Parque Ibirapuera: uma das atrações mais visitadas de Sp

Veja todas as dicas do parque Ibirapuera. Para quem não sabe, esta é uma das atrações mais visitadas de Sp.

Sobre o parque Ibirapuera

Antes de qualquer coisa, é importante que você saiba que, se a Avenida Paulista é o coração de São Paulo, o Ibirapuera é pulmão.

O parque Ibirapuera é o parque urbano mais famoso de São Paulo, inaugurado em 1954 pelos 400 anos da cidade, com projetos arquitetônicos de Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Marx. O nome vem do tupi e significa, mais ou menos, “árvore velha”.

Para ter uma ideia, no Ibira você encontra quase 2 milhões de m² com lagos, pistas de corrida, ciclovias, áreas de piquenique e alguns dos melhores museus da cidade — MAM, Museu Afro Brasil e o auditório do Niemeyer.

A entrada no parque é totalmente gratuita, então não tem motivo para você não separar um dia do seu roteiro para ir até lá. Quanto ao horário de funcionamento, saiba que ele é das 5h às 00h todos os dias.

Mas, apesar do parque ser de graça, entenda que grande parte dos atrativos dentro dele são pagos. Então, se optar por ir ao MAM, ao auditório ou qualquer outra atividade, vale a pena se informar sobre os valores das entradas.

Além dos museus, o parque Ibirapuera é muito procurado por quem gosta de fazer atividade física. Em uma simples caminhada pelo local, você irá se deparar com visitantes: andando de bicicleta (existe um lugar específico, inclusive, para alugá-la), praticando skate, jogando altinha ou esportes nas quadras etc.

E, aos que desejarem apenas andar pelo parque, ao ar livre, com o cachorro ou animalzinho de estimação, este é um espaço perfeito para isso.

Algumas dicas que gostamos de dar, para quem opta por conhecer o “Ibira” são:

  • O parque é enorme, então reserve algumas boas horas para curti-lo ao máximo.
  • Em dias de sol, especificamente aos finais de semana, este é um ponto turístico muito requisitado de São Paulo. Portanto, a dica de ouro é tentar ir até lá o mais cedo possível.
  • Para ficar mais à vontade, opte por usar roupas confortáveis e tênis. Além disso, evite acessórios e itens de valor.
  • No Ibirapuera existem várias barraquinhas vendendo água de coco. Ao longo do seu passeio por lá, pare para se hidratar em uma delas.
  • Um erro muito comum entre os turistas é ficar só na área dos lagos. Nossa sugestão é para que você atravesse pro lado dos museus e do auditório, que é onde está a parte mais legal.
Planetário Ibirapuera

Ingresso para o tour pelo Parque Ibirapuera

Em um tour pelo “Ibira”, a ideia é justamente percorrer os principais pontos do parque sem se perder no caminho.

Como o espaço é enorme, dá pra passar batido por museus, pelo lago, pelo planetário e pelos monumentos se você não tiver um roteiro pronto. Por isso, um passeio guiado funciona tão bem pra quem visita o parque pela primeira vez.

Para reservar o tour guiado, a gente indica esse passeio aqui. O encontro acontece em torno das 15h30, nos portões 3 e 4 do parque, e dura cerca de 2 horas.

O legal é que dá pra escolher entre fazer o tour a pé ou de bicicleta (você leva a sua ou aluga no dia). Andando de bike, dá para ver bem mais coisa no mesmo tempo, o que ajuda muito num parque desse tamanho.

O roteiro começa pelo Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP), onde o grupo sobe até o mirante. Esta é uma das melhores vistas do parque e do skyline de São Paulo, além de ser um dos pontos altos do passeio.

De lá, o tour segue pelo jardim de esculturas e pelo Museu Afro Brasil, que tem mais de 6.000 obras sobre cultura afro-brasileira, história da escravidão e a influência africana na nossa sociedade.

Depois, o grupo passa pelo Planetário, pelas áreas onde acontecem aulas de ioga e luta (super movimentadas no fim de semana) e termina no Viveiro Manequinho Lopes, com cerca de 200 espécies de plantas. O passeio é finalizado no mesmo ponto de encontro do início.

Esse site que a gente sempre usa pra reservar passeios é um dos maiores do mundo, com pagamento em reais (sem IOF), parcelamento e cancelamento gratuito até 48h antes — o que é ótimo quando o plano da viagem ainda pode mudar.

Os valores do passeio guiado são divididos por faixa etária (crianças menores de 5 anos não são permitidas):

  • Adultos: em torno de R$ 40
  • Crianças até 13 anos: gratuito

A reserva costuma fechar até 3 dias antes da atividade, dependendo da disponibilidade, e o cancelamento gratuito vale até 48 horas antes. Em destinos como São Paulo, onde a agenda do parque muda bastante, vale reservar com antecedência pra garantir o lugar.

Se quiser, aproveite para ver também outros passeios que passam pelo parque Ibirapuera:

Perguntas frequentes sobre o parque Ibirapuera

Onde comer/beber no parque Ibirapuera?

Dentro do parque, dá pra resolver a fome em cafés e lanchonetes dos museus (o do MAM é um clássico, com vista pro verde. Para ter uma ideia, um lanche e café ficam em torno de R$ 15-40 por pessoa.

Pelo parque, também tem quiosques e food trucks com água de coco, sucos, pastel, sanduíches e refeições rápidas, na faixa de R$ 10-35.

Nas ruas do entorno (Vila Mariana, Jardins e Moema), tem padaria, bar e restaurante a até 15-20 minutos de caminhada, com refeições em restaurantes médios em torno de R$ 40-80 por pessoa.

Dica que faz diferença: leve garrafa de água reutilizável e snacks (frutas, barrinhas). Piquenique simples é permitido, mas churrasco e fogo são proibidos dentro do parque.

Como chegar ao parque Ibirapuera de metrô?

As estações mais próximas são a Ana Rosa (linha azul, cerca de 15 min a pé) e Brigadeiro (linha verde, cerca de 20 min a pé). Em dias de evento, ir de metrô é bem melhor do que tentar estacionar carro no entorno.

Ponte no Parque Ibirapuera em São Paulo

Tem estacionamento no parque Ibirapuera?

Sim. Há estacionamentos internos (faixas a partir de cerca de R$ 15 por dia, com diárias e tabelas variáveis) e vagas de zona azul nas ruas próximas. Em dias de Bienal, corridas ou grandes eventos, encha o tanque do carro e tenha paciência, pois a área fica super movimentada.

O parque Ibirapuera tem acessibilidade?

Sim. O parque tem áreas planas, rampas e banheiros acessíveis, e a maior parte dos museus internos também possui estrutura para pessoas com mobilidade reduzida.

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