
Olha, se tem uma época que transforma El Calafate num espetáculo, é o verão. Dias que parecem não terminar, temperatura amigável (pra Patagônia), todos os passeios operando e aquela luz dourada batendo no Glaciar Perito Moreno até quase 23h. Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi sair do jantar às 22h e ainda ter sol no céu — parece outro planeta.
Neste guia a gente reuniu tudo que você precisa pra entender como é o verão em El Calafate de verdade: clima, o que levar na mala, melhores meses, principais passeios, faixas de preço, erros comuns dos brasileiros e dicas práticas que só quem já foi sabe.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de El Calafate a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como é o clima no verão em El Calafate
O verão patagônico, na prática turística, vai de dezembro a março, mas a alta temporada se estende um pouco mais — de outubro até a Páscoa. Nesse período, todos os passeios operam, inclusive os trekkings sobre o gelo.
As temperaturas costumam variar entre 10 ºC e 20 ºC, com picos próximos de 25 ºC em dias excepcionais. Pra quem está fugindo do calorão brasileiro, é uma delícia. E os dias são absurdamente longos: amanhece por volta das 5h30 e só escurece entre 22h e 23h. Em alguns dias dá quase 17 horas de luz natural.
Mas atenção pra dois detalhes que pegam muito brasileiro de surpresa: o vento patagônico é constante (e forte), e perto das geleiras e à noite faz frio de verdade. Na cidade você pode andar de blusinha leve com corta-vento. Já nos passeios de barco e em cima do gelo, é segunda pele, fleece e jaqueta impermeável — sem exceção.
O que levar na mala (sistema de camadas)
A gente errou nessa na primeira vez e congelou no barco do Upsala. A regra de ouro do verão em El Calafate é vestir-se em camadas, que você vai tirando e colocando conforme o dia muda (e ele muda rápido).
- 1ª camada: segunda pele térmica (blusa e calça).
- 2ª camada: fleece ou lã.
- 3ª camada: jaqueta corta-vento e impermeável.
- Acessórios: gorro, cachecol, luvas, meias grossas.
- Calçado: bota de trekking impermeável (tênis comum molha e escorrega).
- Não esquece: óculos de sol de qualidade, protetor solar, protetor labial, boné, mochila pequena pra água e snacks.
Um binóculo melhora muito a observação das quedas de gelo no Perito Moreno e da fauna na Reserva Laguna Nimez (flamingos, cisnes-de-pescoço-preto, gansos cauquén).
Melhor mês do verão pra ir
Janeiro e, principalmente, fevereiro são os meses mais cheios — fevereiro tem ainda a Fiesta del Lago, que lota a cidade com shows e eventos culturais. Se você gosta de movimento e quer pegar tudo funcionando a todo vapor, é ótimo. Se prefere economizar e fugir das multidões, dá uma olhada nessas opções:
- Novembro e dezembro: dias já longos, todos os passeios abertos, menos gente que em fevereiro.
- Outubro e abril (bordas da alta): menos turistas, clima ainda suportável, preços mais amigos.
Quanto antes você reservar tudo, melhor. No verão alguns passeios — especialmente o minitrekking e o Big Ice no Perito Moreno — esgotam com semanas de antecedência. A recomendação universal é comprar passagens com pelo menos 6 meses de antecedência e fechar hotel e passeios com alguns meses de folga.
Aluguel de carro em El Calafate (economize até 34%)
El Calafate tem muita coisa espalhada — Perito Moreno fica a 80 km, El Chaltén a quase 3 horas, estâncias afastadas. Por isso, alugar carro é uma das formas mais inteligentes de viajar pela região, principalmente no verão, quando as estradas estão liberadas.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Os melhores passeios de verão em El Calafate
Glaciar Perito Moreno (o imperdível)
O Perito Moreno fica no Parque Nacional Los Glaciares, a cerca de 1h30 de El Calafate, e é um dos poucos glaciares do mundo considerados estáveis. São 6 km de largura, 60 metros de altura acima da água e uma área que parece não ter fim.
No verão você consegue fazer:
- Passarelas: 7 km de passarelas em diferentes níveis pra ver o glaciar de vários ângulos. É aí que rola o famoso desprendimento de blocos de gelo (estalo + queda + tsunami em miniatura). Muita gente fica horas só esperando o próximo.
- Navegação de aproximação (safári náutico): barco que chega bem pertinho da parede de gelo — uma hora inesquecível.
- Minitrekking sobre o gelo: caminhada de algumas horas em cima da geleira, com crampons fornecidos. Operação aproximada de meados de julho a fim de maio. Indicado pra maioria dos viajantes.
- Big Ice: trekking mais longo e intenso, pra quem tem bom preparo físico. Opera de setembro a abril.

Navegação “Todo Glaciares” pelo Lago Argentino
Um dos passeios mais incríveis e subestimados de El Calafate. É uma navegação de dia inteiro (cerca de 5 horas dentro do barco) explorando os glaciares Upsala, Spegazzini e Seco, com paradas em mirantes e icebergs flutuando ao redor da embarcação. O verão é ideal: menos risco de cancelamento e luz natural sobrando pra fotografar.
Estâncias patagônicas
O governo argentino doou, no passado, grandes terrenos pra famílias colonizarem a região e evitar disputas com países vizinhos. Essas estâncias viraram uma das experiências culturais mais autênticas da Patagônia.
A mais famosa é a Estancia Cristina, acessível só de barco pelo Lago Argentino, aberta tipicamente de 15 de outubro a 15 de abril. Lá rola cavalgada, trilhas, passeio 4×4, mirantes com vista pro glaciar Upsala e um almoço típico patagônico que vale a viagem. Um combo muito procurado é o passeio de barco pelo Upsala com visita à Estancia Cristina.
Outra ótima opção é a Estancia 25 de Mayo, uma reserva natural com várias atividades. Você pode curtir um jantar com espetáculo, fazer um passeio a cavalo ou um tour de bicicleta.
Balcones de El Calafate (4×4)
Os Balcones são os mirantes mais altos da cidade, com vista pra Cordilheira dos Andes, o Lago Argentino, a Boca del Diablo e, em dias claros, dá pra ver lá ao longe o maciço do Fitz Roy. O acesso é por uma estrada íngreme, então o ideal é ir num tour 4×4 com almoço ou lanche da tarde na estância Huyliche. É um passeio meio dia, ótimo pra dia de chegada ou saída.

Reserva Laguna Nimez
Fica a 1 km do centro, dá pra ir a pé. É uma reserva natural às margens do Lago Argentino, paraíso pra quem gosta de observar aves: flamingos, cisnes-de-pescoço-preto, gansos cauquén e por aí vai. Leve binóculo e câmera, o visual no verão fica cinematográfico.
Centro de El Calafate
Reserve uma tarde pra caminhar pela Avenida Libertador, a principal da cidade. Tem restaurantes, lojas de souvenirs, agências, bancos e várias chocolaterias e sorveterias (super procuradas no calorzinho do verão). É ali que você prova os doces feitos da fruta calafate, que dá nome à cidade — manda ver na geleia, no sorvete e no licor.
Bate-volta a El Chaltén
Com os dias longos de verão, dá pra fazer um bate-volta a El Chaltén, capital argentina do trekking, aos pés do Cerro Fitz Roy. São cerca de 3 horas de estrada de cada lado, mas a paisagem compensa. Quem é fã de caminhada não pode perder.
Onde comprar os ingressos e passeios
Vamos te dar a dica mais importante pra economizar muito na compra dos ingressos.
Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é sempre mais barato. Na bilheteria, além de ser mais caro, muitos passeios já estão esgotados pro dia desejado — e você ainda perde tempo precioso na fila.
Dica do IOF: se você comprar no site oficial das atrações, paga em moeda estrangeira, com 3,5% de IOF e sem poder parcelar. Procure sites que aceitam pagamento em reais.
Um site que a gente tem usado em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os passeios de El Calafate. As vantagens:
- Pagamento em reais (sem IOF) e parcelamento.
- Cancelamento gratuito em boa parte dos passeios — segurança total caso o clima vire.
- Transfer do aeroporto: motorista te espera com plaquinha, paga adiantado e sem perrengue com táxi.
- Atendimento em português 24h.
Excursão clássica ao Glaciar Perito Moreno
É o passeio mais procurado. A dinâmica costuma ser: retirada no hotel por volta das 9h, transporte de cerca de 1h30 até o Parque Nacional Los Glaciares, dia inteiro pelas passarelas e retorno ao hotel por volta das 17h. Tem barracas de comida ao longo do percurso, então não precisa se preocupar com almoço.
Vale a pena complementar com o passeio de barco de 1h, que te leva pertinho da parede de gelo. Se der sorte, ainda vê um desprendimento de gelo do barco — daqueles momentos que ficam pra vida toda. Aqui você reserva esse passeio com antecedência.

Trekking pelo Glaciar Perito Moreno
Essa é a experiência mais transformadora pra quem vai no verão. Você cruza o Lago Rico de barco, desembarca no lado sul do glaciar, faz uma breve caminhada de aquecimento aprendendo um pouco sobre glaciologia, coloca os crampons e pisa na geleira de verdade.
Andar em cima de um glaciar de milhares de anos, ver as fendas azul-turquesa, ouvir o estalo do gelo se quebrando… é absurdo. Reserve aqui com antecedência, porque esse passeio é o que esgota primeiro no verão.

Tour de caiaque pelo Glaciar Perito Moreno
Pra quem quer uma experiência diferente, dá pra remar de caiaque com o Perito Moreno como cenário. Tem uma breve aula teórica de segurança e equipamento, e depois cerca de 1h30 dentro d’água admirando o glaciar de um ângulo que pouca gente consegue. Não é permitido pra menores de 14 anos. Reserva por aqui.
Excursão VIP ao Parque Nacional Los Glaciares de barco
Versão premium da navegação Todo Glaciares, com micro-ônibus privado, área VIP no barco, almoço gourmet (entrada, prato principal, sobremesa e bebidas), passagem pela Boca del Diablo, glaciares Upsala, Heim, Peineta, Seco e Spegazzini, parada pra trilha curta e almoço no refúgio Spegazzini. Volta ao hotel por volta das 20h. Aqui pra garantir o seu.

Sobrevoo de monomotor
Pra quem ama altura, dá pra fazer um sobrevoo de 1h de monomotor pelo parque, com vista do alto pro Cerro Wilche, Cerro Calafate, Baía Redonda, lagos Roca e Rico e o próprio Perito Moreno. Não é permitido pra menores de 10 anos.
Barco e trilha pelo Parque com almoço
Esse cruzeiro pelo Lago Argentino com trilha e almoço a bordo passa pelos glaciares Seco, Heim, Spegazzini e Upsala (o terceiro maior do Hemisfério Sul). A trilha dura cerca de 40 min e fecha com vista pra parede norte do Perito Moreno. Roteiro completíssimo.

Quanto custa o verão em El Calafate
Como a Argentina tem inflação alta, o ideal é raciocinar em dólares e checar a cotação perto da viagem. Faixa de referência em alta temporada:
- Navegação básica ao Perito Moreno: em torno de US$ 60 a 100 por pessoa.
- Navegação “Todo Glaciares”: em torno de US$ 150 a 200.
- Minitrekking: em torno de US$ 350 a 450.
- Big Ice: em torno de US$ 650 a 750.
- Hostels e pousadas simples: a partir de US$ 25 a 40 por pessoa/noite.
- Hotel 3 estrelas bem avaliado: entre US$ 80 e 150 a diária.
- Lodges, boutique e glamping: de US$ 200 a mais de US$ 400 a diária.
- Prato em restaurante simples: US$ 10 a 15.
- Restaurante turístico confortável: US$ 20 a 30 por pessoa, sem bebida.
Como é alta temporada, os preços sobem. A recomendação é fechar o máximo de coisa com antecedência (passagem, hotel, passeios principais, transfer) e deixar só comida e transporte interno pra resolver lá.
Erros comuns dos brasileiros (e como evitar)
- Subestimar o frio e o vento. “Verão é calor” não vale na Patagônia. Quem vai com roupa de outono leve passa frio no barco e em cima da geleira.
- Não reservar com antecedência. Minitrekking, Big Ice e Estancia Cristina esgotam com semanas de folga em janeiro e fevereiro.
- Deixar poucos dias. Tentar fazer tudo em 2 dias é receita pra furo de roteiro caso o vento cancele um passeio. O ideal são 3 a 4 noites no mínimo, pra ter margem de remarcação.
- Esquecer óculos de sol e protetor solar. O reflexo no gelo é forte e os dias longuíssimos. Sem proteção, você queima e fica com os olhos doloridos.
- Pagar tudo no cartão sem pensar no câmbio. Em períodos de peso volátil, parte do orçamento em dólar trocado localmente costuma sair melhor.
- Ir sem seguro viagem que cubra esportes de aventura. Trekking sobre geleira tem risco moderado — vale a cobertura específica.
Seguro viagem e chip de celular
Pra El Calafate, esses dois são indispensáveis. O atendimento médico fora do Brasil pode sair caríssimo, e ficar sem internet em um destino de natureza extrema, com poucos pontos de wi-fi, é furada.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara os principais planos do mercado e tem desconto exclusivo de 18% pra galera daqui. E pra internet, esse chip de viagem que a gente usa chega na sua casa antes da viagem, é só ativar quando desembarcar.
Gastronomia: o que comer no verão em El Calafate
El Calafate tem uma cena gastronômica muito autoral. Pratos pra colocar na lista:
- Cordero patagónico assado na cruz — o clássico clássico, fica horas no fogo.
- Trutas dos lagos da região.
- Empanadas de carne e cordeiro.
- Doces da fruta calafate (geleias, sorvetes, licores).
- Vinhos Malbec e Pinot Noir da Patagônia, ótimos pra acompanhar o cordeiro.
- Sorvetes artesanais — soa contraditório no frio, mas as sorveterias da Av. Libertador são lendárias.
Tem uma onda bem legal de glampings e domos surgindo na região, hospedagens “de experiência” com forte conexão com a paisagem (dá pra ver as estrelas da cama, em dias claros). Vale considerar uma noite assim na sua estadia.
Com criança ou idoso, ficar bem localizado faz toda a diferença em El Calafate: menos deslocamento, mais tempo de passeio aproveitado e fácil acesso a restaurantes e mercados. Olha aqui a melhor região pra se hospedar:
Onde ficamos em El Calafate (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro da cidade é onde estão os restaurantes, lojas, agências de turismo, bancos e feiras de artesanato. Portanto, se você deseja economizar em seu transporte pela cidade, nós indicamos que opte por se hospedar no centro de El Calafate. A região também abriga acomodações com um custo-benefício muito bom!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o verão em El Calafate
Qual é a melhor época pra ir a El Calafate no verão?
Novembro e dezembro oferecem o melhor equilíbrio: dias longos, todos os passeios operando e menos turistas do que em janeiro e fevereiro. Quem prioriza ainda mais economia pode olhar outubro e abril, nas bordas da alta temporada.
Faz frio no verão em El Calafate?
Na cidade as temperaturas costumam ficar entre 10 ºC e 20 ºC, com picos próximos de 25 ºC. Mas perto das geleiras, em passeios de barco e à noite, faz frio de verdade — leve segunda pele, fleece e jaqueta impermeável.
Quantos dias ficar em El Calafate?
O ideal são 3 a 4 noites no mínimo. Isso te dá margem pra remarcar passeios em caso de vento forte, encaixar trekking no Perito Moreno, navegação pelos glaciares e ainda passeios curtos como Balcones, Laguna Nimez e centro da cidade.
Precisa de seguro viagem pra El Calafate?
Não é exigido por lei pra entrar na Argentina, mas é altamente recomendado. O atendimento médico no exterior é caro, e os passeios envolvem atividades de aventura (trekking sobre gelo, caiaque, trilhas) que precisam de cobertura específica.
Dá pra fazer El Calafate sem alugar carro?
Sim, dá. A maioria dos passeios inclui transfer ida e volta do hotel, e o centro da cidade é compacto, dá pra fazer a pé. Mas se você quer flexibilidade pra ir até El Chaltén, esticar nas estâncias ou parar em mirantes pela estrada, alugar carro vale muito a pena.
Quanto tempo demora pra chegar no Perito Moreno?
O Glaciar Perito Moreno fica a cerca de 80 km de El Calafate, dentro do Parque Nacional Los Glaciares. O trajeto leva em torno de 1h30, e o passeio costuma sair às 9h, com volta por volta das 17h.
Vale a pena fazer o minitrekking ou o Big Ice?
O minitrekking é a versão mais acessível, indicada pra maioria dos viajantes — caminhada de algumas horas sobre o gelo, com crampons fornecidos. O Big Ice é mais longo, intenso e exige bom preparo físico. Se você é ativo e gosta de aventura, o Big Ice é uma experiência única. Caso contrário, o minitrekking entrega o essencial sem te exaurir.
Quanto antes preciso reservar os passeios?
No verão (especialmente janeiro e fevereiro), reserve hospedagem e passeios principais com pelo menos 2 a 3 meses de antecedência. Minitrekking e Big Ice esgotam primeiro. Passagens aéreas idealmente com 6 meses de antecedência pra pegar bons preços.
Economize ao máximo na sua viagem a El Calafate
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Veja como viajar barato para a Argentina.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina de forma mais barata e segura.
- Carro: facilita muito a viagem pela região. Leia como alugar um carro em El Calafate pelo menor preço.
- Pesos: descubra a melhor forma de levar dinheiro, com os prós e contras de cada opção.
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- Hospedagem: confira onde ficar em El Calafate pra escolher a melhor região e economizar muito.
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- Transfer: precisa do aeroporto até o hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
El Calafate no verão é daqueles destinos que entregam mais do que prometem. A primeira vez que a gente viu o Perito Moreno desprendendo um bloco de gelo gigante no lago, o silêncio que precede o estrondo arrepiou todo mundo no mirante. Com bom planejamento, antecedência e mala bem montada, sua viagem vai ser exatamente isso: inesquecível, do tipo que rende história por muitos anos.
