CityPASS - Casal no Skydeck em Chicago

Se você tá planejando uma viagem pra Chicago, o CityPASS é uma das formas mais inteligentes de economizar nas atrações da cidade. Com um único passe, dá pra visitar 5 dos principais pontos turísticos pagando quase metade do que sairia comprando os ingressos separados. A gente usou nas nossas viagens e virou parceiro fiel.

Nesse guia, a gente vai mostrar direitinho como o CityPASS funciona, quais atrações estão inclusas, quanto custa, quando ele realmente vale a pena e os erros que os brasileiros mais cometem na hora de comprar. Se você já quiser garantir o seu, clicando aqui a gente compra pelo site que sempre usa em todas as viagens (pagamento em reais, parcelado e com cancelamento gratuito).

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Chicago a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Como funciona o Chicago CityPASS

O CityPASS é um passe turístico que dá direito à entrada em 5 atrações principais de Chicago pagando um preço único. A economia gira em torno de 45% a 50% em relação a comprar cada ingresso separado — o que, na prática, significa dezenas de dólares no bolso, principalmente pra quem viaja em família.

Ele funciona assim: são 2 atrações fixas (Skydeck Chicago e Shedd Aquarium) e você escolhe mais 3 dentre 6 opções (a gente detalha todas logo abaixo).

O passe é ativado na primeira atração que você visitar e passa a valer por 9 dias consecutivos. Isso é ótimo, porque dá pra espalhar as visitas ao longo da viagem sem precisar maratonar tudo em 1 ou 2 dias.

  • Entrega instantânea dos ingressos em formato de tíquete móvel com QR code;
  • Flexibilidade pra visitar as atrações na ordem que preferir;
  • 9 dias consecutivos de validade contados da primeira visita;
  • Direito à devolução gratuita dos bilhetes não utilizados por até 365 dias após a compra;
  • Entrada priorizada em algumas atrações (não é fast pass universal, mas ajuda muito a driblar filas de bilheteria).
CityPASS em Chicago

Como comprar o CityPASS em Chicago

Comprar é bem simples: basta acessar esse site que a gente usa em todas as viagens e fazer a compra online. A grande vantagem de comprar por aqui é que o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar — além do cancelamento gratuito, que é um alívio se a viagem mudar.

Depois da compra, você recebe os ingressos direto no celular por QR code. Não precisa imprimir nada nem passar em bilheteria — chega na atração, apresenta o código e entra.

A nossa dica é comprar um pouquinho antes da viagem, pra chegar em Chicago já com tudo em mãos e montar a programação com calma. Uma coisa importante: alguns lugares (principalmente o Skydeck) exigem reserva de horário mesmo tendo o CityPASS. Depois de comprar, vale entrar em cada atração e ver se precisa marcar dia e hora.

Crianças no Field Museum em Chicago

Atrações inclusas no Chicago CityPASS

Como a gente falou, o CityPASS tem 2 atrações fixas (que todo mundo pega) e mais 3 à escolha entre 6 opções. Bora ver uma por uma.

Skydeck Chicago (Willis Tower) — fixa

É o observatório no 103º andar da antiga Sears Tower (hoje Willis Tower), com aquelas plataformas de vidro suspensas famosas — The Ledge — em que você fica literalmente sobre a cidade. Em dias claros, dá pra enxergar até quatro estados vizinhos.

Dica de quem já foi: vai no fim da tarde pra pegar Chicago iluminada com o pôr do sol. Fica muito mais bonito do que ir de manhã. E se estiver muito nublado, remarca — a vista fica prejudicada. Reserva de horário é obrigatória, então marca com antecedência.

Shedd Aquarium — fixa

Um dos maiores aquários indoor do mundo, com milhares de espécies marinhas, recifes, pinguins e mamíferos aquáticos. Fica no Museum Campus, uma península linda com vista pro lago Michigan. Só o entorno já vale a visita.

Aqui a gente errou uma vez: fomos num sábado de manhã e pegamos grupos escolares imensos. Se der, vai em dia de semana e logo na abertura. Reserva com CityPASS é recomendada e ajuda a pular fila.

Visitantes no Shedd Aquarium em Chicago

Field Museum (à escolha)

Museu de história natural gigante, famoso pelo esqueleto de T-Rex, exposições sobre evolução, culturas antigas e ciência. Excelente pra famílias com crianças. Reserva pelo menos 3 horas pra aproveitar direito. Fica coladinho no Shedd, dá pra fazer os dois no mesmo dia.

Museum of Science and Industry (à escolha)

Museu interativo de ciência e tecnologia, com submarino de verdade, exposições de física, engenharia e um monte de experiências hands-on. Fica na região de Hyde Park, um pouco afastado do centro — vale reservar meio dia inteiro e sair mais cedo do hotel. Ótima pedida em dia de chuva.

360 CHICAGO Observation Deck (à escolha)

É o outro observatório da cidade, no 94º andar do edifício John Hancock. A vista é diferente do Skydeck: aqui você tem o Lago Michigan e a Magnificent Mile em primeiro plano. Muita gente pega os dois com o CityPASS justamente pra comparar as vistas.

Tem uma atração famosa chamada TILT, em que o piso se inclina pra fora do prédio — mas ela não está inclusa no CityPASS, é upgrade pago à parte. Combina bem com uma volta pela Magnificent Mile no mesmo dia.

Art Institute of Chicago (à escolha)

Um dos principais museus de arte dos Estados Unidos, com obras impressionistas, arte moderna e coleções internacionais impressionantes. Reserva 2 a 3 horas pelo menos. Fica pertinho do Millennium Park, então dá pra combinar os dois — dia perfeito pra quem curte arte ou quando o frio tá batendo forte lá fora.

Fachada do Art Institute of Chicago

Adler Planetarium (à escolha)

Planetário focado em astronomia e exploração espacial, também no Museum Campus. Tem uma das vistas mais fotografadas do skyline de Chicago — se você curte fotografia, vai amar o entardecer ali. Combina perfeitamente com Shedd e Field no mesmo dia.

Shoreline Sightseeing Architecture River Tour (à escolha)

Passeio de barco pelo rio Chicago com guia comentando a arquitetura dos prédios icônicos da cidade. Chicago é referência mundial em arquitetura moderna (por conta da reconstrução depois do incêndio de 1871), então o passeio é bem mais interessante do que parece à primeira vista.

Melhor época é primavera e verão, quando o clima ajuda e os barcos rodam com mais frequência. No inverno, a operação fica reduzida ou suspensa.

Exposições no Adler Planetarium em Chicago

Onde ficamos em Chicago (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Chicago Loop, no centro da cidade. Lá, estão diversas atrações, restaurantes, bares, shoppings, parques, museus, teatros e muitos outros lugares imperdíveis.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Chicago

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Quanto custa o Chicago CityPASS

Os valores oscilam um pouco ao longo do ano e por promoções, mas as faixas costumam ficar em torno de:

  • Adulto (12+): na faixa de US$ 140 a US$ 150;
  • Criança (3 a 11 anos): em torno de US$ 110 a US$ 115;
  • Menores de 3 anos: geralmente não pagam nas atrações do combo.

Pra você ter uma ideia da economia: comprando os 5 ingressos avulsos das atrações mais populares (Skydeck + Shedd + 360 Chicago + Art Institute + River Tour), o total fica em torno de US$ 230 a US$ 250 por adulto. Com o CityPASS, sai em torno de US$ 140 — dá quase US$ 100 de economia por pessoa.

Numa família de 2 adultos e 2 crianças, dá pra economizar tranquilamente mais de US$ 150 a US$ 200. É aí que o passe realmente se paga.

Comprar no Brasil ou lá fora?

Comprando pelo site que a gente indica, o pagamento é em reais, parcelado, sem IOF e com cancelamento grátis. Pode sair marginalmente mais caro em câmbio bruto do que comprar direto lá, mas a segurança e a possibilidade de parcelar compensam pra maioria das pessoas — principalmente quem tá planejando com meses de antecedência.

Área do Museum of Science and Industry em Chicago

Quando o CityPASS realmente vale a pena

O CityPASS compensa muito quando você visita 3 ou mais atrações do combo. Se você planeja fazer só 2, faz a conta antes — em alguns casos, o ingresso avulso pode até sair mais em conta.

Ele é especialmente bom pra:

  • Famílias com crianças, porque museu e aquário têm ingresso caro e a soma pesa;
  • Quem vai passar 3 a 6 dias em Chicago e quer misturar observatórios, museus e passeio de barco;
  • Quem viaja no verão e em feriados (Memorial Day, 4 de julho), quando as filas nas bilheterias ficam absurdas;
  • Viajantes que gostam de deixar tudo comprado antes pra não perder tempo procurando ingresso em cada atração.

No inverno (dezembro a março), tem menos gente e menos fila, mas o passe continua valendo — só toma cuidado com o River Tour, que tem operação bem reduzida no frio.

Roteiro sugerido pra usar bem o CityPASS

Com 9 dias de validade, dá pra espalhar com calma. Um jeito eficiente de organizar é agrupar por região:

  • Dia do Museum Campus: Shedd Aquarium + Field Museum + Adler Planetarium (ficam praticamente lado a lado, na península do lago Michigan);
  • Dia dos observatórios: Skydeck no fim da tarde + 360 Chicago no dia seguinte + volta pela Magnificent Mile;
  • Dia da arte e do centro: Art Institute + Millennium Park + Loop a pé;
  • Dia do rio: Architecture River Tour de manhã ou no fim de tarde;
  • Museum of Science and Industry: reserva meio dia (fica mais afastado, em Hyde Park).

Aluguel de carro em Chicago: precisa?

Aqui vai uma dica que pouca gente comenta: na cidade de Chicago em si, você não precisa de carro. O centro (Loop, Magnificent Mile, Millennium Park, Art Institute, Skydeck) dá pra fazer tudo caminhando, e o metrô (o famoso L) conecta bem as atrações mais afastadas — inclusive o Museum of Science and Industry.

Estacionamento no centro é caríssimo (chega tranquilamente a US$ 50–70 por dia em garagens) e o trânsito é chato. Se sua viagem é só Chicago, deixa o carro de lado. Se você pretende fazer um road trip pelos EUA ou visitar cidades vizinhas (Milwaukee, Indiana Dunes, região dos Great Lakes), aí sim vale alugar — e a gente tem um guia específico de aluguel de carro em Chicago.

Erros mais comuns dos brasileiros com o CityPASS

A gente já viu muita gente comprar o passe errado ou usar mal. Os principais erros:

  • Comprar sem checar o roteiro: se você usar só 2 atrações, a economia se perde. Lista o que você realmente quer visitar e soma os ingressos avulsos antes de decidir;
  • Ignorar a reserva de horário do Skydeck: quem chega sem reserva pega fila enorme ou precisa remarcar. Depois de comprar, já entra e marca;
  • Subestimar o tempo nos museus: Field, Art Institute e Museum of Science and Industry consomem 3 a 4 horas fácil cada. Não tenta encaixar 3 no mesmo dia;
  • Não olhar a previsão do tempo: observatórios e River Tour em dia nublado ou com neblina viram decepção. Deixa esses passeios pra dias de céu aberto;
  • Comprar ingresso avulso sem comparar: muita família chega na bilheteria, compra tudo separado e depois descobre que teria economizado. Faz a simulação sempre;
  • Não checar a idade das crianças: menores de 3 anos geralmente não pagam nas atrações — não precisa incluir eles no orçamento.

Chip de celular pra Chicago

Uma coisa que a gente aprendeu a nunca esquecer: chip de celular internacional. Sem internet no celular, você não abre o Google Maps, não chama Uber, não confere horário de atração, não usa o QR do CityPASS — vira um sufoco.

A gente usa esse chip de viagem em todas as nossas viagens. Chega em casa antes de embarcar, tem atendimento em português e sai bem mais barato que alugar celular ou pagar roaming da operadora brasileira. Vale muito o investimento pra uma viagem tranquila.

Seguro viagem para Chicago

Se tem uma coisa que a gente não abre mão em viagem pros Estados Unidos, é o seguro viagem. O atendimento médico por lá é caríssimo — uma consulta simples de pronto-socorro passa fácil de US$ 1.000, e uma internação pode chegar a valores absurdos. Sem seguro, qualquer imprevisto vira um problemão financeiro.

A gente sempre fecha por esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras num só lugar e ainda dá 18% de desconto exclusivo pra quem chega pelo nosso link. Vale a pena garantir tranquilidade com um custo baixinho perto do que uma emergência custaria.

Perguntas frequentes sobre o Chicago CityPASS

O Chicago CityPASS realmente vale a pena?

Sim, na maioria dos casos. Se você planeja visitar pelo menos 3 das 5 atrações do combo, a economia costuma ficar entre 40% e 50% em relação a comprar cada ingresso separado. Pra famílias com crianças, o passe se paga fácil.

Quantas atrações estão inclusas no CityPASS?

São 5 atrações no total: 2 fixas (Skydeck Chicago e Shedd Aquarium) e 3 à escolha entre 6 opções — Field Museum, Museum of Science and Industry, 360 Chicago Observation Deck, Art Institute of Chicago, Adler Planetarium e Shoreline Sightseeing Architecture River Tour.

Qual a validade do Chicago CityPASS?

O passe vale por 9 dias consecutivos a partir da primeira atração visitada. Antes disso, você tem até 365 dias após a compra pra ativar. Depois de ativado, o cronômetro começa a correr.

Preciso reservar horário nas atrações mesmo com o CityPASS?

Em algumas sim. O Skydeck exige reserva de horário mesmo com o passe, e o Shedd Aquarium recomenda. Depois de comprar o CityPASS, você recebe as instruções pra reservar em cada atração — faça isso o quanto antes.

Vale mais a pena o CityPASS ou o Go City Chicago?

Depende do perfil. O CityPASS é mais simples: 5 atrações fixas/à escolha com desconto garantido. O Go City tem versões All-Inclusive (por dias, com dezenas de atrações inclusas) e Explorer (por número de atrações). Se você quer poucos passeios clássicos, CityPASS é mais direto. Se pretende maratonar muitas atrações ou incluir Hop-On Hop-Off e Navy Pier, o Go City pode compensar mais.

Como recebo os ingressos do CityPASS?

Após a compra online, os ingressos chegam em formato digital com QR code, direto no celular. Não precisa imprimir nada — é só apresentar o código na entrada de cada atração.

Crianças pequenas precisam de CityPASS?

Geralmente, crianças menores de 3 anos não pagam nas atrações do combo e não precisam do passe. Pra crianças de 3 a 11 anos, existe a versão infantil com preço reduzido. A partir dos 12 anos, paga o valor de adulto.

Posso cancelar o CityPASS se minha viagem for adiada?

Sim. O passe tem direito à devolução gratuita dos bilhetes não utilizados por até 365 dias após a compra. E comprando pelo site que a gente indica, o cancelamento é ainda mais simples e feito em português.

Economize ao máximo na sua viagem a Chicago

No fim das contas, o Chicago CityPASS é uma das melhores decisões que a gente já tomou em viagem pra cidade: economiza dinheiro real, poupa tempo em bilheteria e ainda dá a flexibilidade dos 9 dias pra visitar no seu ritmo. Se você vai visitar 3 ou mais das atrações do combo, é praticamente óbvio pegar o passe. Boa viagem, e Chicago vai te surpreender muito mais do que você imagina!