Uffizi e Accademia)
O segundo dia é dedicado à arte. Os dois museus obrigatórios são a Galleria degli Uffizi (com o maior acervo de arte renascentista do mundo — Botticelli, Leonardo, Rafael, Caravaggio) e a Galleria dell’Accademia, onde fica o David de Michelangelo original.
A gente errou nessa da primeira vez: chegou na porta da Uffizi sem ingresso, num sábado, e a fila tava virando três esquinas. Perdeu quase 2 horas. Depois disso, sempre compramos online com horário marcado — a compra antecipada é obrigatória na prática, especialmente entre abril e outubro.

A entrada de cada museu principal costuma sair em torno de 20 a 30 euros. Existem combos que incluem Duomo + Cúpula + Batistério + Campanário por um preço melhor do que comprar separado. Reserve umas 3 a 4 horas pra Uffizi e umas 1h30 pra Accademia — o David sozinho já compensa a visita.
Onde comprar os ingressos pra Toscana e pra Itália
Um dos maiores erros de turista brasileiro na Itália é chegar sem ingresso reservado e pegar filas gigantes (ou pior: descobrir que o ingresso do dia esgotou). Tanto em Florença quanto em Pisa, os principais atrações têm reserva com horário marcado.
O site que a gente usa em todas as viagens pra comprar ingresso, tour e transfer é esse aqui. É um dos maiores do mundo, tem todos os ingressos e passeios da Toscana e da Itália em geral, e a grande vantagem é que o pagamento é em reais — ou seja, você não paga os 3,5% de IOF que paga comprando direto no site oficial das atrações. Ainda dá pra parcelar.
Outras vantagens que fazem diferença:
- Cancelamento gratuito na maioria dos passeios (geralmente até 24h antes) — se a viagem mudar de rumo, você não perde o dinheiro.
- Free tours gratuitos em várias cidades da Toscana. Você só paga gorjeta pro guia no final se gostou. É uma forma barata de conhecer o centro histórico com alguém explicando.
- Transfer do aeroporto de Florença ou Pisa até o hotel: o motorista te espera na saída do desembarque com uma placa com seu nome. Muito mais tranquilo do que táxi (evita o golpe clássico de cobrar caro do turista).
- Atendimento em português 24h, o que quebra um galho se der algum problema.
Dia 3 na Toscana: Pisa e Lucca
No terceiro dia, bate-volta clássico pra oeste de Florença. Pisa e Lucca ficam relativamente perto uma da outra e dá tranquilamente pra fazer as duas no mesmo dia — tanto de carro quanto de trem.
Pisa
Pisa está a cerca de 88 km de Florença. Se for de trem, é uma hora de viagem; de carro, mais ou menos o mesmo tempo. O foco total é a Piazza dei Miracoli, onde estão a Torre Inclinada, a Catedral, o Batistério e o Camposanto Monumentale.

Se quiser subir na Torre, reserve com horário marcado e chegue logo no primeiro turno da manhã (a torre abre por volta das 8h30). É a hora com menos gente e melhor luz pra foto. A entrada pra subir sai em torno de 20 a 30 euros. Já o combo com Catedral + Batistério + Camposanto costuma sair em torno de 10 a 20 euros e vale a pena, especialmente pelo Camposanto — um cemitério medieval com afrescos que muita gente pula e é sensacional.
Fora da praça, dá pra passar rapidinho na Igreja Santa Maria della Spina, uma igrejinha gótica na beira do rio Arno, e no Museu Nazionale di San Matteo. Mas, sinceramente, o forte de Pisa é a Piazza dei Miracoli mesmo — em 3-4 horas você já cobre o essencial.

Lucca
De Pisa pra Lucca são só uns 20 km — o trem entre as duas leva uns 25 a 30 minutos. Lucca é uma cidade murada, super charmosa, com um ritmo bem mais tranquilo que Pisa. A pegada dela é diferente: menos turistão apressado, mais gente sentada em café.

A coisa mais legal de fazer em Lucca é alugar uma bicicleta e percorrer as muralhas renascentistas, que foram transformadas em um parque em cima dos muros da cidade. O caminho é plano, dá a volta na cidade inteira e você não precisa ser atleta pra fazer — leva umas 40 minutos de bike tranquilo. Aluguel de bike sai em torno de 4 a 5 euros a hora.
Dentro das muralhas, passeie pela Piazza Napoleone, entre na Basílica de São Frediano, suba na Torre Guinigi (aquela torre com árvores em cima, muito característica) pra vista de 360° e conheça o Duomo di Lucca, com fachada em mármore branco e verde.

À noite, volta pra Florença e, se estiver com energia, aproveita a vida noturna de Florença — tem bares ótimos no Oltrarno.
Dia 4 na Toscana: Siena
Siena é uma das cidades mais bonitas da Toscana e uma das mais bem preservadas medievalmente. Fica a cerca de 78 km de Florença — de carro dá uns 1h15, de ônibus regional cerca de 1h30. Se você tem tempo, vale pernoitar em Siena pra reduzir deslocamento no dia seguinte (San Gimignano e Chianti ficam a caminho).

O ponto obrigatório é a Piazza del Campo, aquela praça em formato de concha, patrimônio da UNESCO, uma das mais bonitas da Europa. É ali que rola o famoso Palio di Siena, uma corrida de cavalos entre os bairros históricos que acontece duas vezes por ano — se você conseguir viagem em julho ou agosto e coincidir com o evento, é uma experiência única.
Na Piazza del Campo estão o Palazzo Pubblico e a Torre del Mangia, que dá pra subir pra vista panorâmica. Depois, siga pro Duomo di Siena, a catedral com fachada e interior riquíssimos — em mármore branco, preto e verde, com piso em mosaicos que é uma obra de arte por si só.
Outros pontos: Santuário de Santa Catarina (a padroeira da Itália nasceu ali) e a fortaleza Rocca di Montestaffoli. Se sobrar tempo, tem uma boa quantidade de museus interessantes — Museo Civico e Museo Archeologico são os mais visitados.

Uma dica insider: evite comer nas praças principais de Siena — tá tudo caro e mediano. Ande umas duas ou três ruas pra dentro e você acha trattorias bem melhores por metade do preço.
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Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Dia 5 na Toscana: San Gimignano e Chianti
No quinto dia, aproveite pra combinar a visita a San Gimignano com uma passada pelos vilarejos do Chianti — os dois estão no mesmo eixo entre Siena e Florença, então fica no caminho.

San Gimignano
San Gimignano é a famosa “cidade das torres” — ficou conhecida como “Manhattan medieval” porque teve dezenas de torres na Idade Média (as famílias ricas competiam pra ver quem construía a mais alta). Sobraram 14 torres, mas o efeito visual chegando pela estrada é impressionante.
As atrações principais: Piazza della Cisterna (o coração da cidade), a Igreja Colegiada, o Palazzo Pubblico e a Torre Grossa, que dá pra subir e ver a cidade do alto. O ingresso da Torre Grossa e do museu costuma sair em torno de 10 a 20 euros.

Em umas 3 horas você conhece o essencial. Se for de carro, o estacionamento fica fora das muralhas (o centro é ZTL) e sai em torno de 2 a 3 euros a hora.
Chianti (vinícolas e vilarejos)
Aqui é onde entra a parte gastronômica do roteiro. A região do Chianti fica entre Florença e Siena e é referência mundial em vinho — o famoso Chianti Classico, aquele com o símbolo do galo negro no rótulo, é dali.
Os vilarejos que valem uma parada: Greve in Chianti (com sua praça peculiar em formato triangular e lojas de produtos locais), Montefioralle (um vilarejo medieval minúsculo e bem preservado, vale só andar), Panzano, Castellina, Radda e Gaiole in Chianti.
Reserve uma degustação em uma vinícola pra fechar o dia. Uma degustação simples sai em torno de 15 a 30 euros por pessoa; um almoço em agriturismo (fazenda que recebe turista) fica em torno de 25 a 40 euros. É uma das experiências mais autênticas da Toscana e a maioria das vinícolas exige reserva antecipada, então planeje.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Fazer esse roteiro sem carro é possível, mas complica bastante nos dias 5 e 6 (Chianti e Val d’Orcia praticamente não têm transporte público que sirva pro turista). Trem funciona bem pra Florença–Pisa–Lucca–Siena, mas na hora de rodar vilarejos, dirigir é o que faz sentido.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Atenção com o ZTL: as cidades históricas da Toscana têm zonas de tráfego restrito e a multa vem por correio, meses depois. Nunca entre em centro histórico de carro sem confirmar que o hotel te libera acesso. Deixe o carro em estacionamento fora das muralhas.
Dia 6 na Toscana: Val d’Orcia (Montalcino, Pienza e Montepulciano)
O último dia é dedicado ao Val d’Orcia, aquela região do sul da Toscana com as paisagens de colinas onduladas, ciprestes solitários e estradinhas de terra que a gente vê em foto e acha que é filtro. É patrimônio da UNESCO e talvez seja a região mais fotogênica da Itália inteira.
Se der pra reservar uma noite num agriturismo no Val d’Orcia, faça — acordar naquela vista compensa MUITO. Diária em agriturismo com vista costuma sair em torno de 150 a 250 euros na categoria média.
Montalcino
Montalcino fica a cerca de 42 km de Siena e é imperdível pra quem gosta de vinho. É a terra do Brunello di Montalcino, um dos vinhos mais renomados do mundo, e também do Rosso di Montalcino, uma versão mais jovem e barata do mesmo estilo.

No centro histórico, visite a fortaleza medieval de 1361 (que tem uma enoteca dentro pra degustar Brunello com vista), a Piazza del Popolo, o Palazzo dei Priori e a Igreja da Madonna del Soccorso. Uma degustação de Brunello costuma sair em torno de 20 a 40 euros por pessoa e vale cada centavo pra quem curte vinho.

Pienza
No caminho entre Montalcino e Montepulciano fica Pienza, uma cidade renascentista planejada — literalmente, o Papa Pio II mandou reconstruir o vilarejo natal dele no estilo renascentista ideal. Vale muito uma parada.
Pienza é famosa pelo queijo pecorino, feito com leite de ovelha. Várias fazendas ao redor permitem visita com degustação (queijo fresco, meia cura e curado), custando em torno de 15 a 30 euros por pessoa. E as ruas do centro têm nomes poéticos tipo “Via del Bacio” (Via do Beijo) e “Via dell’Amore” — bem gostoso de caminhar.
Montepulciano
Fechando o dia, siga pra Montepulciano, a cerca de 36 km. A estrada até lá é uma das mais fotogênicas da Toscana — a gente parou umas 5 vezes só pra tirar foto. Montepulciano fica no topo de uma colina, cercada de vinhedos onde é produzido o Vino Nobile di Montepulciano, outro vinho de peso.

Na cidade, visite a Piazza Grande (o coração), a Cattedrale di Santa Maria Assunta, o Museo Civico Pinacoteca Crociani e várias cantinas históricas que ficam em cavernas subterrâneas escavadas na rocha. Descer nas cantinas é uma experiência à parte — algumas existem desde a Idade Média.

Na Via del Corso tem lojas ótimas pra comprar vinho, azeite, queijo e artesanato pra levar de recordação.
Melhor época pra visitar a Toscana
A Toscana pode ser visitada o ano todo, mas cada estação tem uma vibe diferente:
- Primavera (abril a junho): a melhor época na nossa opinião. Temperaturas agradáveis, campo verde, floração e menos multidão que o verão.
- Outono (setembro até meados de outubro): tempo da vindima (colheita da uva), cores douradas nas colinas e clima ainda estável. Perfeito pra quem quer curtir vinho.
- Verão (fim de junho a agosto): muito calor (acima de 30°C), cidades cheias e preços altos, especialmente em agosto quando a Europa inteira sai de férias. Evite se puder.
- Inverno: menos gente, preços menores e ótimo pra focar em museus e gastronomia. Mas os dias são curtos e o campo perde parte do charme.
Erros comuns de turistas na Toscana
Vale registrar os tropeços que a gente vê acontecerem toda hora:
- Subestimar o tempo de estrada entre vilarejos: estradas cênicas são lentas, tentar encaixar 4 cidades no mesmo dia vira dia perdido no carro.
- Reservar poucos dias em Florença: muita gente tenta fazer Florença num dia e sai frustrada. Reserve dois inteiros.
- Não reservar ingressos: Uffizi, Accademia, Cúpula do Duomo e Torre de Pisa — todos exigem reserva antecipada com horário marcado. Sem isso, você pega fila de 1h+ ou nem entra.
- Dirigir sem pesquisar ZTL: entra na cidade histórica de carro sem autorização e depois de meses vem uma multa por correio. Muito comum.
- Comer nas praças principais sem olhar cardápio: os restaurantes mais autênticos ficam duas-três ruas pra dentro. Nas praças você paga vista, não comida.
Seguro viagem pra Itália
O seguro viagem é obrigatório pra entrar no espaço Schengen — que inclui a Itália —, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Sem seguro, você pode ser barrado na imigração (mesmo que raramente aconteça, o risco existe e a multa/deportação seria dor de cabeça enorme).
Fora a obrigatoriedade, atendimento médico particular na Itália é caro, e um atendimento simples pode virar centenas ou milhares de euros. A gente usa e recomenda esse comparador de seguros: ele compara todas as principais seguradoras num só lugar, mostra a melhor cobertura pelo menor preço e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Vale a pena pesquisar antes de fechar direto com qualquer seguradora.
Chip de celular pra Itália
Ter internet no celular durante a viagem faz uma diferença absurda — GPS pra dirigir, tradutor, reservar restaurante na hora, mapa das cidades. E pagar roaming da operadora brasileira sai muito mais caro do que o chip de viagem.
A gente usa esse chip de viagem em todas as viagens. Você compra ainda no Brasil, chega em casa antes de embarcar e é só encaixar no aparelho ao pousar. Funciona na Itália inteira e também no resto da Europa, caso o roteiro se estenda.
Perguntas frequentes sobre 6 dias na Toscana
6 dias na Toscana é suficiente?
Sim, 6 dias dão pra cobrir o essencial: dois dias em Florença, um em Pisa+Lucca, um em Siena, um em San Gimignano+Chianti e um no Val d’Orcia. É um roteiro cheio, mas não corrido — desde que você organize os deslocamentos de forma inteligente e não tente enfiar cidade demais no mesmo dia.
Vale a pena alugar carro na Toscana?
Vale muito, especialmente pros dias em Chianti e Val d’Orcia, onde transporte público praticamente não existe. Pra Florença, Pisa, Lucca e Siena, dá pra fazer só de trem sem problema. O ideal do roteiro de 6 dias é: primeiros 3 dias sem carro (usando Florença como base) e pega o carro no dia 4 pra rodar Siena, Chianti e Val d’Orcia.
Preciso comprar ingressos com antecedência na Toscana?
Precisa sim, principalmente Uffizi, Accademia, Cúpula do Duomo (Florença) e Torre de Pisa. Todos exigem horário marcado e esgotam com facilidade na alta temporada. Compre online semanas antes da viagem pra garantir horário.
Qual a melhor cidade pra ficar hospedado na Toscana?
Florença é a melhor base pra um roteiro de 6 dias — é bem conectada por trem, tem opções de hotel em todas as faixas de preço e permite bate-voltas fáceis pra Pisa, Lucca e Siena. Pra quem quer viver a experiência mais rural, vale trocar de base nos últimos 2 dias e ficar num agriturismo no Val d’Orcia ou em Siena.
Quanto custa uma viagem de 6 dias na Toscana?
Varia muito conforme padrão de hotel e restaurante, mas em faixa intermediária (hotel em torno de 130-180 euros a diária, dois restaurantes por dia, ingressos e passeios), calcule algo em torno de 150 a 250 euros por dia por pessoa — sem contar voo e aluguel de carro. Comprando ingressos com antecedência, pagando em reais (sem IOF) e escolhendo trattorias fora das praças turísticas, dá pra economizar bastante.
Qual a melhor época pra visitar a Toscana?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro a meados de outubro) são as melhores épocas — temperaturas agradáveis, paisagens verdes ou douradas e menos multidão que o verão. Agosto é o pior mês: muito calor, cidades lotadas e preços nas alturas.
É melhor ir de trem ou carro na Toscana?
Depende do trecho. Florença, Pisa, Lucca e Siena são bem servidas por trem e ônibus. Já Chianti, San Gimignano e Val d’Orcia praticamente exigem carro — o transporte público é raro e limitado. Combinar as duas modalidades é a estratégia mais eficiente.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato pra Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: veja onde comprar os ingressos das atrações da Itália do jeito mais barato e seguro.
- Carro: confira nosso guia de como alugar carro na Itália, com dicas pra pegar o veículo pelo menor preço.
- Euros: conheça a melhor forma de levar dinheiro pra Itália, com prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta seu chip internacional pra Itália ainda no Brasil — mais fácil e barato.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Florença pra saber qual é a melhor região e como economizar no hotel.
- Seguro viagem: confira como conseguir o melhor seguro viagem pra Itália pelo menor preço.
- Transfer: saiba como reservar transfer na Itália pelo menor preço.
É isso, galera. Esse roteiro de 6 dias na Toscana é aquele que a gente indicaria pra qualquer amigo fazendo a primeira viagem pra região — cobre o essencial sem virar maratona e ainda deixa espaço pra você respirar. Reserve os ingressos com antecedência, planeje bem os deslocamentos e curte cada taça de vinho no caminho. A Toscana é daquelas viagens que a gente já sai planejando a próxima antes de voltar pra casa.