
Se você tá se perguntando o que fazer em Luxor, prepara o coração: essa cidade é considerada o maior museu a céu aberto do mundo. Templos gigantescos, vales cheios de tumbas milenares, cruzeiro pelo Nilo e balão ao amanhecer — tem passeio pra encher facilmente 2 a 4 dias de viagem.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi a escala das coisas. A gente acha que sabe o tamanho, mas quando pisa na sala hipóstila de Karnak, com aquelas colunas gigantes, a sensação é de estar numa floresta de pedra. E o mais legal é que Luxor se divide em duas margens do Nilo: a Leste, com os templos ativos (Karnak, Luxor, museus), e a Oeste, com as necrópoles e tumbas dos faraós. Você faz a viagem inteira num vai e vem entre a “cidade dos vivos” e a “cidade dos mortos”.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Luxor a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
1. Templo de Karnak
Começando pelo maior de todos: Karnak é o principal complexo religioso do Egito Antigo e um dos maiores conjuntos de templos do mundo. E olha, não é “um” templo — é um complexo com vários templos, capelas e obeliscos dedicados a diferentes deuses, construído ao longo de dois mil anos por 67 faraós. Só a sala hipóstila, com 134 colunas gigantes, já vale a viagem.

Abre todos os dias, das 8h às 18h aproximadamente, e o ingresso costuma girar em torno de 150 EGP. À noite tem show de luz e som, que é uma experiência à parte (o pacote sai em torno de 250 a 400 EGP).
Dica insider: vá cedinho na abertura ou no final da tarde. A gente errou nessa: chegou no meio do dia, com aquele sol de rachar, e em uma hora já tava esgotado. Reserve pelo menos 2 a 3 horas — Karnak não é passeio pra fazer correndo. Leve água, chapéu e protetor solar, porque sombra ali é raridade.
2. Templo de Luxor (e a visita à noite)
O Templo de Luxor fica no coração da cidade, foi construído por Amenhotep III e Ramsés II, e é conectado a Karnak pela restaurada Avenida das Esfinges — uma “estrada de esfinges” de quase 3 km que virou um dos eixos monumentais mais impressionantes do mundo, reaberta ao público em 2021.

O grande diferencial é que ele funciona até a noite e fica lindamente iluminado depois do pôr do sol. Muita gente considera a visita noturna mais bonita que a diurna. O ingresso sai em torno de 150 EGP.
Dica: encaixa perfeitamente depois de um dia inteiro na Margem Oeste. Você volta pra cidade, janta perto da corniche (a orla do Nilo) e entra no templo pra ver as colunas iluminadas. Rende fotos incríveis com a mesquita que fica dentro do próprio complexo.
3. Vale dos Reis
Aqui é onde os faraós do Império Novo foram enterrados — inclusive Tutancâmon e Ramsés II. Fica a uns 4 km do Nilo, na Margem Oeste, e depois da bilheteria tem um trenzinho que leva até a entrada do vale.

O ingresso básico dá direito a visitar 3 tumbas, e fica em torno de 500 a 800 EGP. Pra entrar na tumba de Tutancâmon, tem que comprar bilhete separado — e vale a pena, mesmo com a múmia bem simples, pelo peso histórico do lugar. Outras tumbas especiais (como a de Ramsés VI ou Seti I) também podem exigir bilhete extra.
Aviso importante: pra tirar foto dentro das tumbas, muitas vezes é preciso comprar uma permissão de foto separada. Fique atento na bilheteria pra não levar susto.
Reserve umas 2 a 3 horas de visita. E uma dica que a gente aprendeu na marra: não tente ver todas as tumbas abertas. Escolha 3 ou 4 bem recomendadas (a de Ramsés III, por exemplo, tem 125 metros de comprimento, é impressionante) e curta com calma. Faraó tentando ver tudo sai exausto e sem apreciar nada.
4. Vale das Rainhas (com a tumba de Nefertari)
Um pouco ao sul do Vale dos Reis fica o Vale das Rainhas, onde foram sepultadas esposas e filhas dos faraós. É bem menos lotado e, na nossa opinião, um dos passeios mais subestimados de Luxor.

O ingresso comum sai em torno de 50 a 150 EGP e dá acesso a algumas tumbas. Mas o grande atrativo é a tumba da rainha Nefertari, esposa favorita de Ramsés II — muitos especialistas dizem que é a pintura de tumba mais bonita de todo o Egito. As cores estão absurdamente preservadas.
Só que tem dois “poréns”: o ingresso da tumba de Nefertari fica em torno de 1400 EGP (bem mais caro que qualquer outra atração de Luxor), e a tumba abre em dias específicos, com regras de conservação bem restritas — não é garantido estar aberta no seu dia de visita. Se puder, encaixa. É um passeio premium que compensa cada centavo pra quem gosta de arte.
5. Templo de Hatshepsut (Deir el-Bahari)
Um dos templos mais fotogênicos do Egito inteiro. Construído em três terraços encaixados na falésia, foi dedicado a Hatshepsut, uma das raríssimas mulheres a governar o Egito como faraó.

Fica na Margem Oeste, então dá pra combinar no mesmo dia com o Vale dos Reis, o Vale das Rainhas e os Colossos de Mêmnon. O ingresso fica na mesma faixa dos outros templos da região.
Uma dica que ninguém conta: a maioria dos turistas fica só na parte de baixo e sobe correndo pra tirar foto do conjunto. Mas os relevos internos, que contam a história da expedição a Punt e da coroação de Hatshepsut, são o que tem de mais interessante lá dentro. Sol direto o tempo todo, leve lenço e chapéu.
6. Colossos de Mêmnon
Duas estátuas gigantes de pedra, cada uma com 14 metros de altura e 700 toneladas, que há mais de 3.400 anos guardavam a entrada de um antigo templo funerário de Amenhotep III.

A visita é rápida (15-20 minutos) e a entrada é gratuita. Perfeito como parada fotográfica quando você está fazendo o circuito da Margem Oeste de carro ou com um tour. Vale saber que ao redor deles vêm sendo feitas escavações, expondo novas ruínas — a área tem ganhado relevância arqueológica.
7. Museu de Luxor
Se você tá cansado de tomar sol nos templos, o Museu de Luxor é a pausa perfeita — com ar-condicionado, iluminação impecável e um acervo que ajuda a entender tudo o que você viu nas ruínas.

Tem objetos de Tutancâmon, estátua de Tutmés III, um mural do Templo de Karnak e várias peças escavadas na região. O ingresso fica em torno de 150 a 250 EGP.
Muita gente ignora esse museu achando que “já viu tudo nos templos”, e perde o contexto histórico completo. É uma das melhores opções pra fim de tarde ou noite.
8. Museu da Mumificação
Pequeno, focado e às margens do Nilo, esse museu explica passo a passo o processo de mumificação — de humanos e animais — com múmias e os objetos usados em cada etapa do ritual.
Abre das 9h às 13h e das 17h às 20h, e o ingresso sai em torno de 100 a 150 EGP. É rápido, então encaixa bem depois de outro passeio. Ótimo pra famílias e pra quem se interessa pelos detalhes técnicos da mumificação — que envolvia até secar o corpo com sal por 40 dias.
Onde ficamos em Luxor (e 2 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Luxor é dividida em duas partes pelo rio Nilo. O lado oriental das metades – East Bank – é onde estão os famosos Templos de Luxor e Karnak. Essa é a área mais urbana de Luxor, trazendo restaurantes, shoppings, lojas e construções com maior infraestrutura. Se hospedando em East Bank, você ficará perto do comércio e terá um hotel de maior qualidade.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
9. Medinet Habu
Um dos templos menos conhecidos de Luxor e, justamente por isso, um dos mais gostosos de visitar. É o templo mortuário de Ramsés III, com afrescos e paredes decoradas que preservaram cores originais em vários pontos — algo raro nos templos mais famosos.

O ingresso sai em torno de 100 EGP e você consegue caminhar praticamente sozinho pelo templo. Se você gosta de fotografia e detalhes, esse é um dos passeios mais tranquilos e recompensadores da lista.
10. Passeio de balão ao amanhecer
Esse é um dos passeios mais buscados de Luxor — e com razão. Sobrevoar a Margem Oeste vendo o sol nascer sobre o Nilo, o Vale dos Reis, os campos e os templos é uma daquelas experiências que ficam pra vida.

Prepare-se pra acordar muito cedo: as vans buscam os passageiros antes do amanhecer no hotel. O passeio simples de balão sai a partir de uns R$ 250 por adulto, e existem pacotes que combinam balão com cruzeiro e Abu Simbel chegando perto de R$ 1.900.
Dica essencial: reserve com antecedência. Em alta temporada (outubro a março), quem deixa pra decidir na hora fica sem vaga ou pega horário ruim. E vale a pena garantir com uma agência que já tenha boas avaliações — a gente usa e recomenda esse site que a gente usa em todas as viagens, com pagamento em reais, sem IOF, parcelamento e cancelamento gratuito até 24h antes.
Compre os ingressos e passeios com antecedência
Falando nisso, vale uma explicação: em Luxor, resolver tudo na porta é uma dor de cabeça. Fila enorme, ingresso vendido separado, guia inflando preço, permissão de foto “surpresa”. A gente aprendeu que reservar tour com antecedência pelo site que a gente sempre usa em viagens economiza tempo, dinheiro e estresse.
A vantagem: pagamento em reais direto no cartão brasileiro (sem IOF), parcela em até 12x, cancelamento gratuito até um dia antes, guia em português em vários tours, e você já sai do hotel com tudo confirmado. A gente já usou dezenas de vezes em várias viagens e nunca teve problema.
Alguns dos passeios em Luxor que valem MUITO a pena reservar com antecedência:
- Tour completo por Luxor (Karnak, Luxor, Vale dos Reis, Hatshepsut, Colossos)
- Visita guiada ao Templo de Luxor e Karnak
- Vale dos Reis e das Rainhas, Colossos e Hatshepsut
- Museus de Luxor e da Mumificação
- Passeio de balão ao amanhecer
Cruzeiro pelo Nilo entre Luxor e Assuã
Se você tem alguns dias a mais, essa talvez seja a experiência mais icônica do Egito inteiro. O cruzeiro de 3 noites e 4 dias entre Luxor e Assuã (ou o inverso) navega pelo Nilo fazendo paradas em templos estratégicos ao longo do rio — como Edfu, Kom Ombo e Philae.

O pacote inclui hospedagem no barco, refeições, guia, ingressos das atrações, transporte e busca no hotel. Ou seja, é hospedagem + transporte + passeios num pacote só, o que simplifica MUITO a logística. A gente recomenda demais.
Dá uma olhada nesse cruzeiro de três noites pelo Nilo pra ver preço, itinerário e o que está incluído.
Passeio de felucca ao pôr do sol
Se cruzeiro de 4 dias é demais pro seu roteiro, uma alternativa curtinha e barata é o passeio de felucca — o barco a vela típico do Nilo. O passeio de umas 2h ao pôr do sol é um dos momentos mais tranquilos da viagem, com direito a rota até a Banana Island e opção de almoço ou jantar a bordo.
Sai em torno de 150 a 300 EGP por pessoa, mas combine o preço antes de embarcar (isso é regra em Luxor). E leve um casaco leve, porque venta no fim do dia.
Quando ir a Luxor
Luxor fica no meio do deserto e o verão é implacável. Julho e agosto passam facilmente dos 40°C, com sol direto o dia inteiro nos templos. A janela ideal é entre outubro e abril, quando as temperaturas ficam bem mais agradáveis e dá pra caminhar horas sem morrer de calor.
Vale saber: essa também é a alta temporada, então balão, cruzeiro e tours precisam ser reservados com antecedência. Deixar pra última hora costuma dar dor de cabeça.
Como se locomover em Luxor
Na Margem Leste (Templo de Luxor, Karnak, museus, corniche), dá pra fazer boa parte a pé ou com táxi curtinho. Nada é muito longe do centro.
Na Margem Oeste (Vale dos Reis, Vale das Rainhas, Hatshepsut, Colossos), o mais prático é contratar um tour com motorista ou táxi privado que faça o circuito todo. Tentar fazer por conta própria é possível, mas cansa e o preço no fim sai parecido.
Dica que salva: negocie o preço do táxi ANTES de entrar no carro, e sempre em libras egípcias — pagar em dólar ou euro sai muito mais caro. E se possível, prefira tours organizados com guia em português, principalmente pra Margem Oeste, onde a explicação histórica faz enorme diferença.
Erros que os brasileiros mais cometem em Luxor
- Subestimar o calor: visitar templos no meio-dia sem chapéu, água e protetor. Passa mal na hora.
- Tentar fazer tudo em 1 dia: Karnak + Luxor + Vale dos Reis + Rainhas + Hatshepsut de uma vez. Não dá. Divida em pelo menos 2 dias.
- Não conferir o que o ingresso inclui: achar que o ticket do Vale dos Reis dá acesso a todas as tumbas (não dá — nem à de Tutancâmon).
- Pular os museus: ficar só nos templos e perder o contexto histórico do Museu de Luxor.
- Deixar balão e cruzeiro pra reservar em cima da hora em alta temporada.
- Roupas muito reveladoras: o Egito é um país conservador. Ombros e joelhos cobertos evitam desconforto.
Seguro viagem para o Egito
O Egito não exige seguro obrigatório, mas honestamente é dos destinos onde a gente MAIS recomenda ter um. Atendimento médico particular pra estrangeiro é caro, tem risco de virose (o famoso “estômago do faraó”), calor extremo, imprevistos com voos e balões. Um seguro decente cobre tudo isso.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara em segundos as principais seguradoras e mostra a mais barata pro seu perfil de viagem. O link já vem com 18% de desconto exclusivo pra quem é do Grupo Dicas, então costuma sair bem mais em conta que ir direto no site das seguradoras.
Chip de celular pro Egito
No Egito você vai depender do celular pro tempo todo: mapa, tradução (o árabe não ajuda), Uber (funciona no Cairo), fotos, ligar pro hotel. Chegar sem internet lá é sofrimento.
A gente sempre compra esse chip de viagem que a gente usa antes de embarcar. Chega em casa por Sedex, é só encaixar no celular quando pousar e sair usando. Sinal excelente no Egito, pagamento em reais e sem aquela dor de cabeça de tentar comprar chip local no aeroporto (com fila enorme e sem falar inglês).
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Luxor
Quantos dias são ideais pra visitar Luxor?
O ideal são de 2 a 4 dias. Dois dias já dá pra ver os principais destaques (Karnak, Templo de Luxor, Vale dos Reis, Hatshepsut e Colossos). Se puder ficar 3 ou 4, dá pra encaixar o Vale das Rainhas, Medinet Habu, museus, balão e um passeio de felucca sem correria.
Qual é o melhor passeio pra fazer em Luxor?
O Templo de Karnak é o mais imponente e imperdível. Mas se pudesse escolher só um passeio único, muita gente coloca o balão ao amanhecer como a experiência mais marcante — pela vista aérea de toda a Margem Oeste e o nascer do sol sobre o Nilo.
Vale a pena pagar pra entrar na tumba de Tutancâmon?
Vale, principalmente pelo peso histórico. A tumba em si é pequena e a múmia bem simples, mas é a única do Vale dos Reis descoberta praticamente intacta, e a experiência de estar lá dentro é única. O bilhete é comprado à parte do ingresso base.
Precisa contratar guia em Luxor?
Muito recomendado, principalmente na Margem Oeste. Sem contexto histórico, os templos e tumbas viram “pedra bonita” — com guia, a viagem ganha outra dimensão. A melhor forma é reservar tours com guia em português ou inglês pelo site que a gente sempre usa.
É seguro visitar Luxor?
Sim, Luxor é considerada segura pra turistas. A cidade tem presença policial forte nos pontos turísticos e a maior parte dos incidentes é de trapaça de vendedor ou taxista. Negocie preços antes, ande com dinheiro trocado e evite andar sozinho de madrugada em áreas afastadas.
Qual a diferença entre Vale dos Reis e Vale das Rainhas?
O Vale dos Reis é onde estão as tumbas dos faraós (como Tutancâmon e Ramsés II) e é bem mais visitado. O Vale das Rainhas foi destinado a esposas e filhas da realeza, é mais tranquilo e tem como grande atração a tumba de Nefertari — considerada por muitos a mais bonita do Egito, mas com ingresso bem mais caro e nem sempre aberta.
Quanto custa fazer o cruzeiro pelo Nilo?
Os pacotes de 3 noites e 4 dias entre Luxor e Assuã costumam começar em alguns milhares de reais por pessoa, dependendo da categoria do barco e do que está incluso. O bacana é que geralmente vem tudo junto: hospedagem, refeições, ingressos e guia. Vale conferir os pacotes com antecedência pra pegar preço melhor.
Precisa de visto pra visitar Luxor?
Sim, brasileiros precisam de visto pra entrar no Egito. Dá pra tirar online (e-Visa) antes de viajar, ou na chegada ao aeroporto do Cairo. É simples e a maioria dos viajantes tira sem dificuldade.
Economize ao máximo na sua viagem ao Egito
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria sobre como viajar barato para o Egito, com todas as dicas pra economizar ao máximo.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos do Egito da forma mais barata e segura.
- Carro: pensando em alugar? Leia como alugar um carro no Egito com as dicas pro melhor preço.
- Dinheiro: descubra a melhor forma de levar dinheiro para o Egito, com prós e contras de cada opção.
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Luxor é um daqueles destinos que a gente sai transformado — não é exagero. É história pura, com uma escala que nenhum outro lugar do mundo tem. Se planejar direito, com pelo menos 2 ou 3 dias, ingressos comprados com antecedência e roteiro dividido entre Margem Leste e Oeste, você aproveita cada minuto sem se estressar. Boa viagem!