London Pass vale a pena? Guia completo

Se você tá planejando conhecer Londres e ficou na dúvida se o London Pass vale a pena, esse post é pra você. A gente vai destrinchar o que esse passe inclui, quanto custa, o que fica de fora e, principalmente, pra qual tipo de viajante ele compensa de verdade.

Olha, quando a gente foi pela primeira vez a Londres, errou feio: comprou ingressos avulsos no impulso e só depois percebeu que, com um passe, teria pago bem menos visitando as mesmas atrações. Por isso esse guia existe — pra você fazer a conta certa antes de decidir.

E não esquece: aqui no nosso guia de como viajar barato para Londres a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

O que é o London Pass?

O London Pass é um passe turístico digital que dá acesso a dezenas de atrações de Londres por um número determinado de dias. Em vez de comprar ingressos individuais, você paga um valor fixo e visita os pontos incluídos durante o período escolhido.

Depois da compra, o passe fica disponível direto no celular. Ele é ativado na primeira atração visitada e, a partir daí, começa a contar os dias de uso. Ou seja, não tem cartão físico obrigatório, o que facilita demais o dia a dia. No total, são mais de 90 atrações, e dá pra conferir todas elas nessa lista aqui.

O passe é da empresa Go City e você escolhe a duração: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 10 dias. Vale lembrar que existem duas versões: o London Pass clássico, com acesso a mais de 100 atrações principais, e o London Pass Plus, que inclui as mesmas atrações mais algumas experiências premium, como o The Shard e a Madame Tussauds.

O valor varia bastante de acordo com a quantidade de dias e o tipo de passe. Em média, os preços começam em torno de £80 a £90 para passes de 1 dia e podem ultrapassar £200 nos passes de vários dias para adultos. A versão Plus costuma sair cerca de £30 a £40 mais cara nas durações curtas, justamente por incluir as atrações premium.

Crianças de 5 a 15 anos pagam menos, e menores de 5 anos geralmente não pagam, dependendo da atração. Também é comum aparecer promoção sazonal, do tipo 10% a 15% de desconto, direto pela Go City.

Ponte em Londres

Vale a pena comprar o London Pass?

Vamos ao que interessa. A forma mais honesta de saber se vale a pena é fazer as contas. Olha só alguns preços típicos de ingressos avulsos (que variam conforme data e horário): a Tower of London sai por volta de £30, o The View from The Shard em torno de £30 a £35, o passeio de ônibus hop-on hop-off por uns £30 a £35 e o cruzeiro no Tâmisa (tipo Uber Boat) por cerca de £20.

Só essas quatro atrações, somadas, já passam de £110 a £120 em ingressos separados. Um London Pass de 1 dia costuma ficar numa faixa parecida, dependendo da versão, e ainda libera várias outras entradas sem custo extra. Ou seja: se você pretende encaixar 3 ou 4 atrações pagas por dia, a chance de o passe compensar é alta.

Num passe de 3 dias, se você visitar várias atrações de preço médio ou alto, o total dos ingressos avulsos pode passar fácil de £200, gerando uma economia considerável com o passe. A Go City costuma anunciar economia de até 21% no clássico e até 29% no Plus, sempre pra quem aproveita bem.

Tem ainda a vantagem de comprar pagando em real e parcelando. A gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens pra garantir ingressos e o próprio London Pass: o valor aparece em real, dá pra parcelar, o cancelamento costuma ser gratuito e tem suporte em português. Pra quem tem receio de comprar em libra, ajuda demais a ter noção imediata do orçamento.

Por outro lado, se você prefere viajar com calma, focar em passeios gratuitos, caminhadas e parques, com poucos pontos pagos, talvez o passe não compense tanto. Por isso a gente sempre recomenda listar as atrações que você de fato quer visitar, somar os ingressos e comparar com o valor do passe pros dias escolhidos.

The London Pass

Quais atrações estão incluídas no London Pass?

Sem dúvida, um dos maiores atrativos do London Pass é a quantidade de atrações. Ele inclui pontos super procurados por quem visita Londres pela primeira vez, como a Torre de Londres, a Abadia de Westminster, a Catedral de São Paulo, a Tower Bridge Exhibition, passeios de barco pelo Tâmisa e ônibus turísticos.

Além dos pontos mais famosos, o passe também cobre museus pagos, palácios, castelos e experiências culturais que nem sempre entram no roteiro básico. Em muitos planos entra até o Castelo de Windsor e o London Zoo. Isso permite montar um roteiro mais variado e aproveitar melhor o investimento, desde que você tenha tempo e disposição pra visitar vários lugares.

No London Pass Plus, entram ainda atrações como o The Shard (o mirante), a Madame Tussauds, o tour do estádio do Arsenal e experiências imersivas como o Frameless. Essas inclusões costumam ser viradas de jogo na conta, porque são atrações caras quando compradas separadamente.

Vale lembrar: nem toda atração de Londres faz parte do passe. O London Eye, por exemplo, não entra no clássico, e algumas experiências populares ficam de fora. Por isso a gente sempre recomenda conferir a lista antes de decidir.

Abadia de Westminster

Como o London Pass funciona na prática

Na prática, usar o London Pass é bem simples. Você recebe um QR code no app ou por e-mail, apresenta na entrada da atração e entra sem pagar o ingresso naquele momento. Em alguns casos, tem fila específica pra quem usa o passe, o que ajuda a economizar tempo.

Um ponto essencial: o London Pass funciona por dias de calendário, e não por períodos de 24 horas. Isso significa que, se você ativar o passe às 14h de uma sexta, um passe de 3 dias vale até as 23h59 do domingo. Então, se começar a usar à tarde, aquele dia já conta como um dia inteiro — esse é um dos erros que mais derruba a economia da galera.

Outra coisa importante: algumas atrações exigem reserva de horário mesmo pra quem tem o passe. Se a reserva não for feita com antecedência, a entrada pode não ser garantida, principalmente em períodos de maior movimento.

Entre as atrações que costumam exigir agendamento prévio estão o The View from The Shard, a Tower of London, o London Bridge Experience, o Uber Boat by Thames Clippers e algumas visitas guiadas a pé incluídas no passe.

Big bus em Londres

O que o London Pass não inclui

Apesar de ser bem completo, o London Pass não cobre tudo. O ponto mais importante pro brasileiro: transporte público (metrô, ônibus, DLR, Overground) não está incluído no passe clássico, e os traslados de/para aeroporto (Heathrow, Gatwick) também não entram.

Muita gente confunde o London Pass com cartões de transporte tipo o antigo Travelcard e acha que metrô e ônibus estão incluídos. Não estão. Você vai precisar de um Oyster card físico ou usar contactless/cartão internacional pra se locomover, e isso entra no orçamento à parte.

O passe também não contempla atrações fora de Londres que não estejam na lista, e foi pensado pra uso dentro da cidade (com exceção de itens como o Castelo de Windsor, que entra em alguns planos). Por isso, esse ponto precisa entrar no seu planejamento geral de viagem.

Inverno em Londres

Para qual perfil de viajante o London Pass vale mais

O passe tende a valer mais pra quem está na primeira vez em Londres, com foco nas atrações obrigatórias, e em viagens de 2 a 5 dias cheios na cidade. Nos meses de primavera e verão (abril a setembro), o dia é mais longo e dá pra encaixar mais atrações, então o passe rende ainda mais.

Também compensa pra quem não se importa em fazer dias cheios (3 ou 4 atrações pagas por dia) e curte aquele ritmo de checklist. Quanto mais atrações pagas você emenda, melhor a matemática fica.

Por outro lado, tende a não compensar pra quem prefere viajar devagar, com 1 atração paga por dia, pra quem ama os museus gratuitos (British Museum, National Gallery, Tate Modern, Science Museum, V&A — todos de graça) e pra quem vai passar muitos dias espalhando as atrações pagas. Nesses casos, ingressos avulsos costumam sair melhor.

Dicas práticas pra aproveitar o London Pass

Pra extrair o máximo do passe sem dor de cabeça, anota essas dicas que a gente aprendeu na prática:

  • Ative pela manhã: como o passe conta por dia de calendário, comece cedo, por volta da abertura das atrações (umas 9h–10h), pra não queimar meio dia à toa.
  • Organize por região: agrupe atrações por bairro — City of London num dia, Westminster e South Bank em outro — pra perder menos tempo no deslocamento.
  • Reserve horário quando exigido: confira sempre as condições no site da Go City antes de montar o roteiro, principalmente no verão e em feriados.
  • Compre menos dias e use bem: muita gente compra 5 ou 7 dias animada com a economia, mas chega cansada, pega chuva, jet lag, e acaba usando intensamente só 2 ou 3 dias. Melhor comprar menos e aproveitar muito.
  • Confira se a atração que você quer está mesmo na lista: ela muda ao longo do tempo. Alguns acham que o London Eye está incluído, e não está no plano padrão.

Pra se locomover entre uma atração e outra, esquece carro: Londres tem metrô, ônibus e trens excelentes, com ZTL e estacionamento caríssimo no centro. O London Pass não cobre transporte, então o ideal é usar contactless ou Oyster e se virar de metrô — é mais rápido e barato.

E uma dica de ouro de proteção: o atendimento médico fora do Brasil é caríssimo, e qualquer imprevisto em viagem vira uma conta absurda. A gente nunca sai sem usar esse comparador de seguros, que mostra as melhores opções lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo aplicado. É proteção financeira que vale cada centavo.

Pra usar o celular tranquilo desde que pisar em Londres, sem depender de wi-fi pra usar mapa, traduzir cardápio e reservar horário das atrações, a gente garante antes de viajar esse chip de viagem que a gente usa. É fácil de ativar e evita aquele perrengue de chegar offline.

Onde comprar o London Pass

Dá pra comprar o London Pass de algumas formas. A mais prática pro brasileiro é por esse site que a gente usa em todas as viagens, que mostra o valor em real, deixa parcelar e tem suporte em português — ótimo pra já saber quanto vai pesar no orçamento.

Também existe o site oficial da Go City, onde costumam aparecer as melhores promoções sazonais. E, pra quem decide em cima da hora, tem pontos físicos de venda em Londres, como os balcões do Heathrow Express nos terminais 3 e 5 e a estação London Paddington.

O processo online é simples: escolhe a cidade, o tipo de passe (quantos dias e se é Plus ou não), coloca no carrinho, paga com cartão e recebe o passe digital por e-mail ou no app.

Pra fechar bem a viagem, ficar bem localizado em Londres faz toda a diferença: você anda menos de metrô, ganha tempo nos passeios e fica perto das principais atrações que entram no London Pass. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Londres:

Onde ficamos em Londres (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Londres. Uma é a região de Westminster, para quem quer ficar perto dos pontos turísticos. A outra é Covent Garden, que fica bem perto do centro da cidade.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Mapa personalizado dos melhores hotéis em Londres

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre o London Pass

O London Pass vale a pena de verdade?

Vale a pena pra quem vai fazer turismo clássico, visitar várias atrações pagas em poucos dias e montar um roteiro bem planejado. Se você encaixar 3 ou 4 atrações pagas por dia, a economia tende a ser alta. Pra quem viaja devagar ou foca em museus gratuitos, costuma não compensar.

O London Pass inclui transporte público?

Não. Metrô, ônibus, DLR, Overground e os traslados de aeroporto não estão incluídos no passe clássico. Você vai precisar de um Oyster card ou usar contactless/cartão internacional pra se locomover.

Quanto custa o London Pass?

Os preços começam em torno de £80 a £90 para o passe de 1 dia e podem ultrapassar £200 nos passes de vários dias para adultos. A versão Plus, que inclui atrações premium, costuma sair de £30 a £40 mais cara nas durações curtas.

Qual a diferença entre London Pass e London Pass Plus?

O clássico dá acesso a mais de 100 atrações principais. O Plus inclui as mesmas atrações mais experiências premium, como o The Shard, a Madame Tussauds, tours de estádio e atrações imersivas como o Frameless.

Como funciona a validade do London Pass?

Por dia de calendário, e não por 24 horas. Se você ativar às 14h de uma sexta, um passe de 3 dias vale até as 23h59 do domingo. Por isso o ideal é ativar pela manhã.

Crianças pagam o London Pass?

Crianças de 5 a 15 anos pagam um valor menor, e menores de 5 anos geralmente não pagam, dependendo da atração. Vale conferir as condições na hora da compra.

Onde comprar o London Pass mais barato?

Dá pra comprar pagando em real e parcelado em plataformas de ingressos, no site oficial da Go City (onde aparecem promoções sazonais) ou em pontos físicos em Londres, como Heathrow Express e Paddington.

Economize ao máximo na sua viagem a Londres:

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Londres, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Londres da forma mais barata e segura.
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  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Londres pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
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No fim das contas, o London Pass é uma excelente ferramenta de economia pra quem vai fazer um roteiro intenso de atrações pagas em Londres. A nossa dica final é simples: liste o que você quer visitar, some os ingressos avulsos e compare com o valor do passe pros dias que você vai usar. Se a conta fechar a favor do passe (ou empatar), vale demais — você ainda ganha o conforto de não comprar ingresso por ingresso. Boa viagem!