Melhores passeios em Jericoacoara: guia completo

Se você está montando a viagem e quer saber quais são os melhores passeios em Jericoacoara, chegou no lugar certo. Jeri é um daqueles destinos que mistura natureza bruta com lagoas de água turquesa, dunas que parecem deserto e um pôr do sol que a galera aplaude todo dia de pé na areia.

A gente vai te mostrar os passeios que valem cada centavo, faixa de preço de cada um, qual a melhor forma de fazer (buggy, quadriciclo ou jardineira) e os erros bobos que dá pra evitar. Quando a gente foi, o que mais surpreendeu foi como cada lado de Jeri tem uma cara totalmente diferente: o leste é cartão-postal, o oeste é aventura raiz.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Jericoacoara a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato: hotel, transporte, seguro, comida e ingressos, com um passo a passo de verdade.

Como funcionam os passeios em Jeri (e quanto custam)

A primeira coisa que você precisa entender é que em Jericoacoara os passeios são “empacotados” em circuitos. Os principais são o Lado Leste (lagoas e cartões-postais), o Lado Oeste/Tatajuba (aventura, dunas e mangue), o Extremo Leste (versão estendida) e os day use em lagoas e beach clubs específicos.

Como Jeri fica dentro de uma área de Parque Nacional, carro comum não roda na areia. Por isso quase tudo é feito de buggy, quadriciclo ou jardineira (4×4 compartilhado). As saídas costumam ser de manhã, por volta das 9h, com volta entre 15h e 16h, somando umas 5 a 6 horas de passeio.

Pra escolher o meio de transporte, pensa no seu perfil:

  • Buggy privativo (até 4 pessoas): mais liberdade pra escolher paradas e horários. Costuma sair em torno de R$ 550 a R$ 650 por buggy nos passeios principais, variando com a época.
  • Quadriciclo (2 pessoas, você dirige): mesmo roteiro do buggy, com aquela pegada de pilotagem. Faixa parecida com a do buggy.
  • Jardineira / 4×4 compartilhado (até 10-12 pessoas): a opção mais econômica. O passeio completo do leste ou oeste fica em torno de R$ 70 a R$ 100 por pessoa, e o traslado só pra uma lagoa, em torno de R$ 50 por pessoa.

Outra coisa importante de planejamento: Jeri cobra uma Taxa de Turismo Sustentável (de Jijoca/Jericoacoara), em torno de R$ 40 a R$ 45 por pessoa, válida por até 10 dias. Ela é paga antes ou na chegada à vila, e a fiscalização é frequente, então não deixa pra depois.

Como Jeri é um destino espalhado e tudo se faz “de roda” na areia, alugar um carro pra rodar a região no entorno de Fortaleza faz toda a diferença pra chegar e circular com liberdade.

Aluguel de carro (economize até 34%)

A principal dica pra economizar muito na chegada e nos deslocamentos pela região é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá: usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino, então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois. Lembrando que, na areia de Jeri mesmo, você não vai dirigir o seu carro: usa buggy, quadriciclo ou jardineira.

Passeio Lado Leste: lagoas e cartões-postais

Esse é o circuito mais clássico de Jericoacoara, cheio de lagoas de água doce azul-esverdeada e paradas em clubes com redes dentro d’água. É o passeio que praticamente todo mundo faz, e por bons motivos.

A Lagoa do Paraíso é a estrela: água turquesa transparente, redes dentro d’água pra relaxar e vários beach clubs à beira da lagoa, sendo o Alchymist o mais conhecido. O day use costuma ficar em torno de R$ 30 a R$ 50 por pessoa, dependendo da estrutura e do consumo.

A Lagoa Azul, embora menos famosa, é igualmente linda e tem clima de balneário. Se a parada for num clube tipo o Club Lagoa Azul, costuma ter entrada em torno de R$ 30 a R$ 40 por pessoa.

IMPORTANTE: pra aproveitar melhor todos os passeios de Jeri, ficar bem localizado faz TODA a diferença. Depois dá uma olhada na nossa matéria de onde ficar em Jericoacoara, onde a gente explica qual é a melhor região e como economizar muito com o hotel.

O leste também passa por outros pontos famosos. A Árvore da Preguiça recebe esse nome porque o vento constante deitou os galhos sobre o chão: uma verdadeira obra da natureza e ponto de foto garantido. Tem ainda a Praia do Preá, reduto do kitesurf, com mar mais agitado e muito vento.

E vem crescendo bastante a procura pelas lagoas artificiais, como o Buraco Azul e o Lagun Beach, formadas em antigas áreas de extração de areia. Elas têm decks, redes, tirolesas e aquelas estruturas instagramáveis, com entrada em torno de R$ 20 a R$ 50 por pessoa, dependendo da estrutura.

Pra quem quer reservar o tour do leste com antecedência e garantir vaga, dá pra ver os ingressos em esse site que a gente usa em todas as viagens. É prático e você já chega com tudo organizado.

Passeio Lado Oeste (Tatajuba): aventura, dunas e mangue

Se o leste é cartão-postal, o oeste é aventura raiz. Esse lado promete tranquilidade e adrenalina em partes iguais, com clima mais rústico, manguezais, travessia de rio em balsa e dunas pra rodar.

No trajeto de buggy você atravessa dunas móveis e rios em balsas improvisadas: a travessia do rio Guriú de balsa, por exemplo, costuma sair em torno de R$ 30 por carro (ida e volta). Pelo caminho rolam atrações como a Lagoa de Tatajuba, principal parada pra banho e almoço, cercada de dunas e com barracas simples, redes dentro d’água e peixe fresco.

Tem também o famoso Mangue Seco, um cenário único formado por árvores secas que ficam submersas na maré alta, e que rende fotos lindas. E, opcionalmente, dá pra fazer um passeio de canoa pra ver cavalos-marinhos no mangue (uns 25-30 minutos, em torno de R$ 20 por pessoa) e cair na esquibunda e no toboágua das dunas (em torno de R$ 20 a R$ 25 por pessoa).

Na Tatajuba dá pra desfrutar da culinária local nos melhores restaurantes da região. Pra garantir a vaga no tour, dá pra comprar os ingressos em esse site. A gente errou nessa na primeira vez: deixou pra fechar de última hora na alta temporada e quase ficou sem buggy bom.

Passeio Extremo Leste: a versão turbinada

O Extremo Leste é uma versão estendida do passeio clássico: repete parte do roteiro do leste (Árvore da Preguiça, lagoas) mas segue até a região da Barrinha, com mais dunas e clubes à beira de lagoa e mar.

Por lá tem paradas em locais como o Manzuá Pier Club ou o restaurante Komaki, e as entradas nos clubes da Barrinha giram em torno de R$ 30 por pessoa. Normalmente é feito de buggy privativo, e o custo fica em torno de R$ 650 a R$ 800 por carro, somando o valor do leste mais o acréscimo por distância e tempo extra. Vale pra quem já conhece o leste básico e quer ir além.

Pedra Furada: trilha, maré e horários

A Pedra Furada é um dos cartões-postais mais famosos de Jeri: uma formação rochosa moldada pela força do mar e do vento, com um furo natural. O mais legal é que, em algumas épocas do ano, o sol se encaixa exatamente nesse furo na hora de se pôr.

Tem três formas de chegar:

  • A pé pela praia, saindo da praia de Jeri. São uns 40 a 60 minutos por trecho. Atenção: esse caminho só é confortável e seguro com a maré baixa, então confere a tábua das marés antes de sair.
  • Pelo Morro do Serrote, um caminho mais curto mas com subida, saindo perto da vila.
  • De carro até um ponto mais próximo e depois uma curta caminhada: alguns passeios de buggy já incluem essa parada.

Na alta temporada forma fila pra foto na pedra, principalmente na época em que o sol se põe no furo. Leva água, protetor solar e um chinelo confortável, porque o solo esquenta muito.

Pôr do sol: a duna e a praia

Assistir ao pôr do sol é uma experiência praticamente obrigatória em Jeri. Por muitos anos o ponto principal foi a Duna do Pôr do Sol, mas ela diminuiu com o tempo, e hoje o pôr do sol é muito apreciado também direto da praia.

Tem uma tradição linda por lá: todos os dias, turistas e locais se reúnem pra aplaudir o sol quando ele some no horizonte do mar. É um daqueles momentos que ficam na memória. Como a procura é grande, chega cedo pra garantir um bom lugar.

Pôr do sol na duna em Jericoacoara

Passeio de cavalo na praia

Pra quem busca um passeio mais romântico ou fora do comum, cavalgar pela orla de Jeri é uma ótima pedida. Você monta a cavalo e segue ao longo da praia até a Pedra Furada, e o melhor: esses passeios são acompanhados por guias locais, que contam curiosidades da vila.

A gente recomenda agendar com antecedência. Se der pra fazer no nascer ou no pôr do sol, melhor ainda: a luz fica perfeita pras fotos.

Passeio a cavalo em Jericoacoara

Kitesurf e windsurf: o passeio esportivo

Jeri é considerada um dos melhores destinos do mundo pra kitesurf e windsurf, graças aos ventos fortes e constantes. Entre agosto e dezembro a região fica cheia de praticantes do mundo todo.

Se você já é experiente, dá pra alugar equipamento e cair na água. E se for iniciante e quiser um passeio diferente, cheio de adrenalina, vale conversar com as escolas locais, que oferecem aulas pra todos os níveis.

Kitesurf em Jericoacoara

A gente tem uma matéria sobre a época de chuvas em Jericoacoara onde explica tudo sobre as temporadas e temperaturas de Jeri. Mas, pra quem está curioso sobre a época de ventos, ela vai de julho a dezembro, o melhor momento pra aprender os esportes.

Passeio de quadriciclo em Jericoacoara

Continuando na pegada de aventura, o quadriciclo virou febre em Jeri e hoje é oferecido em praticamente todos os roteiros tradicionais, com valores parecidos com os do buggy. É uma forma super divertida de conhecer as dunas e as lagoas pilotando você mesmo.

Em geral você segue com um guia local, que vai te informando de tudo enquanto percorre trilhas e acessa locais de difícil acesso. Pra reservar e ver mais informações, dá pra olhar esse site que a gente sempre usa.

Passeio de quadriciclo em Jericoacoara

Day use nas lagoas e beach clubs

Além dos circuitos fechados, muita gente prefere passar o dia inteiro numa lagoa ou beach club específico, sem ficar trocando de parada o tempo todo. As opções mais procuradas são a Lagoa do Paraíso (Alchymist e outros clubes), o Buraco Azul e o Lagun Beach.

Pra ir, dá pra pegar uma jardineira/4×4 compartilhado só até a lagoa, em torno de R$ 50 por pessoa (ida e volta), ou negociar buggy/quadriciclo privativo com a agência. Some a isso a entrada de cada lugar: no Alchymist, em torno de R$ 30 a R$ 50 por pessoa; no Lagun Beach e nos buracos azuis, em torno de R$ 20 a R$ 50, conforme a estrutura.

Melhor época pra ir e fazer os passeios

O clima de Jeri se divide basicamente em duas estações. A estação chuvosa vai de fevereiro a maio: os preços de hospedagem e passeios costumam ser menores, mas tem risco de dias nublados e chuva, e algumas lagoas ficam mais cheias.

A estação seca vai de junho a janeiro, com auge entre agosto e dezembro: céu azul quase garantido e ventos fortes, ótimos pro kitesurf. As lagoas tendem a estar mais bonitas entre julho e outubro.

Resumindo: quem busca lagoas cheias e sol, julho a outubro é o melhor. Quem quer economizar, fevereiro a maio costuma ter preços menores, com o porém da chuva.

Erros comuns que dá pra evitar

Pra sua viagem render mais, fica esperto com esses tropeços clássicos:

  • Não checar a maré pra ir à Pedra Furada a pé: com maré alta, o caminho pela praia fica bem mais difícil e perigoso.
  • Subestimar o sol e o vento: mesmo com brisa constante, o sol é forte. Em passeios de 5-6 horas, faltar protetor, chapéu e água é um problema real.
  • Levar pouco dinheiro em espécie: atrações pequenas (canoa do cavalo-marinho, esquibunda, balsa, vendedores nas dunas) costumam preferir dinheiro.
  • Esquecer a Taxa de Visitação: a fiscalização existe, não deixa pra resolver depois.
  • Fechar passeio só pelo menor preço: pesquisa as avaliações da agência ou do bugueiro pra evitar dor de cabeça com segurança e pontualidade.
  • Ir de tênis fechado pra passeio de areia: tênis enche de areia e esquenta. Chinelo ou sandália é muito melhor por lá.

Uma dica de ouro que a gente aprendeu na prática: combine bem o roteiro com o bugueiro antes de sair, definindo quanto tempo em cada parada e se vai incluir Buraco Azul, Barrinha ou alguma lagoa específica.

Compre seus ingressos online e com antecedência

Uma das formas mais práticas de organizar os passeios de Jeri é pesquisar com antecedência o que você quer fazer e já reservar online. Em esse site que a gente sempre usa dá pra escolher a data e garantir a entrada, evitando fila e agilizando o processo quando chegar na vila.

Além disso, é o maior site de passeios do mundo, com suporte em português, e lá você encontra praticamente todos os principais tours de Jeri e arredores: tour pelas melhores praias do Ceará, tour privado de buggy, tour pelo oeste de Jericoacoara e por aí vai.

Como o atendimento médico fora de casa pode sair caro, e qualquer imprevisto numa viagem cheia de aventura como Jeri pode pesar no bolso, vale muito fazer um seguro viagem. A gente usa esse comparador de seguros, que já vem com 18% de desconto exclusivo e te dá proteção contra emergências médicas, bagagem e cancelamentos, sem aquele aperto financeiro.

Com criança ou casal, ficar bem localizado em Jeri faz toda a diferença: menos tempo perdido no deslocamento e mais tempo aproveitando lagoa e pôr do sol. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Jericoacoara:

Onde ficamos em Jericoacoara (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Para escolher a sua hospedagem em Jericoacoara, recomendamos que fique no centro da vila. Além de oferecer uma ampla variedade de hotéis e pousadas, restaurantes, bares e lojas, no centro estará perto de tudo.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre os passeios em Jericoacoara

Quais são os melhores passeios em Jericoacoara?

Os principais são o passeio do Lado Leste (lagoas como Paraíso e Azul, Árvore da Preguiça e Praia do Preá), o Lado Oeste/Tatajuba (mangue, dunas e lagoa de Tatajuba), a Pedra Furada e o pôr do sol. Também valem o passeio a cavalo, o kitesurf e o quadriciclo.

Quanto custam os passeios em Jeri?

De buggy privativo (até 4 pessoas), os passeios principais ficam em torno de R$ 550 a R$ 650 por carro. O quadriciclo tem valor parecido. Na jardineira/4×4 compartilhado, o passeio completo sai em torno de R$ 70 a R$ 100 por pessoa. Há ainda entradas de beach clubs e a taxa de turismo à parte.

Preciso de buggy ou dá pra fazer os passeios sozinho?

Como Jeri fica dentro de uma área de Parque Nacional, carro comum não roda na areia. A maioria dos passeios é feita de buggy, quadriciclo ou jardineira. Para famílias e grupos de até 4 pessoas, o buggy privativo costuma compensar; pra quem está sozinho ou em dupla, a jardineira compartilhada é a melhor relação custo-benefício.

Qual a melhor época pra visitar Jericoacoara?

Pra lagoas cheias e sol, julho a outubro tende a ser o melhor período. Pra economizar, fevereiro a maio costuma ter preços menores, com o risco de chuva. A época de ventos (ótima pro kitesurf) vai de julho a dezembro.

Como chegar na Pedra Furada?

Dá pra ir a pé pela praia (40 a 60 minutos por trecho, só com maré baixa), pelo Morro do Serrote (mais curto, com subida) ou de carro até um ponto próximo seguido de uma curta caminhada. Sempre confira a tábua das marés antes de ir a pé.

Existe taxa de entrada em Jericoacoara?

Sim. Jeri cobra uma Taxa de Turismo Sustentável, em torno de R$ 40 a R$ 45 por pessoa, válida por até 10 dias. Ela é paga antes ou na chegada à vila, e a fiscalização é frequente.

Vale a pena reservar os passeios com antecedência?

Sim, principalmente na alta temporada (Réveillon, janeiro, julho e feriados). Reservar com pelo menos 1 dia de antecedência garante vaga e evita ficar sem buggy bom de última hora.

Economize ao máximo na sua viagem a Jericoacoara:

Jeri é daqueles destinos que a gente sempre quer voltar: cada lado tem sua personalidade, e dá pra montar dias de pura aventura ou de puro relaxamento em lagoa. Planeje os passeios com calma, leve chinelo e protetor, e separa um fim de tarde só pra aplaudir o sol na praia. Boa viagem!