
Se você tá planejando conhecer Chicago e ficou na dúvida se precisa de visto, a resposta curta é: sim, brasileiro precisa de visto pra Chicago — e pra qualquer outra cidade dos Estados Unidos. Nesta matéria a gente explica direitinho como funciona o processo, quanto custa, quanto tempo demora e como se preparar pra não errar em nada.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Chicago a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Vale abrir junto com esta matéria enquanto você organiza a papelada.
Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como o processo do visto americano assusta mais do que precisa: se você preencher tudo com calma e organizar os documentos, dá pra tirar sem drama. Bora ao que interessa.
Precisa de visto pra Chicago? Sim, e não tem jeito
Brasileiros precisam obrigatoriamente de visto pra entrar nos Estados Unidos, incluindo Chicago. Não existe isenção, não existe ESTA pra quem tem passaporte brasileiro, não tem “acordo novo” — o Brasil não faz parte do Visa Waiver Program (o programa de isenção dos EUA).
Aparece muita fake news dizendo que o Brasil entrou nesse programa. Ignora. Até o momento, a regra é uma só: passaporte brasileiro = visto obrigatório, mesmo pra viagem de 3 dias.
Cidadãos de países como Portugal, França, Espanha e outros participantes do VWP podem viajar aos EUA por até 90 dias apenas com uma autorização eletrônica chamada ESTA. Mas isso não vale pra quem viaja com passaporte brasileiro — mesmo que você tenha dupla cidadania, se apresentar o passaporte brasileiro na hora de comprar a passagem, precisa de visto.
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Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%
Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%
Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%
Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%
Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%
Qual visto o brasileiro precisa tirar pra Chicago?
Pra turismo — que é o caso da maioria absoluta das pessoas — o visto é o B-2. Com ele você pode:
- Fazer turismo em qualquer cidade dos EUA (o visto não é por cidade, é pro país inteiro).
- Visitar amigos e familiares.
- Participar de eventos recreativos ou esportivos como espectador.
- Receber tratamento médico.
O B-2 costuma ser emitido com validade de até 10 anos e múltiplas entradas — ou seja, uma vez aprovado, dá pra usar em várias viagens ao longo desse período. Quem já viajou pra Orlando, Nova York ou Miami e ainda tem o visto válido, pode entrar em Chicago tranquilamente com o mesmo.
O tempo máximo de permanência a cada entrada é de até 6 meses, mas quem decide isso é o oficial de imigração no aeroporto. O normal pra turista é ele carimbar de 30 a 90 dias.

Passo a passo pra tirar o visto B-2
O processo tem 5 etapas principais. Vale reservar uma manhã tranquila pra fazer com calma — pressa aqui é receita pra erro.
1. Preencher o formulário DS-160
É um formulário online, no site oficial do consulado americano. É longo (leva de 1 a 2 horas), pede histórico de viagens, dados de trabalho, endereço nos EUA, contatos, redes sociais. Preencha em inglês, sem abreviar e sem inconsistências. Um erro bobo pode gerar questionamento na entrevista ou até negação.
2. Pagar a taxa de solicitação (MRV Fee)
A taxa fica em torno de US$ 185 pra visto de turismo B-2. O pagamento é feito antes de agendar a entrevista — sem esse comprovante, o sistema não libera a agenda.
3. Agendar entrevista no CASV e no Consulado
O processo tem duas etapas presenciais: uma no CASV (pra tirar foto e coletar biometria) e outra no Consulado ou Embaixada (pra entrevista). O agendamento é feito no sistema oficial e as unidades atendem em Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
⚠️ Aqui vai a dica que a gente sempre passa: em épocas de alta demanda (perto das férias, dezembro/janeiro), as agendas ficam apertadíssimas e podem estourar meses. Por isso, comece o processo com pelo menos 3 a 6 meses de antecedência da viagem — e nunca compre passagem antes de ter o visto na mão.
4. Comparecer à entrevista
Leve passaporte, comprovante da taxa, DS-160 impresso e documentos que mostrem seu vínculo com o Brasil: contrato de trabalho, holerite, extratos bancários, matrícula da faculdade, escritura de imóvel, certidão de casamento. Se tiver roteiro de viagem, reserva de hotel e passagem de volta, leve também — não é obrigatório, mas ajuda.
A entrevista é curta (às vezes menos de 5 minutos). Responda com calma, olhando o oficial nos olhos e sem enrolar. Não invente história.
5. Aguardar o processamento
Se aprovado, o passaporte com o visto costuma ser entregue no local escolhido em até 10 dias úteis, dependendo da demanda. Em períodos de pico pode demorar um pouco mais.

Onde ficamos em Chicago (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas é Chicago Loop, no centro da cidade. Lá, estão diversas atrações, restaurantes, bares, shoppings, parques, museus, teatros e muitos outros lugares imperdíveis.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Dica para economizar no hotel: Esse site, por ser o maior do mundo, tem uma negociação muito boa com a maioria dos hotéis de cancelamento gratuito. Isso é ótimo, pois o que mais faz você economizar é a antecedência. Assim, quanto antes você reserva um hotel, mais barato você paga. Então você já pode reservar, garantindo um preço menor. Se precisar cancelar no futuro, você não paga nada e é só um clique. Nós temos economizado MUITO com essa estratégia da antecedência.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Aluguel de carro em Chicago (economize até 34%)
A cidade em si tem transporte público bom (o L, que é o metrô/trem urbano, atende quase tudo), então dentro de Chicago você nem precisa alugar carro. Mas se o seu plano é usar Chicago como base pra conhecer outras cidades do meio-oeste ou fazer road trip, o carro entra na equação.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Documentos essenciais pra viagem (além do visto)
Além do visto B-2 aprovado, mantenha em mãos:
- Passaporte válido, com pelo menos 6 meses de validade a partir da data de retorno.
- Comprovante de hospedagem (reserva de hotel, Airbnb, etc.).
- Passagem de volta ou trecho de saída dos EUA — o oficial de imigração pode pedir.
- Comprovante de fundos financeiros (extratos, limite de cartão).
- Endereço completo de onde vai ficar.
- Seguro viagem (não obrigatório, mas extremamente recomendado — mais sobre isso já já).
Consulado do Brasil em Chicago: bom saber que existe
Se acontecer algum imprevisto durante a viagem — perda do passaporte, roubo de documentos, emergência com registro civil — Chicago tem Consulado-Geral do Brasil, que atende brasileiros na região.
O atendimento é feito pela plataforma E-Consular: você faz o cadastro online, envia os documentos digitalizados e, depois da validação, o consulado envia por e-mail a data e o horário do atendimento presencial. Quem tem CPF pode acessar direto com a conta gov.br.
Além de emergências, o consulado também cuida de emissão de documentos, registros de nascimento, procurações e serviços notariais pra quem mora ou está de passagem. Não é algo que a maioria dos turistas vai precisar, mas é bom saber que existe.
Quanto custa uma viagem a Chicago? Faixas pra planejar
O visto é só o começo — vale ter um panorama dos custos pra dimensionar o orçamento. Valores aproximados em dólar:
- Hospedagem 3 estrelas bem localizada (The Loop, Magnificent Mile): em torno de US$ 180 a 250 por noite, podendo subir bastante na alta temporada.
- Hospedagem econômica (hostels, hotéis mais simples ou afastados): em torno de US$ 90 a 150 por noite.
- Refeição rápida (fast food, redes casuais): em torno de US$ 12 a 18 por pessoa.
- Restaurante de médio padrão: em torno de US$ 25 a 40 por pessoa, sem bebida alcoólica. Somar o sales tax e a gorjeta (tip), que gira em 15 a 20% da conta.
- Transporte urbano (metrô “L” e ônibus): passe diário em torno de US$ 5 a 10.
- Uber ou Lyft dentro da área central: em torno de US$ 12 a 25, variando com trânsito.
Qual a melhor época pra ir a Chicago?
Primavera (abril a junho): clima agradável, ideal pra caminhar, ver os parques floridos e passear de barco pelo rio.
Verão (junho a agosto): alta temporada, com muitos festivais e eventos ao ar livre. Preços mais altos e dias que podem ser bem quentes.
Outono (setembro a outubro): temperaturas moderadas, folhas coloridas, ótima época pra turismo urbano tranquilo.
Inverno (novembro a março): muito frio, com neve frequente e o famoso vento gelado do lago Michigan (Chicago é apelidada de “Windy City”). É época pra quem curte clima de neve — exige casaco pesado de verdade, gorro, luva e cachimbo.
Combinando com o processo do visto: quem quer viajar em julho ou dezembro (picos) deve começar tudo com bastante folga, porque as entrevistas lotam.

O que fazer em Chicago (motivo pra encarar o visto)
Pra motivar o esforço com a papelada, olha o que espera você por lá:
- Millennium Park e o Cloud Gate (o famoso “Bean”) — cartão-postal obrigatório da cidade.
- Magnificent Mile — trecho da Michigan Avenue com lojas, restaurantes e arquitetura icônica.
- Art Institute of Chicago — um dos maiores museus dos EUA, com obras de Van Gogh, Monet, Hopper e outros.
- Navy Pier — área à beira do lago com roda-gigante, restaurantes e eventos.
- Passeio de barco pelo Chicago River — o famoso Architecture Tour, com narração sobre a arquitetura da cidade (Chicago é o berço do arranha-céu moderno).
- Deep-dish pizza — a pizza estilo Chicago, alta e bem recheada. Precisa provar pelo menos uma vez.
Dicas importantes pra não errar no visto
- Comece o processo com bastante antecedência. A gente errou nessa uma vez: comprou passagem antes do visto e ficou refém da agenda do consulado.
- O passaporte deve ter pelo menos 6 meses de validade além da data prevista de retorno. Se estiver vencendo, renove antes.
- Se o visto for negado, você pode tentar novamente, mas o ideal é esperar um tempo e reforçar as comprovações de vínculo com o Brasil (emprego estável, imóvel, família).
- Preencha o DS-160 com calma, salve o progresso e revise tudo antes de enviar. Erro no formulário é a causa mais comum de dor de cabeça.
Erros comuns do turista brasileiro (evite todos)
- Achar que não precisa de visto por ser viagem curta. Muita gente confunde os EUA com o sistema europeu (Schengen). Nos Estados Unidos, mesmo que a viagem seja de 3 dias, brasileiro precisa de visto B-2.
- Confiar em boato sobre “isenção nova”. Aparece essa notícia de tempos em tempos e continua não sendo verdade. Confira sempre no site oficial da embaixada.
- Comprar passagem antes de ter o visto. Em época de alta demanda, a espera pela entrevista pode passar de meses — e aí você fica no aperto.
- Preencher o DS-160 com pressa ou dados incoerentes. Inconsistência gera dúvida na entrevista e pode até derrubar o pedido.
- Subestimar a entrevista. Chegar sem documentos de vínculo com o Brasil e sem um roteiro básico da viagem passa uma imagem ruim ao oficial.
- Levar pouca comprovação financeira. Extrato bancário, holerite e limite de cartão ajudam a mostrar que você tem meios de bancar a viagem.
Diferença entre ter o visto e entrar nos EUA
Um detalhe que muita gente não sabe: o visto no passaporte não garante entrada nos EUA. Quem decide isso é o oficial de imigração no aeroporto de chegada. Ele pode fazer perguntas sobre o motivo da viagem, onde vai ficar, quando volta, com quem tá viajando, quanto pretende gastar.
A recomendação universal é: chegue com informações claras — endereço de hospedagem impresso ou salvo no celular, data de retorno, roteiro básico. Responda com calma, seja objetivo, não invente e não brinque. Se tudo bater, dura menos de 2 minutos.
Seguro viagem: importante mesmo
Se tem uma coisa que a gente nunca vai pros Estados Unidos sem, é seguro viagem. O atendimento médico nos EUA é o mais caro do mundo — uma simples ida ao pronto-socorro pode passar de US$ 3.000 fácil, uma consulta médica beira US$ 500. Sem seguro, uma emergência arruína a viagem financeiramente.
A gente usa e recomenda esse comparador de seguros, que compara os planos das principais seguradoras num só lugar. O link já traz 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas.
O grande valor não é só o desconto — é ter cobertura suficiente pra emergência médica, extravio de bagagem, cancelamento de voo e imprevistos em geral. Pra EUA, priorize planos com cobertura médica alta (a partir de US$ 60 mil).
Chip de celular pra usar em Chicago
Chegar em Chicago com internet no celular desde o aeroporto muda a viagem: Uber funciona, Google Maps guia, tradutor resolve, restaurante você acha no Yelp.
A gente usa esse chip de viagem, que chega na sua casa antes de embarcar e ativa assim que você pousa. Sem precisar procurar loja de operadora em aeroporto americano (que é caríssimo) e sem risco de ficar sem internet nas primeiras horas.
Perguntas frequentes sobre visto pra Chicago
Brasileiro precisa mesmo de visto pra ir a Chicago?
Sim. Todo cidadão brasileiro precisa de visto americano pra entrar em qualquer cidade dos EUA, incluindo Chicago. Não existe isenção nem ESTA pra passaporte brasileiro. Pra turismo, o visto é o B-2.
Quanto custa tirar o visto americano?
A taxa de solicitação (MRV Fee) do visto de turismo B-2 fica em torno de US$ 185 por pessoa. Esse valor não é reembolsado, mesmo em caso de negação. Também considere gastos com deslocamento até o CASV/consulado, se você não mora perto.
Quanto tempo demora pra tirar o visto?
Depende muito da demanda no momento. Do agendamento à entrega do passaporte, o processo costuma levar de algumas semanas a alguns meses em épocas de alta procura. Após a aprovação na entrevista, o passaporte com o visto sai em até 10 dias úteis, em geral. Comece 3 a 6 meses antes da viagem.
O visto B-2 vale só pra Chicago?
Não. O visto americano é válido pra todo o território dos EUA. Com o mesmo B-2 você pode conhecer Chicago, Nova York, Miami, Orlando, Los Angeles ou qualquer outra cidade na mesma viagem, respeitando o prazo de permanência autorizado pelo oficial de imigração.
Se meu visto americano já é válido, preciso tirar outro pra Chicago?
Não. Se você tem um visto B-2 válido (a validade padrão é de até 10 anos), pode usar pra viajar a Chicago normalmente. Só confira se o visto e o passaporte ainda estão dentro da validade.
E se meu visto for negado?
Se o visto for negado, você pode reaplicar depois, refazendo todo o processo (novo DS-160, nova taxa, nova entrevista). O ideal é esperar um tempo e melhorar os pontos que podem ter gerado dúvida — principalmente comprovações de vínculo com o Brasil, como emprego estável, imóvel próprio, família ou estudos em andamento.
Onde posso tirar o visto americano no Brasil?
O visto é emitido nas unidades dos EUA em Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Você pode escolher a cidade que preferir no momento do agendamento, independente do estado onde mora.
Precisa saber inglês pra fazer a entrevista?
Não obrigatoriamente. A entrevista pode ser feita em português — a maioria dos oficiais fala. Se você preferir inglês e se sentir confortável, também pode. O importante é responder com clareza e sinceridade, independente do idioma.
Economize ao máximo na sua viagem a Chicago
- Economizando: quer aproveitar melhor o orçamento? Leia como viajar barato pra Chicago com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: veja onde comprar ingressos para as atrações de Chicago da forma mais barata e segura.
- Carro: se pretende alugar, veja como alugar um carro em Chicago pelo menor preço possível.
- Dólares: descubra a melhor forma de levar seu dinheiro pra Chicago, com prós e contras de cada opção.
- Celular: garanta um chip internacional ainda no Brasil clicando aqui. Mais fácil e mais barato.
- Hospedagem: confira onde ficar em Chicago pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: essencial pros EUA. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Chicago é uma das cidades mais bonitas dos Estados Unidos, com arquitetura de tirar o chapéu, uma cena gastronômica riquíssima e uma vibe cultural forte. Vale muito a pena encarar o processo do visto — e, com organização, ele é bem mais tranquilo do que parece. Boa viagem!





