
Turim costuma ficar fora do roteiro de quem vai à Itália — e olha que é um erro e tanto. A capital do Piemonte tem o segundo maior museu egípcio do mundo, palácios reais reconhecidos pela UNESCO, vinhedos famosos a poucos quilômetros e os Alpes no horizonte. Quando a gente foi pela primeira vez, ficou surpreso com o tanto de coisa pra fazer — e melhor ainda: dá pra usar a cidade como base e fazer vários bate-voltas incríveis.
Neste guia, a gente reuniu 10 passeios pra você aproveitar Turim e o entorno: uns dentro da cidade, outros em cidades vizinhas que valem muito o deslocamento. Tem palácio, vinho, trufa, mosteiro medieval e cidade alpina — tudo num raio de até 2 horas.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Turim a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
1. Museu Egípcio de Turim
Se você curte história, esse é parada obrigatória. O Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio) é o segundo maior do mundo no tema, atrás só do Museu do Cairo. Tem sarcófagos, múmias, joias antigas, hieróglifos detalhados e estátuas milenares — uma imersão total no Egito antigo.
Cada peça conta uma história fascinante, e o museu é muito bem organizado. Reserve pelo menos 2 a 3 horas de visita — quem tenta correr sai com a sensação de não ter visto metade. A gente já viu turista subestimar e se arrepender.
Os ingressos costumam ficar em torno de €15 a €25 por adulto, com descontos pra famílias e estudantes. Vale muito comprar com antecedência: nos fins de semana e em alta temporada a fila assusta. Você pode pegar a entrada (e até um tour guiado em português) por esse site que a gente usa em todas as viagens.
2. Palácio Real de Venaria Reale
A cerca de 10 km de Turim, o Palácio de Venaria Reale é um dos destaques absolutos da região e Patrimônio Mundial da UNESCO. Já foi a residência de caça da Casa de Saboia e hoje é um dos maiores complexos palacianos da Europa, com jardins enormes super bem cuidados e salões decorados.
Além da arquitetura barroca, o palácio recebe exposições temporárias de arte e história, então sempre tem algo novo. Reserve pelo menos meio dia pra aproveitar com calma — os jardins por si só rendem horas de passeio.
Pra quem quer entender melhor o que está vendo, o tour guiado faz diferença. Dá pra reservar por esse mesmo comparador que a gente sempre usa, com pagamento em reais e sem IOF.
3. Mole Antonelliana e Museu Nacional do Cinema
A Mole Antonelliana é o cartão-postal de Turim — aquela cúpula altona inconfundível que aparece em selos e logotipos da cidade. Dentro dela funciona o Museu Nacional do Cinema, um dos mais importantes da Europa no gênero. E tem também o elevador panorâmico, que te leva ao topo com vista pra cidade inteira e os Alpes ao fundo.
A entrada combinada museu + mirante costuma ficar entre €15 e €25. Muita gente pensa que é só subir no mirante e perde o museu, que é incrível — vale reservar pelo menos 2 horas lá dentro. Compre o ingresso antecipado, principalmente em fins de semana, porque a fila no balcão pode comer um pedaço grande do seu dia.
Curiosidade: a Mole já foi o prédio de alvenaria mais alto do mundo no século XIX. À noite, iluminada, rende ótimas fotos por fora também.
Onde comprar os ingressos da Itália?
Comprar ingresso na hora, nas bilheterias, é o jeito mais caro e mais arriscado de fazer as coisas na Itália. Já vimos brasileiro perder o dia inteiro porque o ingresso pro Museu Egípcio tinha esgotado pro horário que ele queria. A dica é: compre antecipado, pela internet.
Dica do IOF: se você compra direto no site oficial italiano, paga em euro, leva 3,5% de IOF e não consegue parcelar. Procure sempre sites que cobram em reais.
O site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo em ingressos e passeios, e a maior vantagem é que você paga em reais (sem IOF) e pode parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta pro guia no final.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar a maioria dos passeios sem custo.
- Transfer aeroporto–hotel: às vezes sai mais barato que táxi, você paga adiantado (evita golpe de taxista) e o motorista te espera com uma placa com seu nome.
- Atendimento em português 24h: qualquer problema, você fala em português.
Use o site pra qualquer ingresso, passeio ou transfer no Piemonte e no resto da Itália — costuma ser o mais barato.
4. Basilica di Superga
A Basilica di Superga fica no topo de uma colina nos arredores de Turim, e tem uma das vistas mais espetaculares da cidade e dos Alpes. É um marco religioso da Casa de Saboia (vários reis estão sepultados lá) e também ponto turístico clássico.
O acesso mais bacana é pelo funicular de cremalheira Sassi–Superga, um trem antigo que sobe a montanha — vale a pena pelo passeio em si. A ida e volta costuma ficar entre €6 e €12. Tente ir num dia claro, principalmente em primavera ou outono, pra ver os Alpes nítidos no horizonte. Pôr do sol lá em cima é cenário de cartão-postal.
Outra dica é combinar Superga com os miradouros urbanos da cidade: o Monte dei Cappuccini e a igreja Gran Madre di Dio (em frente à ponte Vittorio Emanuele I), ambos gratuitos e com vistas lindas pra Turim.

5. Alba e os vinhedos do Piemonte
A cerca de 65 km de Turim, Alba é conhecida mundialmente pelas trufas brancas e pelos vinhos. É a base perfeita pra explorar os vinhedos de Barolo e Barbaresco — paisagens que são Patrimônio da UNESCO, com colinas onduladas que parecem cenário de filme.
Se você vai no outono (setembro a novembro), vai pegar a vindima e o famoso Festival da Trufa Branca, que enche a cidade de eventos gastronômicos. Restaurantes sofisticados e lojas de produtos gourmet estão por toda parte — tem como gastar uma fortuna ou comer super bem por €20 a €35 num lugar médio.
De Turim, dá pra ir de carro em cerca de 1h15 ou de trem regional, com tarifas entre €8 e €20 por trecho. Pra explorar vinícolas e bate-voltas pelas colinas, o carro ganha disparado.

Dica: aluguel de carro no Piemonte
Pra explorar as cidades próximas a Turim — Alba, Asti, Cuneo, Saluzzo, Sacra di San Michele, Aosta — o carro faz uma diferença enorme. Os trens regionais até funcionam, mas perdem em flexibilidade, principalmente pra vinícolas e vilarejos menores. A gente já fez os dois jeitos e o carro venceu de longe.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
6. Sacra di San Michele
A cerca de 40 km de Turim, na entrada do Vale de Susa, fica a Sacra di San Michele — uma abadia medieval no topo de uma montanha que inspirou o cenário do livro "O Nome da Rosa", de Umberto Eco. A vista lá de cima é uma das mais impressionantes da região.
O acesso é mais fácil de carro (cerca de 1 hora desde Turim). A subida pela escadaria antiga rende ótimas fotos e uma sensação meio de filme — mas é íngreme, então vá com calçado confortável e evite dias chuvosos. A entrada costuma ficar entre €8 e €15.
A gente errou nessa uma vez: foi num dia nublado e a vista sumiu na neblina. Verifique a previsão antes de subir.

7. Aosta e os Alpes italianos
A pouco mais de 1h30 de carro de Turim, Aosta é uma das opções mais bonitas pra bate-volta de montanha. Ganhou o apelido de "Roma dos Alpes" pelo patrimônio romano super bem preservado: o Arco de Augusto, o Teatro Romano e as muralhas antigas estão lá há quase 2 mil anos.
A cidade também é a porta de entrada do Vale de Aosta e do Parque Nacional Gran Paradiso, com trilhas no verão e estações de esqui no inverno. Pra quem está em Turim e quer um gostinho de Alpes sem viagem longa, é o destino ideal.
De trem regional, o trecho custa entre €10 e €25. A gastronomia de montanha (queijos, polentas, embutidos) é parte do passeio — bem diferente do que se come no resto da Itália.

8. Cuneo
A cerca de 100 km de Turim, Cuneo é uma cidade montanhosa cercada pelos Alpes, com paisagens lindas e um centro histórico super agradável. Diferente de muitas cidades italianas, ela tem avenidas largas e praças arborizadas — herança do planejamento urbano do século XIX — o que torna a caminhada muito gostosa.
O coração da cidade é a Piazza Galimberti, cercada de cafés, lojas e edifícios históricos. É o lugar perfeito pra uma pausa com um aperitivo (Turim, lembrando, é considerada o berço do aperitivo italiano moderno).
Cuneo costuma ficar fora dos roteiros tradicionais, o que tem um lado bom: você curte uma cidade autêntica do Piemonte, sem a multidão das mais famosas.

9. Saluzzo
A uns 65 km de Turim, Saluzzo é uma daquelas cidades medievais de conto de fadas. Ruas de paralelepípedos, casas antigas, atmosfera tranquila — um dos centros mais bem preservados do Piemonte. Em uma manhã dá pra explorar tudo a pé, sem pressa.
O ponto alto é a fortaleza de Castiglia, no alto da cidade, com vista incrível pra paisagem ao redor. Saluzzo também é famosa pela produção de móveis artesanais e trabalho em madeira — é o tipo de lugar pra trazer uma lembrança diferente.
Se você tem só meio dia e quer combinar com outra cidade, dá pra encaixar Saluzzo com uma vinícola no caminho de volta pra Turim.

10. Ivrea
A cerca de 50 km de Turim, Ivrea fica no caminho pro Vale d'Aosta e é uma ótima parada. A cidade tem um castelo medieval do século XIV, centro histórico bonito com rio e pontes, e a Catedral de Ivrea.
Curiosidade: Ivrea foi sede da Olivetti, uma das primeiras grandes empresas de tecnologia da Itália, e foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO como símbolo da arquitetura industrial moderna. É um perfil bem diferente do que se espera de cidade italiana.
E se você for em fevereiro, pode pegar o famoso Carnaval de Ivrea, com a icônica "Batalha das Laranjas" — uma das festas mais animadas e malucas do país. De trem desde Turim, são cerca de 1 hora de viagem, com bilhetes entre €6 e €15.

Dicas extras pra aproveitar Turim e arredores
Antes de fechar a mala, anota essas dicas que tiramos de erros que a gente já viu (ou cometeu):
- Torino + Piemonte Card: se você vai visitar vários museus e palácios em 2 ou 3 dias, esse passe costuma sair em torno de €30 a €45 e dá acesso a dezenas de atrações. Compensa muito.
- Segundas-feiras: muitos museus e palácios fecham nesse dia. Planeje pra fazer bate-voltas nas segundas.
- Reserve com antecedência: Museu Egípcio, Mole Antonelliana e o tour do Allianz Stadium (estádio da Juventus) lotam em fins de semana.
- Frio entre novembro e março: a proximidade dos Alpes baixa muito as temperaturas. Casacão, luva, cachecol, calçado fechado.
- Horário de jantar: os restaurantes começam a encher depois das 20h. Chegar às 19h é coisa de turista — você pega o lugar vazio e o serviço meio sonolento.
Seguro viagem pra Itália
A Itália faz parte do espaço Schengen, então o seguro viagem é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros. E não é só burocracia — atendimento médico na Europa pode custar uma fortuna sem seguro, ainda mais se acontecer algo mais sério.
A gente sempre cota o melhor preço por esse comparador de seguros, que mostra todas as principais seguradoras lado a lado e já vem com 18% de desconto exclusivo. Em poucos minutos você fecha tudo e já garante a apólice.
Chip de celular pra Itália
Estar conectado faz diferença gigante — Google Maps, tradutor, ingressos no celular, chamar Uber, mostrar fotos pro recepcionista. A gente sempre leva o chip pronto do Brasil pra não perder tempo procurando wi-fi ou se perdendo de mapa offline.
O que a gente usa em todas as viagens é esse chip de viagem, que chega na sua casa antes da viagem, é só colocar no celular ao desembarcar e já sai funcionando. Funciona em toda a Europa, sem complicação.
Onde ficamos em Turim (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para se hospedar em Turim é no centro histórico da cidade. É ali que estão concentradas muitas das principais atrações, como o Palácio Real, o Museu Egípcio e a Mole Antonelliana.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre passeios em Turim e arredores
Quantos dias ficar em Turim?
Pra conhecer a cidade com calma, reserve 3 dias inteiros. Pra incluir bate-voltas como Alba, Aosta ou Sacra di San Michele, conte com 5 a 7 dias usando Turim como base. Dá pra fazer um roteiro super completo nesse tempo.
Vale a pena ir a Turim a partir de Milão?
Vale muito. O trem rápido leva cerca de 1 hora de Milão a Turim. Dá pra fazer até em bate-volta, mas a cidade merece pelo menos 1 ou 2 noites pra você curtir o ritmo, os cafés históricos e os museus.
Qual a melhor época pra visitar Turim e o Piemonte?
Primavera (abril a junho) e outono (setembro a novembro) são as melhores épocas. No outono você ainda pega a vindima e os festivais de trufa em Alba. O inverno é frio (Alpes ao lado) mas tem o charme da neve nas montanhas e a possibilidade de combinar com esqui.
Precisa alugar carro pra conhecer as cidades próximas a Turim?
Não é obrigatório, mas facilita muito. Cidades como Alba, Saluzzo, Sacra di San Michele e vinícolas do Barolo são bem mais práticas de carro. Ivrea, Asti e Aosta também são acessíveis de trem regional, com tarifas entre €6 e €25 por trecho.
Turim é uma cidade cara?
Comparada a Roma, Milão, Veneza ou Florença, Turim é significativamente mais barata. Hotel, restaurante e até ingressos costumam custar menos. Um jantar bom em restaurante médio fica em torno de €20 a €35 por pessoa, e o aperitivo (que pode substituir o jantar) sai por €10 a €20.
O Museu Egípcio de Turim é melhor que o do Cairo?
O do Cairo é o maior do mundo, mas o de Turim é o segundo maior e é considerado um dos melhores em organização e curadoria. Pra quem não pretende ir ao Egito tão cedo, é uma oportunidade única de ver uma coleção dessa magnitude.
Dá pra fazer Alba e Barolo em um dia só desde Turim?
Dá sim, principalmente de carro. Saia cedo de Turim (uns 65 km até Alba), passe a manhã na cidade, almoce por lá e à tarde explore uma ou duas vinícolas de Barolo (a apenas 15 km de Alba). Volta tranquila no fim da tarde.
Quanto custa o Torino + Piemonte Card e vale a pena?
O passe costuma sair entre €30 e €45 dependendo da duração (1, 2, 3 ou 5 dias) e dá acesso a dezenas de museus, palácios e atrações — incluindo Mole Antonelliana, Palazzo Reale, Venaria, Superga e mais. Vale muito se você pretende visitar 3 ou mais atrações pagas.
Economize ao máximo na sua viagem à Itália:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Itália, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações da Itália da forma mais barata e segura.
- Carro: esse é um item que facilita muito pra transitar no continente e nas ilhas. Se está pensando em alugar um, leia como alugar um carro na Itália. São dicas pra alugar pelo menor preço possível.
- Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para a Itália, com os prós e contras de cada opção. Tem uma forma nova muito mais barata!
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupações? Já garanta um chip internacional, ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar em Roma pra saber qual é a melhor localização e como economizar muito no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior pode sair caro, e é super importante fazer um seguro pra estar coberto contra imprevistos. Veja aqui as dicas pra conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
Turim é daquelas cidades que a gente sai recomendando pra todo mundo — porque entrega muito mais do que promete. Tem patrimônio da UNESCO em cada esquina, museus de classe mundial, vinhedos famosos a uma horinha de carro e os Alpes no horizonte. Quando a gente saiu de lá, ficou com a sensação de que dava pra voltar várias vezes e ainda descobrir coisas novas. Bora pra Turim!