
Siena é uma daquelas cidades que a gente entra pela porta da muralha e sente que voltou uns 600 anos no tempo. Ruazinha de pedra, ladeira pra todo lado, torre medieval imponente e uma praça em forma de concha que é uma das mais bonitas da Europa. E o melhor: dá pra fazer tudo a pé.
Muita gente encaixa Siena como bate-volta rápido saindo de Florença, mas a gente acha que 2 dias é o tempo ideal pra aproveitar de verdade — sem correria, com tempo pro complexo do Duomo inteiro, pra subir a Torre del Mangia com calma e ainda tomar um vinho toscano no fim da tarde. Quando a gente foi, ficar duas noites fez toda a diferença: a cidade à noite, com a iluminação amarelada nas ruas medievais, é quase outro passeio.
Neste roteiro a gente organizou o passo a passo dos dois dias com o que priorizar, quanto tempo dedicar a cada atração, faixas de preço e os erros que a maioria dos brasileiros comete por lá. E não esquece: aqui no nosso guia completo da Itália a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Primeiro dia em Siena: Piazza del Campo, Torre del Mangia e Duomo
Comece o dia cedinho na Piazza del Campo, o coração de Siena. É aquela praça em formato de concha, cercada por prédios medievais, que serve de palco pro famoso Palio de Siena (a corrida de cavalos que rola em 2 de julho e 16 de agosto). Chegar cedo faz diferença dobrada: menos gente na foto e sombra dos prédios pra você sentar num dos cafés e observar a vida local acordando.
Não deixe de ver a Fonte Gaia, na parte alta da praça, e de tirar um tempo pra admirar o Palazzo Pubblico, que é a prefeitura da cidade há uns 800 anos. É lá que fica o Museu Cívico, com afrescos medievais impressionantes.

Ainda na praça, a gente sobe a Torre del Mangia. São quase 400 degraus por uma escada estreita — não é pra quem tem claustrofobia ou joelho ruim — mas a vista lá de cima, olhando os telhados vermelhos e as colinas da Toscana se espalhando, vale cada esforço. Reserve cerca de 1 hora entre subida e contemplação. O ingresso só da torre sai em torno de €10, mas vale a pena pegar o combo Torre + Palazzo Pubblico, que costuma custar em torno de €15 e resolve os dois de uma vez.
Dica de quem já subiu
A gente errou na primeira vez: foi com mochilão grande e teve que deixar num guarda-volumes lá embaixo, perdendo tempo. Sobe com pouca coisa, calçado firme e, no verão, com uma garrafinha de água. E compra o ingresso online — a fila do balcão em alta temporada é um pesadelo.
Se você prefere ter alguém explicando a história enquanto caminha (Siena tem MUITA história pra desencavar), vale contratar um tour guiado — os passeios com guia em português por aqui são uma mão na roda. Dá uma olhada em esse tour privado que a gente sempre indica.
Tarde do primeiro dia: complexo do Duomo
Depois do almoço, dedique a tarde inteira ao complexo do Duomo. E olha, quando a gente diz “complexo”, é complexo mesmo — não é só a catedral. São seis atrações que valem a pena, todas coladas uma na outra:
- Duomo (Catedral de Santa Maria Assunta): a fachada em mármore branco e preto é um espetáculo, e o interior tem piso decorado, obras de Donatello e Michelangelo, e um teto que impressiona.
- Biblioteca Piccolomini: pra gente, o ponto alto da visita. Os afrescos coloridíssimos contam a história do Papa Pio II e são absurdamente bem preservados.
- Cripta: descoberta há relativamente pouco tempo, tem afrescos medievais que ficaram séculos escondidos.
- Batistério de São João: pequeno, mas com um valor artístico enorme.
- Museu dell’Opera del Duomo: arte sacra e obras originais que estavam na catedral.
- Facciatone: o mirante no topo da fachada inacabada — a catedral seria muito maior, mas a peste do século 14 interrompeu a obra. Hoje virou um dos melhores pontos de vista da cidade.

Pra visitar tudo isso, vale o OPA Pass (também chamado de Opa Si Pass), um combo que inclui todas essas atrações do complexo. Costuma custar entre €8 e €15 dependendo da época do ano — na alta temporada fica no teto. Comprando só a catedral, sai algo entre €5 e €8. Fazendo a conta, o combo compensa muito se você for entrar em pelo menos três dessas atrações.
Horários do Duomo
De março ao início de novembro, o Duomo costuma abrir por volta das 10h30 e fechar às 19h. De novembro a fevereiro, o fechamento antecipa pra cerca de 17h30. No período de festas de fim de ano (26/12 a 6/1), tem horário estendido até por volta das 18h. Sempre confira no site oficial antes de ir.
Onde comprar os ingressos de Siena (e da Itália) mais barato
A gente vai te dar a dica mais importante desse post: comprar ingresso pela internet, com antecedência, sempre sai mais barato. Na bilheteria, além do preço maior, você corre o risco de o ingresso já ter esgotado pro dia que você quer, e ainda perde um tempo precioso na fila (que em Siena, principalmente na alta, é longa).
Outra pegadinha: se comprar no site oficial das atrações, a cobrança é em euro. Você paga 3,5% de IOF e não consegue parcelar. Dependendo do valor, isso pesa.
A gente usa em todas as viagens esse site aqui, que é um dos maiores do mundo. Tem praticamente todos os ingressos e passeios de Siena e da Itália inteira, geralmente com o melhor preço, e as vantagens fazem diferença:
- Pagamento em reais: você não paga IOF e ainda pode parcelar.
- Cancelamento gratuito: se der algum imprevisto na viagem, você cancela sem custo.
- Free tours: tem tours a pé gratuitos em várias cidades da Itália — você só dá uma gorjeta pro guia no final.
- Transfer aeroporto-hotel: muitas vezes sai mais barato que táxi, e o motorista te espera com uma placa com seu nome. Zero perrengue chegando cansado da viagem.
- Atendimento 24h em português: se der qualquer problema, você conversa com atendente brasileiro.
Jantar no primeiro dia
Pra fechar o dia, escolha uma trattoria tradicional toscana. A região é famosa pelas massas artesanais (o pici al ragù é obrigatório), pela bistecca alla fiorentina, pelos queijos pecorino e pelos vinhos locais. Almoço ou jantar em restaurante padrão fica em torno de €15-€30 por pessoa; se quiser algo mais sofisticado, passa de €40-€50.
Depois do jantar, dá uma volta pelas ruas iluminadas do centro. Siena à noite, com pouca gente e a luz amarela nas fachadas medievais, é uma experiência à parte.
Segundo dia em Siena: San Domenico, ruas comerciais e vinhos toscanos
Comece o segundo dia num ritmo mais tranquilo. Se pegar um dia de mercado local, aproveita: dá pra ver os moradores comprando queijos, frios e hortaliças frescas, e às vezes você acha uns sanduíches artesanais deliciosos por 5-6 euros.
Depois siga pra Basílica di San Domenico, uma igreja gótica menos turística mas de imensa importância histórica. É lá que ficam as relíquias de Santa Catarina de Siena, padroeira da Itália e uma das figuras religiosas mais importantes do país. A entrada é gratuita, e a basílica abre de segunda a sábado das 7h30 às 18h30, com abertura mais tardia (por volta das 8h30) aos domingos.

Tarde do segundo dia: compras, arte e Santa Catarina
Na parte da tarde, caminhe pela Via Banchi di Sopra e pela Via di Città, as duas principais ruas comerciais de Siena. Elas são cheias de lojas de artesanato, produtos toscanos (azeite, vinho, pecorino), sorveterias e cafés. Ótimas pra comprar lembranças com qualidade — muito melhor que as lojinhas ao redor da praça.

Perto dali fica o Santuario di Santa Caterina, um conjunto de edifícios ligados à vida da santa. Vale a visita mesmo pra quem não tem grande interesse religioso, só pela beleza dos afrescos e pela atmosfera do lugar.
Se sobrar tempo (e disposição), encaixe também Santa Maria della Scala — um antigo hospital medieval em frente ao Duomo que virou complexo museológico — ou a Pinacoteca Nazionale, que reúne pinturas medievais e renascentistas. A Pinacoteca custa em torno de €8 e abre de terça a sábado das 8h15 às 19h15 (domingo, segunda e feriados com horário reduzido, das 9h às 13h).
Fim de tarde: vinhos toscanos
Pra fechar a viagem com chave de ouro, suba até a Fortezza Medicea, uma fortaleza construída no período do domínio dos Medici sobre Siena. Hoje é área de lazer, com uma vista bem legal do centro histórico, e serve de cenário perfeito pro pôr do sol.
Dentro da fortaleza fica a Enoteca Italiana, dedicada à degustação dos melhores vinhos da Itália, com destaque enorme pros rótulos toscanos (Chianti, Brunello di Montalcino, Vino Nobile di Montepulciano). Você degusta rótulos por taça enquanto conhece um pouco da história vinícola da região.

Se você quer se aprofundar de verdade, vale reservar um tour de vinhos pelo Chianti a partir de Siena. Costuma custar em torno de €50 por pessoa e inclui transporte, visita a vinícolas, degustações e, na maioria dos casos, almoço típico toscano. É a forma mais completa de viver a Toscana do vinho.
Como economizar até 42% nos hotéis de Siena!
Pra te ajudar a encontrar os melhores hotéis de Siena, com preços já filtrados e em português, dá uma olhadinha aqui:
👉 VER HOTÉIS DE SIENA COM MELHOR PREÇO
Lá você consegue filtrar por região, datas, faixa de preço e nota de avaliação. A gente sempre usa o filtro ‘nota 8+’ e cancelamento gratuito — assim garante que vai pegar um lugar bom e fica tranquilo se precisar mudar os planos.
Dica final: quanto antes você reservar, mais barato fica — pode ser diferença de centenas de reais no total. Os hotéis bons e em conta esgotam primeiro e os preços sobem absurdo conforme a data se aproxima. Tem datas certas da viagem? Reserva agora mesmo. Se ainda não tem, trava o preço atual com cancelamento gratuito como segurança — depois ajusta quando os planos firmarem.
Melhor época pra visitar Siena
A recomendação universal é primavera (abril a junho) ou outono (setembro a início de novembro). O clima é agradável, a luz é linda pra foto e a lotação é bem menor do que no verão. No verão europeu (julho-agosto), a cidade fica cheia por conta do Palio e das férias, os preços sobem e o calor bate forte — vale a pena só se o objetivo é justamente ver o Palio.
No inverno, a cidade fica quase vazia e tem um charme diferente, mas os dias são curtos e várias atrações operam com horários reduzidos.
Como chegar em Siena
Siena é um bate-volta clássico saindo de Florença. Existem duas opções principais:
- Ônibus interurbano: é o mais direto, com viagens frequentes durante o dia. Costuma ser a melhor pedida pra quem vai sem carro.
- Trem regional: funciona bem, mas a estação de Siena fica um pouco fora do centro histórico e às vezes tem conexão no caminho.
- Carro: ideal pra quem tá fazendo um roteiro maior pela Toscana (Chianti, San Gimignano, Val d’Orcia). Só atenção: o centro histórico é ZTL (zona de tráfego restrito) e estacionar dentro das muralhas é praticamente impossível. Deixe o carro em estacionamentos externos e suba caminhando ou de escada rolante (sim, tem escada rolante subindo pro centro).
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
Dicas práticas pra aproveitar melhor os 2 dias
- Calçado confortável é ESSENCIAL: o centro histórico é uma sucessão de ladeiras e ruas de pedra. Sandália sem apoio ou salto vira martírio em poucas horas.
- Compre ingressos com antecedência: principalmente Torre del Mangia e o combo do Duomo. Na alta, a fila come uma manhã inteira.
- Chegue cedo na Piazza del Campo: menos multidão, melhor luz pra foto e clima mais fresco.
- Leve água, chapéu e protetor: no verão o calor bate forte e as ladeiras cansam.
- Evite o Palio se não é seu objetivo: nas datas do Palio (2/7 e 16/8), a cidade fica caótica, hotel triplica de preço e várias áreas ficam bloqueadas.
- Não trate Siena como bate-volta rápido: muita gente vem só umas horas de Florença e sai com a sensação de que faltou tempo. Com 2 dias você respira a cidade.
Erros comuns de brasileiros em Siena
- Focar só na praça e na catedral: Siena tem MUITO mais que isso. Ignorar Santa Maria della Scala, Pinacoteca, San Domenico e o Santuario di Santa Caterina é perder metade da cidade.
- Subir a Torre del Mangia com claustrofobia: a escada é estreita, íngreme e sem elevador. Se você tem esse tipo de dificuldade, opta pelo Facciatone (mirante do Duomo), que também tem uma vista incrível.
- Não considerar o Palio na logística: se você não quer ver o Palio, evite as duas datas. Se quer, reserve hotel com meses de antecedência.
- Deixar pra comprar ingresso na hora: tempo perdido em fila é passeio perdido.
Seguro viagem pra Itália (obrigatório)
Pra entrar na Itália, que faz parte do espaço Schengen, o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros pra despesas médicas. Não é opcional: se a fronteira pedir e você não tiver, pode ter problemas na imigração.
A gente usa esse comparador de seguros que reúne as principais seguradoras do mercado e sempre acha o melhor preço. Vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas já aplicado no link. Além de te deixar dentro da lei, protege contra qualquer imprevisto de saúde numa viagem em que atendimento médico particular é caro.
Chip de celular pra Itália
Pra não ficar refém do Wi-Fi do hotel e usar o Google Maps o tempo todo (imprescindível em Siena com essas ruazinhas), a gente sempre viaja com esse chip de viagem que a gente usa. Você já sai do Brasil com internet configurada, chega na Itália e é só ligar o celular — sem procurar loja no aeroporto, sem gastar em roaming absurdo.
Perguntas frequentes sobre 2 dias em Siena
2 dias em Siena é suficiente?
Sim, 2 dias é o tempo ideal pra aproveitar a cidade com calma. Dá pra fazer o complexo do Duomo inteiro, subir a Torre del Mangia, conhecer as igrejas principais, caminhar pelas ruas comerciais e ainda tomar vinho na Enoteca Italiana ou fazer um tour pelo Chianti.
Vale a pena dormir em Siena ou fazer bate-volta de Florença?
Se você tem tempo, vale MUITO dormir em Siena. A cidade à noite, sem os turistas do bate-volta, ganha outra atmosfera. Além disso, você aproveita melhor o segundo dia, com o Chianti nos arredores.
Quanto custa visitar as principais atrações de Siena?
Torre del Mangia sozinha fica em torno de €10 e o combo com o Palazzo Pubblico em torno de €15. O OPA Pass do complexo do Duomo varia entre €8 e €15 dependendo da época. Só a catedral sai por €5-€8. A Pinacoteca custa cerca de €8. A Basílica de San Domenico é gratuita.
Precisa alugar carro pra visitar Siena?
Não pra visitar Siena em si — o centro histórico é totalmente caminhável e o carro nem entra na ZTL. Mas se você vai explorar a Toscana ao redor (Chianti, San Gimignano, Val d’Orcia, Montalcino, Pienza), o carro é praticamente obrigatório, porque o transporte público entre esses lugares é fraco.
Qual a melhor época pra ir a Siena?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro a início de novembro) são as melhores épocas — clima ameno, menos gente e ótima luz. Verão é lotado e quente, mas é quando rola o Palio. Inverno é mais frio, com dias curtos, mas a cidade fica bem tranquila.
Vale a pena subir a Torre del Mangia?
Vale muito pela vista, mas atenção: são quase 400 degraus por uma escada estreita, sem elevador. Não é indicada pra quem tem claustrofobia ou problemas de joelho. Nesse caso, o Facciatone (mirante do Duomo) é uma alternativa mais tranquila.
Quando acontece o Palio de Siena?
Duas vezes por ano: em 2 de julho e 16 de agosto. É uma corrida de cavalos que rola na Piazza del Campo e disputa as tradicionais contrade (bairros) da cidade. Se você quer ver, reserve hotel com muitos meses de antecedência.
Como ir de Florença pra Siena?
As duas melhores opções são o ônibus interurbano (mais direto, deixa perto do centro histórico) e o trem regional (funciona bem, mas a estação de trem fica um pouco afastada e às vezes tem conexão). A viagem leva em torno de 1h15 a 1h30.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Leia nossa matéria de como viajar barato para a Itália.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: se estiver pensando em alugar, leia como alugar um carro na Itália pelo menor preço.
- Euros: descubra qual a melhor forma de levar dinheiro para a Itália.
- Celular: já garanta seu chip internacional ainda no Brasil clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber a melhor localização.
- Seguro viagem: veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Siena é uma daquelas cidades que a gente sai com vontade de voltar. É pequena, é medieval, tem uma das praças mais bonitas do mundo, uma catedral que impressiona a cada visita e um vinho toscano que fecha qualquer noite com chave de ouro. Com 2 dias bem planejados, dá pra sentir o ritmo da cidade e ainda encaixar uma escapada pro Chianti. Boa viagem — e come um pici al ragù por nós!