
A Toscana é aquele tipo de região que a gente visita uma vez e fica com vontade de voltar mil. São cidades medievais no topo de colinas, capitais de arte, vilarejos de vinho e paisagens que parecem cenário de filme. Neste guia, a gente reuniu as principais cidades turísticas da Toscana pra te ajudar a montar um roteiro que vale cada minuto.
Quando a gente foi pela primeira vez, o erro clássico que quase cometemos foi tentar espremer tudo em bate-volta a partir de Florença. Não faça isso: a magia da Toscana está justamente em desacelerar, dormir em vilas menores e curtir o ritmo das colinas. Aqui a gente conta o que cada cidade tem de melhor, quanto tempo dedicar em cada uma e como se locomover sem dor de cabeça.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Toscana a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Florença: a capital e berço do Renascimento
Florença (Firenze) é a capital da Toscana e uma das cidades mais importantes da Itália em termos de arte. Foi aqui que o Renascimento nasceu, financiado pela poderosa família Medici, e é aqui que estão obras de Michelangelo, Botticelli e Leonardo da Vinci concentradas em poucos quarteirões.
As atrações imperdíveis são a Catedral de Santa Maria del Fiore (o Duomo, com a cúpula de Brunelleschi), a Galeria Uffizi — um dos museus mais importantes do mundo —, a Ponte Vecchio cheia de joalherias, a Piazza della Signoria com o Palazzo Vecchio, os Jardins de Boboli atrás do Palazzo Pitti e o Mercato di San Lorenzo, ótimo pra provar produtos locais.
Reserve de 2 a 3 dias completos pra Florença. É pouco pra ver tudo com calma, mas dá pra pegar o essencial sem correria. Os grandes museus abrem em torno das 8h/9h e fecham perto das 18h/19h, com um dia da semana fechado (varia por museu).

Ingressos: reserve com muita antecedência
Essa é a dica mais importante: Uffizi e Accademia (onde está o Davi de Michelangelo) vivem com fila absurda. A gente errou nessa numa das primeiras viagens e perdeu meia manhã na fila. Compre online, com data e hora marcadas, e entra direto.
Pra isso, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele tem os ingressos das grandes atrações da Toscana e da Itália inteira, o pagamento já é em reais (então não paga IOF), dá pra parcelar, o cancelamento é gratuito na maioria dos passeios e o atendimento é 24h em português. Ele também tem os free tours (tours a pé com guia local, você só paga uma gorjeta) e transfer do aeroporto pro hotel — o motorista te espera com placa e você já sabe o valor final, sem golpe de táxi.
Um ingresso de grande museu em Florença costuma custar em torno de €20 a €30 por adulto. Uma refeição completa em trattoria no centro fica em torno de €20 a €35 por pessoa. E um gelato artesanal, entre €3 e €5 — vale cada centavo.
Dica insider de Florença
Todo mundo fica só no eixo Duomo–Ponte Vecchio. Atravessa o rio e passa uma tarde no bairro Oltrarno: as trattorias são mais autênticas, os preços são um pouco mais amigáveis e você foge da massa de turistas.
Siena: a joia medieval do Palio
Siena é provavelmente a cidade medieval mais famosa da Toscana e o centro histórico é Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Caminhar pelas ruelas de tijolo avermelhado dá a sensação de viagem no tempo.
O coração da cidade é a Piazza del Campo, uma praça inclinada em formato de concha onde acontece o Palio, uma corrida de cavalos tradicional entre os bairros (contrade) que rola duas vezes por ano no verão. Suba na Torre del Mangia pra ver a cidade lá do alto, visite a Catedral de Siena (que é impressionante por dentro) e o Battistero di San Giovanni.

Dedique 1 dia inteiro em Siena, mas se puder pernoitar, melhor ainda: à noite a cidade fica quase deserta e o clima medieval vira outra coisa. O combo Duomo + Batistério + museu costuma custar em torno de €15 a €20. Um aperitivo na Piazza del Campo fica em torno de €7 a €15.
Siena também é uma base excelente pra explorar o Chianti, San Gimignano, Volterra e Monteriggioni. Se você quer pegar o Palio, reserve hotel com meses de antecedência — a cidade lota e os preços disparam.
Pisa: muito além da Torre Inclinada
Todo mundo vai a Pisa por causa da Torre, tira aquela foto clichê fingindo segurar o campanário, e vai embora em duas horas. Grande erro. Pisa tem um centro histórico bonito, universidade centenária e um patrimônio arquitetônico gigante.
A Piazza dei Miracoli reúne quatro construções incríveis: a Torre de Pisa (o campanário inclinado de 55 metros construído entre os séculos XII e XIV), o Duomo, o Batistério e o Camposanto Monumentale. Todos são exemplos maravilhosos de arquitetura românica e valem a visita.

Dedique meio dia a 1 dia em Pisa, geralmente combinada com Lucca no mesmo roteiro (ficam pertinho). Subir na Torre custa em torno de €20 a €25 e precisa reservar horário, porque os grupos sobem em intervalos controlados. O combo Duomo + Batistério + Camposanto fica entre €10 e €15.
Lucca: muralhas, torres e charme tranquilo
Lucca é o oposto de Pisa em termos de turismo: tem tudo de bonito, mas com bem menos gente. A cidade é cercada por muralhas do século XVI perfeitamente conservadas — um dos maiores sistemas defensivos renascentistas ainda intactos da Europa. E o melhor é que essas muralhas viraram um parque elevado, onde dá pra caminhar ou pedalar dando a volta na cidade inteira.
As atrações principais são a caminhada (ou pedalada) pelas muralhas, a Torre Guinigi (que tem árvores no topo, sério), a Piazza dell’Anfiteatro (uma praça oval construída em cima de um antigo anfiteatro romano) e a Catedral de San Martino.

Reserve 1 dia em Lucca. Alugar bicicleta pra dar a volta nas muralhas custa em torno de €10 a €20 por algumas horas — vale muito a pena. Ingressos de torres e igrejas ficam entre €5 e €10 cada.
Tem gente que trata Lucca como cidade secundária e fica só duas horas. Quem dá tempo pra ela percebe que é uma das cidades mais gostosas da Toscana pra desacelerar — perfeita pra casais e famílias.
Como se locomover pela Toscana (alugue um carro)
Aqui vai a dica mais importante do post: a Toscana é feita pra ser explorada de carro. As cidades grandes (Florença, Pisa, Siena, Lucca, Arezzo) até têm boa rede ferroviária, mas os vilarejos, as vinícolas, o Chianti e o Val d’Orcia (onde estão as paisagens de cartão-postal) não são atendidos por trem. Ir de ônibus até dá, mas os horários são limitados e você perde meio dia esperando.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Atenção com as ZTL (Zonas de Tráfego Limitado): quase todo centro histórico da Toscana é área de tráfego restrito. Entrar de carro sem autorização gera multa em casa meses depois. Estacione fora do centro histórico (tem estacionamentos indicados) e explore a pé.
Como economizar até 42% nos hotéis de Toscana!
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Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Arezzo: arte, história e menos turismo de massa
Arezzo é uma cidade que a maioria dos turistas pula, e por isso mesmo vale a visita. Tem forte tradição artística, praças renascentistas e um clima mais autêntico, com moradores fazendo suas coisas em vez de guias erguendo bandeirinhas.
As principais atrações são a Basílica de São Francisco, que abriga afrescos incríveis de Piero della Francesca, a Catedral de Arezzo, o Anfiteatro Romano e o Museo Archeologico. A Piazza Grande, no centro, é rodeada por edifícios renascentistas e tem uma feira de antiguidades no primeiro fim de semana de cada mês — vale demais se você curte esse tipo de coisa.

Reserve 1 dia ou parte de um dia em Arezzo, geralmente combinada com Cortona no mesmo roteiro. Ingressos de museus e basílicas costumam custar entre €5 e €10 — bem em conta comparado a Florença.
San Gimignano: a cidade das torres
San Gimignano é uma vila medieval murada no topo de uma colina, famosa pelas suas torres medievais que pontilham o horizonte. Na Idade Média, as famílias nobres competiam construindo torres cada vez mais altas como símbolo de poder — sobraram 14 e o skyline resultante é um dos mais icônicos da Toscana.
As atrações principais são a Torre Grossa (a mais alta e visitável), a Piazza della Cisterna, a Piazza del Duomo, a Collegiata (catedral) e o Museo Civico. Subir em torres e visitar museus custa em torno de €7 a €12 cada.

Dedique meio dia a 1 dia em San Gimignano, geralmente combinada com Volterra. Uma dica de ouro: chegue bem cedo ou fique até o fim da tarde. Entre 11h e 16h a cidade fica tomada por excursões que descem dos ônibus e o clima muda. Depois que os grupos vão embora, San Gimignano vira uma das experiências mais mágicas da Toscana — muitos viajantes citam ela como a cidade favorita da região.
Ah, e prova o Vernaccia di San Gimignano, o vinho branco local. Uma taça em bar de vinho custa em torno de €5 a €8.
Volterra: cidade murada etrusca
Volterra é uma cidade murada no topo de uma colina, com passado etrusco (anterior aos romanos) e medieval. É bem menos turística que San Gimignano e por isso preserva um clima mais autêntico. Tem ruínas romanas, museus com artefatos etruscos e portões medievais.
Normalmente combinada com San Gimignano em um dia de roteiro de carro. As estradas no caminho são um espetáculo à parte — pare pra tirar foto, você não vai se arrepender.
Cortona: romance no topo da colina
Cortona ficou famosa mundialmente com o livro (e filme) “Sob o Sol da Toscana”, e virou destino romântico procurado por casais. Situada no topo de uma colina, oferece uma vista fantástica do Vale do Chiana.
Visite o Museu Diocesano pra admirar obras de mestres renascentistas, o Palazzo Comunale e explore as ruas íngremes com lojinhas de artesanato. Reserve meio dia, geralmente combinada com Arezzo.

Val d’Orcia: Montalcino, Pienza e Montepulciano
Se tem uma região da Toscana que virou símbolo visual do lugar são as colinas onduladas do Val d’Orcia, com fileiras de ciprestes e estradas sinuosas. É Patrimônio da UNESCO e serve de cenário pra tantos filmes e campanhas publicitárias que a gente já viu aquela paisagem antes mesmo de ir.
As três cidades principais dessa região são:
- Montalcino — berço do Brunello di Montalcino, um dos vinhos mais famosos da Itália. Suba até a fortaleza e curta a Piazza del Popolo.
- Pienza — uma joia renascentista planejada, com centro harmônico e vista de tirar o fôlego pro Val d’Orcia. Também é famosa pelo queijo pecorino.
- Montepulciano — vinhos incríveis (Vino Nobile) e arquitetura renascentista.
Reserve 2 a 3 dias pra Val d’Orcia, com base em Pienza, Montalcino ou num agriturismo (pousada rural) da região. É definitivamente uma parte que precisa ser feita de carro. Degustação de vinhos em vinícolas costuma custar em torno de €20 a €40 por pessoa, dependendo dos rótulos. Agriturismos ficam em torno de €80 a €150 a diária pra casal.
Livorno: porto, mar e uma Toscana diferente
Livorno é o principal porto da Toscana e oferece uma experiência bem diferente das colinas e vinhas. Tem mistura de história marítima e vida contemporânea, com forte tradição de frutos do mar. Visite a Fortezza Nuova (fortaleza costeira), a Catedral de Livorno e o Mercato Centrale.
Reserve meio dia a 1 dia. Se você gosta de peixe, se joga: refeições de frutos do mar em bons restaurantes ficam em torno de €30 a €50 por pessoa.
Roteiro sugerido de 8 a 9 dias na Toscana
Se você tem uma semana e alguma coisa, esse é um roteiro clássico que funciona muito bem:
- Dias 1-2: Florença (2 dias inteiros na cidade)
- Dia 3: Pisa + Lucca (bate-volta de Florença ou já indo de carro)
- Dia 4: Chianti (pegue o carro e visite vinícolas, base rural)
- Dia 5: Siena + Monteriggioni
- Dia 6: San Gimignano + Volterra
- Dia 7: Arezzo + Cortona
- Dias 8-9: Val d’Orcia (Pienza, Montalcino, Montepulciano)
A melhor época pra fazer esse roteiro é abril, maio, setembro e início de outubro: clima ameno, luz boa pra fotos e menos turistas que no verão. Julho e agosto é pico total — calor forte, filas gigantes e preços mais altos. Inverno funciona pra quem quer focar em museus e gastronomia, mas os dias são curtos.
Erros comuns de brasileiros na Toscana
- Fazer tudo em bate-volta de Florença: você perde o clima das vilas à noite, quando os turistas vão embora e a magia acontece.
- Tentar fazer o Val d’Orcia sem carro: os trens não chegam nesses vilarejos e você vai depender de excursões caras e engessadas.
- Entrar de carro em ZTL: sempre estacione fora do centro histórico. Multa chega em casa meses depois.
- Não reservar Uffizi e Accademia com antecedência: você vai perder metade do dia na fila.
- Colocar cidades demais no mesmo dia: o trânsito nas estradinhas é lento (mas lindo). Dois destinos por dia já é o limite.
- Ficar só nos ícones: Torre de Pisa, Duomo de Florença e Piazza del Campo são obrigatórios, mas os mercados, bairros afastados e vielas escondidas são onde a Toscana acontece de verdade.
Seguro viagem e chip de celular pra Toscana
Pra viajar pra Itália, o seguro viagem é obrigatório pra entrar no espaço Schengen (mínimo de 30 mil euros de cobertura). Além de ser exigência, é uma proteção financeira essencial — atendimento médico particular na Europa é caro e o seguro cobre também bagagem extraviada, cancelamento de voo e outras coisas.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que mostra em uma tela só o preço de todas as principais seguradoras do mercado. E o link já vem com 18% de desconto exclusivo do Grupo Dicas, uma promoção fixa que a gente conseguiu pros nossos leitores.
Pra internet no celular, a gente usa esse chip de viagem que a gente usa. Chega em casa antes da viagem, você ativa quando pisa na Itália e usa a internet do jeito que usaria no Brasil — GPS, WhatsApp, mapa, tudo funcionando. Sem depender de wi-fi de café ou hotel.
Perguntas frequentes sobre as cidades turísticas da Toscana
Quantos dias são ideais pra conhecer a Toscana?
O ideal são de 7 a 10 dias pra conhecer o essencial sem correria. Em menos tempo, você consegue Florença + 2 ou 3 vilas próximas, mas fica devendo o Val d’Orcia e o Chianti, que são partes fundamentais da experiência.
Qual a melhor cidade pra usar como base na Toscana?
Depende do estilo de viagem. Florença é ótima como base urbana (hotéis, restaurantes, transporte). Se você quer o clima rural, escolha um agriturismo no Chianti ou no Val d’Orcia. Muitos viajantes dividem: 3 dias em Florença e 4 no interior. Assim você tem o melhor dos dois mundos.
Precisa alugar carro pra viajar pela Toscana?
Pra cidades grandes ligadas por trem (Florença, Pisa, Siena, Lucca, Arezzo) não é obrigatório. Mas se você quer conhecer o Chianti, Val d’Orcia, San Gimignano, Volterra, Montalcino, Pienza e Montepulciano (que são o coração da experiência toscana), o carro é praticamente indispensável — trens não atendem esses vilarejos.
Qual é a melhor época pra visitar a Toscana?
A melhor época é a primavera (abril e maio) e o início do outono (setembro e outubro): clima ameno, dias longos, colinas verdes ou douradas e menos turistas que no verão. Julho e agosto são cheios e quentes; inverno funciona pra museus e gastronomia, mas os dias são curtos.
Vale a pena visitar Pisa só pra ver a Torre?
Vale, mas não faça só isso. A Piazza dei Miracoli inteira (Duomo, Batistério, Camposanto) é maravilhosa. Combine Pisa com Lucca no mesmo dia — ficam a 30 minutos uma da outra e formam um roteiro completo.
É seguro dirigir na Toscana?
Muito seguro. As estradas são bem sinalizadas e o italiano é gente boa no trânsito. As duas coisas pra prestar atenção são as ZTL (zonas de tráfego limitado nos centros históricos — não entre) e as estradinhas rurais, que são estreitas e sinuosas — dirija com calma e curta a paisagem.
Preciso de seguro viagem pra Toscana?
Sim. O seguro viagem é obrigatório pra entrar no espaço Schengen (a Itália está incluída), com cobertura mínima de 30 mil euros. Além de ser exigência, protege você financeiramente contra imprevistos médicos, que são caros na Europa.
Qual cidade da Toscana é mais romântica?
Cada uma tem seu charme, mas Cortona (do livro “Sob o Sol da Toscana”), Pienza (com vista pro Val d’Orcia) e vilarejos do Chianti são as favoritas dos casais. Se hospedar num agriturismo no interior faz muita diferença.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos pras atrações da Itália do jeito mais barato e seguro.
- Carro: esse é um item que facilita muito na Toscana. Não deixe de ler como alugar um carro na Itália, com dicas pra pagar o menor preço possível.
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- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior sai caro e o seguro é obrigatório pra Europa. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
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A Toscana é uma daquelas regiões que a gente vai uma vez e sonha voltar. Cada cidade tem sua personalidade, cada vinha tem sua história e cada refeição vira lembrança. Se você conseguir alugar um carro, dormir num agriturismo no interior e desacelerar, vai voltar apaixonado. Bora começar a montar seu roteiro?