
Se tem um passeio que vira quase obrigatório em qualquer roteiro por Bariloche, é o Museo del Chocolate Havanna. É curtinho, barato e delicioso (literalmente) — daquele tipo que encaixa fácil num dia de chuva ou entre uma atração e outra, sem comprometer a programação.
A gente já passou por lá e o que mais surpreendeu foi como o passeio é mais rico do que parece: tem história de verdade, máquinas antigas, esculturas gigantes de chocolate e, claro, a degustação no final, que pra muita gente é a melhor parte. Vale demais a parada.
Neste guia a gente reuniu tudo o que você precisa saber: horários, quanto custa, como chegar, melhor horário pra ir e os erros que os brasileiros mais cometem por lá. E não esquece: aqui no nosso guia de como viajar barato para a Argentina a gente juntou tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato.
O que é o Museo del Chocolate Havanna
O Museo del Chocolate Havanna é um dos passeios mais tradicionais e famosos de Bariloche, e não é por menos. Ele é um espaço dedicado à história do chocolate, transitando desde a época dos astecas e dos povos pré-colombianos até a chegada da iguaria na Europa e a fabricação moderna.
A estrutura é composta por cerca de 6 salas temáticas, onde você se informa sobre as questões históricas, entende como funciona o processo de fabricação (do cultivo do cacau até a barra pronta, o famoso “bean to bar”) e, claro, faz uma degustação no final.
O museu tem painéis informativos, exibições interativas, vídeos educativos, maquinário antigo e moderno, antiguidades ligadas ao chocolate e demonstrações ao vivo dos confeiteiros. Um dos grandes destaques são as esculturas grandes de chocolate, super fotogênicas — rendem ótimas fotos pra galera que curte registrar tudo.
A marca Havanna é quase um patrimônio afetivo dos argentinos, principalmente pelos alfajores, e o museu usa essa conexão emocional como parte da narrativa. Pra completar, o prédio é charmoso, histórico, com vista pro Lago Nahuel Huapi.
Como é a visita guiada e a degustação
A visita é guiada e dura em torno de 30 minutos. Normalmente é em espanhol, mas é tranquila de entender mesmo sem fluência — e dependendo da equipe e do horário, dá pra encontrar explicações em português ou inglês.
O roteiro mostra todo o processo do chocolate, do cacau ao produto final, e termina com uma degustação de produtos Havanna (tipo chocolate quente ou pedacinhos de bombom), que os brasileiros costumam elogiar bastante. Com o tempo de loja, fotos e um cafezinho, dá pra ficar entre 45 minutos e 1 hora no total.
No mesmo prédio funcionam a loja oficial Havanna — com chocolates, alfajores, tabletes e lembrancinhas — e uma cafeteria, onde você pede chocolate quente, café e alguns lanches. Os produtos que mais saem são alfajores, barras de chocolate e trufas. Se você é chocólatra de plantão, vai amar.
Uma vantagem boa: parte do valor do ingresso costuma ser abatida nas compras da loja, o que deixa o passeio ainda mais atrativo no bolso.
Como chegar ao Museo del Chocolate Havanna
O museu fica na Av. Exequiel Bustillo 1200, em San Carlos de Bariloche, pertinho do Centro Cívico, na direção do Llao Llao e na mesma avenida que margeia o Lago Nahuel Huapi. É fácil de incluir num city tour ou num passeio pela orla.
Dá pra ir a pé do Centro Cívico: são cerca de 1 a 1,5 km pela Av. Bustillo, uma caminhada de 15 a 20 minutos com vista pro lago em boa parte do trajeto. Também rolam ônibus urbanos que seguem pela Bustillo (os que vão pro Llao Llao) com parada perto do número 1200 — vale confirmar a linha e a forma de pagamento na hora.
Mas a dica que a gente sempre dá pra quem vai a Bariloche é alugar carro. A região é espalhada, com várias atrações afastadas (Cerro Otto, Cerro Catedral, Circuito Chico, Llao Llao), e ter um carro deixa tudo muito mais confortável e flexível. Pra esse museu em si o carro nem é essencial, mas pra aproveitar a região toda faz toda diferença.
Aluguel de carro em Bariloche (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Horário de funcionamento e quanto custa
O museu funciona todos os dias, das 10h às 19h, inclusive nos fins de semana. Em alta temporada pode ter fila e lotação em alguns horários, mas o intervalo de funcionamento se mantém.
O ingresso costuma sair barato — algo equivalente a um lanche simples na cidade. Os valores mudam bastante na Argentina por causa da inflação, então o ideal é confirmar na hora. Vale lembrar que parte do ingresso costuma voltar como crédito pra usar na loja, o que ajuda no fim das contas.
Pra brasileiros, o passeio é bem em conta se comparado a passeios de neve ou excursões de dia inteiro na região. A gente sugere pagar em pesos ou cartão, sempre conferindo o câmbio do dia.
Se você também ama chocolate
Por falar em amantes de chocolate, além do museu existe um outro tour bem bacana pra incluir na programação: a degustação de chocolate em Bariloche. Se quiser garantir essa experiência, dá uma olhada nesse site que a gente usa em todas as viagens — é o maior e mais confiável pra reservar passeios, com cancelamento gratuito e tudo em português.
Bariloche tem uma tradição de chocolate fortíssima, e dá pra montar um verdadeiro “roteiro do chocolate” combinando o museu com outras chocolaterias famosas da cidade, como Rapa Nui, Mamuschka e Abuela Goye. Muita gente visita todas no mesmo dia pra comparar sabores.
Melhor época e melhor horário pra visitar
O museu é um passeio independente de clima, ideal pra dias de chuva ou neve, quando as atividades ao ar livre ficam prejudicadas, e pros períodos de muito frio (junho a agosto). No verão e na meia-estação, vira uma boa parada pra combinar com a caminhada pela orla do lago. O ambiente interno é aquecido, então funciona como uma ótima pausa de conforto.
Sobre o melhor horário do dia: a manhã (10h às 11h) e o finalzinho da tarde (depois das 17h) tendem a ser mais tranquilos. Entre 14h e 16h costumam chegar vários grupos de excursão ao mesmo tempo, o que gera espera pra entrar na próxima visita guiada. Pra quem vai com crianças, o meio da manhã é o horário com menos cansaço e melhor humor.
Erros que os brasileiros mais cometem na visita
A gente errou nessa numa das vezes: entrou só na loja achando que ia ser rapidinho e acabou perdendo a visita guiada. Pra você não cair nas mesmas armadilhas, anota aí:
- Ir só pelo chocolate e pular a visita guiada: muita gente entra só na loja e perde o contexto histórico e a degustação especial do tour. Faz a visita completa, vale a pena.
- Chegar no horário de pico: aparecer logo após o almoço ou com grupo grande gera fila e visita lotada. Vá cedo ou no fim da tarde.
- Esperar visita em português: o tour é principalmente em espanhol. É simples de entender, mas já vá sabendo pra não se frustrar.
- Subestimar o tempo na loja: é fácil gastar mais tempo do que imaginava escolhendo lembrancinhas. Se o roteiro do dia tá apertado, fique de olho no relógio.
- Exagerar nas compras e esquecer da mala: alfajor e chocolate enchem a bagagem rapidinho. Cuidado com a franquia na volta.
- Não comparar preços com o centro: compre na loja o que tiver desconto pelo ingresso e compare o resto nas chocolaterias da cidade.
O que combinar com o passeio
Como o museu é curtinho, dá pra encaixar facilmente com outras atrações no mesmo dia:
- Centro Cívico de Bariloche: a arquitetura alpina, as lojas e a vista pro lago ficam pertinho.
- Cerro Otto: passeio de teleférico com vistas panorâmicas da cidade, ótimo antes ou depois do museu.
- Chocolaterias do centro: Rapa Nui, Mamuschka e companhia, pra fechar o roteiro do chocolate.
- Caminhada pela Av. Bustillo: até algum mirante à beira do Nahuel Huapi, pra fotos antes ou depois da visita.
Pra aproveitar bem Bariloche, ficar perto do Centro Cívico ou ao longo da Av. Bustillo te poupa transporte e deixa mais tempo de passeio. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Bariloche:
Onde ficamos em Bariloche (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Bariloche será sempre o melhor lugar para se hospedar na cidade, na nossa opinião. Ficando nele, você estará perto da maior parte do comércio, restaurantes, agências de turismo e atrações. Há várias opções de hotéis mais simples e antigos, e por isso dá para encontrar bons preços neles!
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o Museo del Chocolate Havanna
Quanto tempo dura a visita ao Museo del Chocolate Havanna?
A visita guiada dura em torno de 30 minutos. Com o tempo de loja, fotos e cafeteria, o turista costuma ficar entre 45 minutos e 1 hora no total.
Qual o horário de funcionamento do museu?
O museu funciona todos os dias, das 10h às 19h, incluindo fins de semana. Em alta temporada pode haver fila em alguns horários, mas o intervalo se mantém.
Quanto custa o ingresso?
O ingresso costuma ser barato, algo equivalente a um lanche simples na cidade. Os valores mudam bastante por causa da inflação argentina, então confira na hora. Parte do valor geralmente volta como crédito pra usar na loja.
A visita é em português?
A visita é principalmente em espanhol, mas é simples de acompanhar mesmo sem fluência. Dependendo da equipe e do horário, é possível encontrar explicações em português ou inglês.
Como chegar ao museu a partir do centro?
Do Centro Cívico são cerca de 1 a 1,5 km pela Av. Bustillo, uma caminhada de 15 a 20 minutos com vista pro lago. Também há ônibus urbanos e a opção de carro ou táxi.
Vale a pena levar crianças?
Vale, sim. É um passeio curto, visual e doce, que funciona bem com a criançada, especialmente nos horários menos cheios, como o meio da manhã.
Tem degustação no final do tour?
Tem. Ao final da visita guiada acontece uma degustação de produtos Havanna, como chocolate quente ou pedacinhos de bombom — pra muita gente é a melhor parte do passeio.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Argentina, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Argentina da forma mais barata e segura.
- Carro: esse item facilita muito a viagem pela Argentina, de norte a sul. Se você pensa em alugar um, leia como alugar um carro em Bariloche pelo menor preço possível.
- Pesos: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a viagem, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupações? Já garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Bariloche pra saber qual é a melhor localização e como economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante ter um seguro pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato).
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
No fim das contas, o Museo del Chocolate Havanna é daqueles passeios que rendem mais do que a gente espera: barato, gostoso e fácil de encaixar em qualquer roteiro. A gente sempre recomenda parar por lá, nem que seja pra fugir do frio e comer um chocolate quente olhando pro Nahuel Huapi. Boa viagem e aproveite cada pedacinho de Bariloche.
