
Montar um roteiro de uma semana em Montevidéu é uma das melhores formas de conhecer o Uruguai com calma — dá pra explorar a capital de ponta a ponta, encaixar vinícolas, fazer bate-volta pra Colonia ou Punta del Este e ainda viver o cotidiano dos uruguaios na rambla, nas feiras e nos mercados. A gente já foi várias vezes e, sinceramente, 7 dias é o tempo perfeito: nem corrido, nem parado.
Nessa matéria a gente montou um passo a passo dia a dia, com tudo o que vale a pena (e o que dá pra pular), dicas de transporte, faixas de preço, melhor época e os erros mais comuns que a gente vê brasileiro cometendo por lá. É o tipo de planejamento que faz a diferença entre uma viagem só ok e uma viagem que rende histórias pro ano inteiro.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Montevidéu a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, chip, ingressos e comida. Vale dar uma olhada antes de fechar qualquer coisa.
Dia 1 — Chegada e primeiro contato com a rambla
O primeiro dia em Montevidéu é pra desacelerar e entrar no ritmo da cidade. Depois do check-in, vale dar uma caminhada leve pela Rambla, a orla que corta a cidade do porto até bairros residenciais como Pocitos e Punta Carretas. É ali que a gente entende a cara da capital uruguaia: gente correndo, andando de bicicleta, tomando mate de garrafa térmica na mão.
Uma parada quase obrigatória é o letreiro “Montevideo” em Pocitos. A dica é pegar um Uber até lá e voltar caminhando pela orla — o pôr do sol no Rio da Prata compensa cada passo. No verão, o sol se põe depois das 20h, então sobra tempo de aproveitar mesmo chegando de tarde.
Pra jantar, o clássico é parrilla. O Mercado del Puerto é o ponto mais conhecido, mas atenção: ele funciona melhor no almoço e início da tarde. À noite, vários boxes já fecham. Se a chegada for à noite, melhor reservar uma parrilla em Pocitos ou na Ciudad Vieja mesmo.
Dia 2 — Ciudad Vieja e centro histórico
O segundo dia é dedicado ao coração turístico da cidade. Comece pela Plaza Independencia, com a estátua e o mausoléu do General José Artigas e o imponente Palácio Salvo de fundo. Dali, atravesse a Puerta de la Ciudadela, o marco simbólico que separa o centro moderno da Ciudad Vieja.
A Peatonal Sarandí é a rua de pedestres que corta o bairro e concentra lojinhas, cafés, bistrôs e a vida cultural revitalizada da região. Vale entrar nos cafés históricos como o Café Brasilero, um dos mais antigos da cidade, pra um cortado no meio da tarde.
O Teatro Solís tem visitas guiadas em vários idiomas (inclusive português) quase todos os dias, exceto segunda. Às quartas, a visita costuma ser gratuita — vale planejar pra cair nesse dia se der. Depois siga pra Plaza Matriz e a Catedral, e termine a tarde explorando a Rambla Francia, na orla da Ciudad Vieja, uma área em renovação que muita gente ainda não conhece.
À noite, pra um programa bem uruguaio, dê uma olhada no Baar Fun Fun, no Primuseum ou no El Milongón — todos com shows de candombe ou tango e jantar típico. ⚠️ Importante: a Ciudad Vieja fica bem mais parada aos domingos e feriados, com lojas e cafés fechados. O ideal é encaixar esse dia entre terça e sábado.
Dia 3 — Avenida 18 de Julio, Palácio Legislativo e MAM
Hoje o foco muda pro centro mais moderno e pros mercados gastronômicos. Comece pela Avenida 18 de Julio, a principal artéria da cidade, cheia de prédios históricos, livrarias antigas e praças como a Plaza Cagancha. É um bom passeio pra entender como Montevidéu mistura colonial e moderno em poucos quarteirões.
O Palácio Legislativo é parada obrigatória pra quem curte arquitetura. A construção é imponente, toda em mármore, e tem visitas guiadas em português de segunda a sexta. O ingresso costuma sair por um valor bem em conta.
De tarde, o programa é o Mercado Agrícola de Montevidéu (MAM). É um antigo mercado restaurado que virou referência gastronômica: frutas, vinhos, queijos, cervejas artesanais, doce de leite, azeite e ótimos restaurantes pra almoçar ou petiscar. Pra trazer lembrancinha de qualidade pra casa, é o lugar.
Pra alugar carro com facilidade e ainda economizar bastante na viagem — principalmente se você pretende encaixar Colonia, vinícolas e Punta del Este nos próximos dias — vale usar esse comparador de carros. Ele compara o preço em todas as principais locadoras e costuma achar valores bem mais baratos do que indo direto no site de cada uma.
O melhor é que o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar em até 12x. O atendimento é 24h em português, com sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente usa em toda viagem e o cupom GRUPODICAS dá um desconto a mais. Também sempre pega a proteção RentalCover, que cobre pneus, vidros, chaves e itens que o seguro básico das locadoras não cobre.
Prefira sempre locadoras grandes como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty e Localiza pra não ter dor de cabeça. Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda local, então tem IOF e não dá pra parcelar. Vale pesquisar nos dois pra ver onde sai mais barato.
Dia 4 — Pocitos, Punta Carretas e feiras locais
O quarto dia é pra caminhar bastante e curtir os bairros mais elegantes da cidade. Comece pela rambla de Pocitos, com sua praia urbana e prédios modernos de frente pro rio, e siga até Punta Carretas. É um dos trechos mais bonitos da orla.
O Farol de Punta Carretas é uma parada rápida que rende boas fotos, e o Punta Carretas Shopping é uma curiosidade arquitetônica: foi construído dentro do que era uma antiga penitenciária. Vale entrar pra dar uma volta e fazer um lanche, mesmo que você não esteja afim de comprar nada.
Se o seu dia 4 cair numa terça ou sábado, encaixe a Feira de Villa Biarritz, das 9h às 16h, com roupas, queijos, frutas, vinhos e artesanato — programa muito uruguaio. À tarde, o Parque Rodó é a pedida: lago, feirinha, churros, fliperama antigo e clima de bairro. Olhar uruguaio com mate na mão na grama do parque é a cara da cidade.
De noite, Pocitos e Punta Carretas concentram alguns dos melhores restaurantes da cidade — vale aproveitar pra fugir do óbvio e provar massa, peixe ou um chivito caprichado fora da zona turística.
Dia 5 — Museus, bairros elegantes e Carrasco
Hoje o programa mistura cultura e bairro residencial chique. De manhã, combine o Museo Blanes, com obras do principal pintor uruguaio, com o Jardín Japonés, que fica ali do lado. É um dos cantinhos mais zen da cidade e quase ninguém conhece.
Pra quem é fã de futebol, o Estádio Centenário e o Museu do Futebol são quase um santuário — afinal, foi ali que aconteceu a primeira Copa do Mundo, em 1930. Mesmo quem não é apaixonado por bola sai impressionado com o acervo. O museu costuma abrir das 10h às 17h.
De tarde, pegue um Uber ou o carro alugado e vá até Carrasco, o bairro mais elegante de Montevidéu. Casarões enormes, ruas arborizadas, praia tranquila e o Cassino Carrasco dentro de um hotel histórico maravilhoso. É um passeio diferente, fora do circuito turístico clássico, e mostra outra cara da capital.
Pra fechar, jante por ali mesmo — Carrasco tem ótimos restaurantes e pizzarias — ou volte pra Pocitos pra um drinque na rambla.
Dia 6 — Bate-volta às vinícolas de Canelones
Reservar um dia inteiro pras vinícolas é uma das melhores decisões pra quem está com 7 dias em Montevidéu. A região de Canelones, nos arredores da capital, virou o coração do enoturismo uruguaio, com destaque pro vinho Tannat, uva-símbolo do país.
O programa clássico é visitar uma ou duas vinícolas com tour pelo vinhedo, degustação harmonizada e almoço no próprio local. Algumas opções conhecidas são Bodega Bouza, Familia Deicas, Pizzorno, Juanicó e Familia Dardanelli. ⚠️ Reserva antecipada é praticamente obrigatória — não dá pra contar com a sorte de chegar e ter mesa.
Pra ir até as vinícolas, o ideal é estar de carro alugado (a maioria fica entre 20 e 40 minutos do centro) ou contratar um transfer/excursão. Algumas vinícolas oferecem transporte saindo de Montevidéu, mas vale conferir na hora de reservar.
Na volta, faça uma parada no MAM ou no Mercado Ferrando pra comprar mais umas garrafas e levar pra casa. Vinho uruguaio bom custa uma fração do que sai no Brasil — vale a pena encher a mala (respeitando a cota da Receita, claro).
Dia 7 — Domingo de feira ou bate-volta a Colonia/Punta del Este
O sétimo dia tem dois caminhos possíveis, e os dois são ótimos.
Opção 1 — Domingo bem montevideano. Se o seu dia 7 cair num domingo, comece pela Feira Tristán Narvaja, no bairro Cordón, das 7h às 14h. É uma mistura deliciosa de antiguidades, livros usados, vinis, frutas, queijos, plantas e uruguaios fazendo compras de verdade. Almoço no Mercado Ferrando, um mercado gastronômico mais moderninho, e fim de tarde na rambla pra fechar a viagem.
Opção 2 — Bate-volta a Punta del Este. Punta fica a cerca de 2h a 2h30 de carro de Montevidéu. Fora do verão, fazer bate-volta vale muito mais do que dormir lá. Dá tempo de ver o monumento Los Dedos na Playa Brava, almoçar no porto, dar uma volta na Avenida Gorlero e ainda passar na Casapueblo, em Punta Ballena, pra ver o pôr do sol famoso com o poema do Carlos Páez Vilaró ao fundo. É um dos momentos mais bonitos que a gente já viveu numa viagem ao Uruguai.
Opção 3 — Bate-volta a Colonia del Sacramento. Colonia fica a 2h30 de carro e é uma cidade histórica patrimônio da UNESCO, perfeita pra caminhar sem pressa. Calle de los Suspiros, Farol, Basílica, Plaza de Toros, restaurantes com mesa na rua. Se o seu voo só sai à noite, dá pra encaixar de boa.
Para os ingressos e passeios, use esse site
Pra comprar ingressos de museus, tours guiados, excursões pras vinícolas e bate-voltas, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele é o maior do mundo em passeios em português, com cancelamento gratuito até 48h antes na maioria das atividades e atendimento em português 24h.
O pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra reservar tudo com antecedência pra garantir vaga — principalmente no caso das vinícolas, que enchem rápido. Vale comparar com a compra direta na bilheteria: muitas vezes sai mais barato e ainda evita filas.
Quanto custa uma semana em Montevidéu
Os valores em pesos uruguaios variam bastante com câmbio e inflação, mas dá pra ter uma ideia da faixa de gastos:
- Almoço simples (milanesa, prato do dia, sanduíche): faixa intermediária pra padrão brasileiro.
- Parrilla turística tipo Mercado del Puerto, com vinho e sobremesa: bem mais cara, conta de jantar de restaurante de capital.
- Ingressos guiados (Teatro Solís, Palácio Legislativo, museus): em torno de algumas dezenas de pesos, com gratuidade em dias específicos.
- Uber dentro da cidade: costuma sair mais barato do que em capitais brasileiras pra trajetos curtos.
- Vinícolas com almoço harmonizado: faixa média/alta, o tipo de programa que se reserva pro “dia especial” da viagem.
Cartão é amplamente aceito em quase tudo, mas vale ter alguns pesos uruguaios na carteira pra feiras de rua, gorjetas (em geral 10%) e mercadinhos pequenos.
Erros comuns que a gente vê brasileiro cometendo
A gente errou nessas e viu muita gente errar também — anota aí:
- Achar que 2 ou 3 dias bastam: dá pra fazer o básico, mas você sai sem conhecer vinícolas, feiras, bairros residenciais e a vida fora do circuito turístico.
- Ir à Ciudad Vieja no domingo esperando tudo aberto: lojas e cafés fecham, a região fica bem mais parada. Encaixe entre terça e sábado.
- Chegar no Mercado del Puerto à noite: o auge é no almoço. À noite, vários boxes já fecharam.
- Subestimar o vento na rambla: mesmo nas meias estações, o vento do Rio da Prata derruba a sensação térmica. Leve corta-vento.
- Descartar Punta del Este por não ser verão: o bate-volta rende muito mesmo no inverno, principalmente pela Casapueblo.
- Ignorar as vinícolas: muita gente acha que enoturismo é só em Mendoza. Canelones surpreende, e o Tannat é uma uva que vale conhecer.
- Não planejar o domingo: feira Tristán Narvaja de manhã + Mercado Ferrando + Parque Rodó faz do domingo um dos melhores dias. Sem planejamento, a cidade parece morta.
Seguro viagem pro Uruguai (não pule essa)
O atendimento médico no Uruguai pra estrangeiro pode sair bem caro, e uma consulta simples já paga o seguro da viagem inteira. Pra fechar um plano bom sem gastar muito, vale usar esse comparador de seguros. Ele compara as principais seguradoras de uma vez só, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo pros nossos leitores.
O pagamento é em reais, sem IOF, dá pra parcelar e o atendimento é em português. Pra uma viagem de 7 dias, sai por um valor bem em conta — e evita aquele perrengue de ter que pagar consulta em pesos no meio da viagem.
Chip de celular pra usar a viagem inteira
Pra não depender de Wi-Fi e conseguir pedir Uber, abrir Google Maps e mandar foto na hora, a gente sempre garante esse chip de viagem que a gente usa ainda no Brasil. Chega em casa antes de embarcar, ativa quando pousa no aeroporto de Carrasco e funciona o tempo todo.
É mais barato do que pacote de roaming da operadora brasileira, e o atendimento é em português caso dê qualquer problema. Pra viagem de 7 dias com bate-voltas pra Colonia e Punta del Este, faz toda a diferença.
Onde ficamos em Montevidéu (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Em Montevidéu, duas regiões se destacam para os turistas. Uma delas é a Ciudad Vieja, ideal para quem quer ficar próximo a parte histórica da cidade. Repleta de museus, praças e o famoso Mercado del Puerto, é uma área animada e cheia de cultura. Outra opção é o bairro de Pocitos, conhecido por sua bela rambla à beira-mar, com muitos restaurantes e bares.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre roteiro de uma semana em Montevidéu
7 dias é muito tempo pra Montevidéu?
Não, é o tempo ideal. Com 7 dias a gente consegue conhecer a cidade com calma (Ciudad Vieja, rambla, mercados, museus), encaixar um dia inteiro de vinícolas em Canelones e ainda fazer um ou dois bate-voltas pra Colonia del Sacramento ou Punta del Este. Com 3 ou 4 dias dá só pro básico.
Qual a melhor época pra ir a Montevidéu?
Depende do estilo de viagem. O verão (dezembro a março) tem dias longos, rambla cheia e combina bem com praia em Punta del Este. As meias estações (outubro-novembro e março-maio) trazem temperaturas amenas, perfeitas pra caminhar. O inverno (junho a agosto) é frio e ventoso, mas a cidade fica deliciosa pra museus, cafés e milongas.
Vale a pena alugar carro pra essa viagem?
Dentro de Montevidéu, não é essencial — Uber resolve bem e os bairros turísticos são caminháveis. Mas pra encaixar vinícolas em Canelones, bate-volta pra Colonia ou Punta del Este, alugar carro economiza tempo e dinheiro. Pra viagens de 7 dias com essas paradas, compensa muito.
Punta del Este vale só no verão?
Não. Fora do verão, Punta del Este como bate-volta a partir de Montevidéu rende um ótimo dia — dá pra ver a Casapueblo, o porto, o monumento Los Dedos e a Avenida Gorlero sem multidão. No verão, sim, vale pernoitar lá. Mas pra 7 dias em Montevidéu, o bate-volta é mais que suficiente.
Precisa de visto pro Uruguai?
Não. Brasileiros entram no Uruguai apenas com RG (em bom estado) ou passaporte válido, sem necessidade de visto. A estadia de turista é de até 90 dias.
Dá pra pagar tudo no cartão em Montevidéu?
Quase tudo, sim. Cartão de crédito é amplamente aceito em restaurantes, hotéis, lojas e até em táxis e Uber. Mas vale ter alguns pesos uruguaios na carteira pra feiras de rua, gorjetas pequenas e mercadinhos. Cuidado com a cotação na hora de pagar — sempre escolha pagar em pesos, nunca em reais.
É seguro andar em Montevidéu?
Montevidéu é uma das capitais mais seguras da América do Sul, mas pede atenção como qualquer cidade grande. Centro e Ciudad Vieja à noite pedem mais cuidado. Pocitos, Punta Carretas, Carrasco e a rambla são tranquilos pra caminhar, principalmente de dia.
Qual a melhor região pra se hospedar em Montevidéu?
As mais recomendadas são Pocitos e Punta Carretas, bairros tranquilos, com boa rede de restaurantes e à beira da rambla. A Ciudad Vieja é boa pra quem quer estar no meio do circuito turístico, e o Centro/Cordón é prático e mais econômico. A gente detalha cada região no nosso guia.
Economize ao máximo na sua viagem ao Uruguai
- Economizando: não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para o Uruguai, com todas as dicas pra economizar ao máximo.
- Ingressos: saiba onde comprar ingressos pras atrações de Montevidéu da forma mais barata e segura.
- Carro: veja como alugar um carro no Uruguai pagando o menor preço possível.
- Pesos: conheça a melhor forma de levar dinheiro para o Uruguai, com os prós e contras de cada opção.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Montevidéu pra saber a melhor região e economizar muito no hotel.
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Montevidéu é uma cidade que cresce na gente quanto mais a gente fica. Sete dias é o tempo certo pra sair com aquela sensação de ter vivido a cidade — não só visto. Comida boa, vinho excelente, gente acolhedora e uma rambla que é praticamente um personagem da viagem. Boa viagem!





