
Uma das melhores coisas de se hospedar em Balneário Camboriú é que, em até 2 horas de carro, dá pra trocar completamente de cenário: pular pra uma praia com águas cristalinas, conhecer o maior parque temático da América Latina, tomar chope numa cervejaria alemã ou fazer compras num polo têxtil. A região é uma das mais variadas do Brasil pra bate e volta.
Quando a gente foi explorar a região com calma, ficou claro que BC funciona melhor como base do que como destino único — você dorme num lugar com infraestrutura completa e usa os dias pra rodar pelo litoral e pelo Vale do Itajaí. Nessa matéria, a gente reuniu as 10 melhores opções de bate e volta, com tempo de viagem, o que fazer em cada uma, faixas de preço e os erros que todo mundo comete.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Balneário Camboriú a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Como funciona o bate e volta saindo de BC
A grande sacada da região é a distância: as cidades litorâneas próximas (Itajaí, Itapema, Porto Belo, Bombinhas, Penha) ficam entre 20 e 60 minutos. Já as cidades do Vale do Itajaí (Brusque, Blumenau, Pomerode, Nova Trento) levam de 45 minutos a 1h30. Florianópolis fica a cerca de 1h15 a 1h30 e Curitiba, a 2h30-3h.
Em alta temporada (dezembro a fevereiro), o trânsito na BR-101 e nos acessos a Bombinhas, Itapema e Floripa pode dobrar esse tempo. A recomendação universal é sair antes das 7h e voltar depois das 19h, ou planejar bate e volta em dias de semana sempre que der.
Aluguel de carro (economize até 34%)
A principal dica pra rodar pelas cidades vizinhas é alugar um carro — sem ele, você fica refém de ônibus e excursões com horário fixo. E pra economizar muito, a gente sempre usa esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Localiza, Movida, Unidas, Avis, Hertz e Sixt, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
1. Itajaí — praia, porto e frutos do mar
Itajaí fica colada em BC, a cerca de 10-20 km (uns 20-30 minutos de carro). É uma cidade portuária com gastronomia boa de frutos do mar, centro histórico pra caminhar e a famosa Praia Brava (ou Praia dos Amores), que é literalmente dividida entre Itajaí e Balneário — um dos points de surf, beach club e badalação no verão.
O bacana é que dá pra fazer meio dia em Itajaí + meio dia em BC sem stress, já que as cidades são contíguas. Pra quem curte frutos do mar, vale separar um almoço na região do Mercado Público.

Faixa de preços: refeição com frutos do mar costuma sair em torno de R$ 60-120 por pessoa. Drinks em beach clubs mais badalados ficam por R$ 25-40.
Erro comum: ir à Praia Brava em alta temporada sem reservar mesa ou chegar cedo. O estacionamento lota e os beach clubs operam com lista de espera. A gente errou nessa uma vez — chegou meio-dia num sábado de janeiro e ficou rodando 40 minutos atrás de vaga. Vai antes das 9h.
2. Itapema — clima tranquilo a 20 minutos
Itapema fica a 15-20 km ao sul de BC, uns 20 minutinhos de carro. É uma praia urbana mais calma que Balneário, perfeita pra famílias com criança pequena, caminhada na orla e restaurantes pé na areia.
A Meia Praia é a estrela: faixa de areia enorme, água calma, calçadão e ciclovia bem cuidados. Funciona muito bem como contraponto à intensidade de BC sem perder muito tempo de viagem.

Faixa de preços: refeições simples em quiosques ficam por R$ 40-70 por pessoa. Estacionamento na orla pode ser pago em temporada.
Erro comum: subestimar o trânsito no trecho BC-Itapema em dias de troca de quinzena ou finais de semana de verão. O trajeto de 20 minutos vira facilmente 40-50 minutos.
3. Camboriú — Parque Unipraias e teleférico
A 15 km de BC, Camboriú é o refúgio mais calmo da região, e tem uma das atrações mais marcantes do litoral catarinense: o Parque Unipraias. O teleférico conecta a Barra Sul à Praia de Laranjeiras, com vistas espetaculares da costa.
O ingresso costuma sair a partir de R$ 68 e o parque funciona de segunda a domingo, das 9h30 às 17h30 — endereço: Av. Atlântica, 6006, Barra Sul. Vale comprar o ingresso com antecedência por esse site que a gente usa em todas as viagens pra evitar fila no balcão.

4. Porto Belo — Ilha de Porto Belo e mar cristalino
Porto Belo fica a uns 20 km de BC, cerca de 40 minutos. O grande atrativo é a Ilha de Porto Belo: acesso fácil de barco, praias de água cristalina, trilhas leves e ponto perfeito pra snorkel e mergulho.
O bate e volta clássico aqui é pegar uma escuna de manhã, almoçar num restaurante pé na areia e voltar pra BC no fim da tarde. Os passeios de barco/escuna costumam ficar entre R$ 80-150 por pessoa, dependendo da duração e do que inclui (parada pra banho, almoço a bordo, etc.).

5. Bombinhas — o mar mais claro de SC
Bombinhas fica a 35-40 km de BC, cerca de 40-60 minutos. É uma das praias mais cristalinas do sul do Brasil, com mais de 30 trechos pra escolher — os mais famosos são Bombas, Bombinhas, Quatro Ilhas e Mariscal. Os operadores locais oferecem mergulho de batismo (de cilindro) pra quem quer ir além do snorkel.

Atenção à taxa de preservação: em temporada, Bombinhas cobra uma taxa ambiental pra veículos que entram na cidade, paga por dia. Vale checar o valor atualizado e pagar antecipado online pra não pegar fila na entrada.
Faixa de preços: passeios de barco saem em torno de R$ 80-150 por pessoa. Mergulho de batismo com cilindro costuma custar a partir de R$ 250-400. Restaurante à beira-mar, R$ 60-120 por pessoa.
Erro comum: fazer bate e volta pra Bombinhas em Réveillon ou janeiro esperando trânsito tranquilo. O acesso é por uma única via e o congestionamento pode passar de 2 horas. Tem uma coisa que ninguém conta: o melhor bate e volta pra Bombinhas é fora dos meses de pico — outubro, novembro e abril dão um mar igualmente lindo com a cidade vazia.
6. Penha — Beto Carrero World
Penha fica a 32-35 km de BC, cerca de 35-50 minutos. O motivo de 99% dos visitantes irem pra lá é o Beto Carrero World, o maior parque temático da América Latina, com mais de 100 atrações: montanhas-russas (a Star Mountain tem queda de 35 metros), o brinquedo aquático Tchibum, shows, zoológico e áreas temáticas pra todas as idades.
Vale muito a pena comprar ingresso com antecedência por esse site que a gente usa em todas as viagens — sai mais barato que na bilheteria, com cancelamento gratuito até 24h antes, e ainda dá pra parcelar.

Dica de ouro: sai cedo de BC e chega na abertura do parque. O Beto Carrero é gigante e, em dias cheios, o dia todo passa voando. Tentar fazer meio período é jogar dinheiro fora.
Erro comum: ir num feriado ou final de semana esperando filas curtas. Pra um bate e volta tranquilo, escolha uma terça ou quarta fora de feriado.
7. Brusque — compras no polo têxtil
Brusque fica a 40-45 km de BC, cerca de 45-60 minutos. É o destino certo pra quem quer fazer compras de roupa com preço competitivo — a cidade é um dos maiores polos têxteis do país, com centros de compras enormes e fábricas que vendem direto.
Além das compras, vale uma passada rápida pelo centro histórico: igreja matriz, praças e mirantes dão um respiro entre uma sacola e outra.
Faixa de gastos: bate e volta focado em compras (sem atrações pagas) costuma ficar em R$ 150-250 por pessoa, contando transporte, almoço e algumas compras básicas.
Erro comum: ir num domingo esperando comércio aberto. Muitos centros de compras funcionam com horário reduzido ou fecham aos domingos fora da alta temporada. Vai numa sexta ou sábado.
8. Blumenau — cultura alemã e cerveja artesanal
Blumenau fica a 59-70 km de BC, cerca de 1h-1h30 de carro. É a cidade de colonização alemã mais famosa do Brasil, com arquitetura enxaimel no centro histórico, especialmente na Rua XV de Novembro, museus ligados à imigração e uma cena cervejeira artesanal das mais fortes do país.
Em outubro acontece a Oktoberfest, um dos maiores eventos do gênero no mundo — chope, trajes típicos, shows e desfiles. Funciona como bate e volta, mas é importante sair muito cedo e planejar o retorno com motorista da vez se for consumir álcool.
Faixa de preços: refeição em restaurante típico alemão sai por R$ 70-150 por pessoa. Flights de degustação em cervejarias artesanais ficam em torno de R$ 30-60.
Dica insider: se você gosta de cerveja, foca em 2-3 cervejarias artesanais em vez de tentar ver tudo. A região tem dezenas e dá pra desperdiçar o dia só rodando.
9. Pomerode — a cidade mais alemã do Brasil
Pomerode fica a uns 90 km de BC, cerca de 1h30-2h de carro. É considerada a cidade que mais preserva a herança alemã no país: rota das casas enxaimel, confeitarias com cucas e tortas autorais, mercados típicos e festas temáticas o ano todo.
Muita gente combina Blumenau + Pomerode no mesmo dia, saindo bem cedo de BC. Funciona, mas fica um roteiro corrido — se puder, dedica um dia só pra Pomerode.
Faixa de preços: refeições típicas fartas ficam em torno de R$ 60-120 por pessoa.
Erro comum: subestimar o tempo nas estradas do Vale do Itajaí — tem curvas, paradas, eventuais obras. O bate e volta fica apertado se você tentar encaixar muitas paradas num único dia.
10. Nova Trento — Santuário de Santa Paulina
Nova Trento fica a 60-70 km de BC, cerca de 1h20. O grande atrativo é o Santuário de Santa Paulina, ponto de peregrinação religiosa cravado em meio a morros e vales lindos. Tem igreja, áreas verdes, trilhas leves e estrutura pra receber romeiros.
Além do santuário, a região tem vinícolas pequenas e propriedades que vendem produtos coloniais (queijos, embutidos, geleias) direto do produtor.
Combinação interessante: Nova Trento + Brusque ou Nova Trento + Blumenau num único dia. Os espaços religiosos costumam funcionar por doação, então o gasto principal fica em transporte, alimentação e compras de produtos coloniais.
Bônus: Florianópolis — capital da Ilha da Magia
Floripa fica a 80-85 km de BC, cerca de 1h15-1h30 em dias tranquilos. Como bate e volta, exige foco: dá pra escolher 1-2 praias do norte (Jurerê, Canasvieiras) ou da costa leste (Joaquina, Mole), ou se concentrar na Lagoa da Conceição e centro histórico. Tentar abraçar a ilha inteira num dia é frustração garantida.
Em alta temporada (principalmente janeiro), o tempo de viagem pode dobrar por causa dos congestionamentos na BR-101 e nas pontes de acesso à ilha. Se quiser bate e volta sem dor de cabeça, vai num dia de semana ou fora de janeiro/fevereiro.
Bônus: Curitiba — bate e volta esticado
Curitiba fica a 220 km de BC, cerca de 2h30-3h em condições normais. É outro estado, mas funciona como bate e volta pra quem topa acordar muito cedo: dá pra visitar o Jardim Botânico, Centro Histórico, Museu Oscar Niemeyer e os parques urbanos famosos.
Sinceramente, Curitiba rende muito mais como 2 dias e 1 noite. Se você curte cidade grande com arquitetura interessante, vale dormir uma noite e voltar com calma no dia seguinte.
Erros comuns que todo turista comete nesses bate e volta
- Subestimar o trânsito de verão: BR-101 e os acessos a Bombinhas, Itapema, Floripa e Penha podem dobrar o tempo de viagem em janeiro e feriados. Sai antes das 7h e volta depois das 19h.
- Querer abraçar tudo num dia: tentar Blumenau + Pomerode + Nova Trento no mesmo bate e volta deixa o roteiro corrido demais. Escolha 1 cidade principal por dia, com no máximo 1 parada extra.
- Chegar tarde em destinos concorridos: Bombinhas, Beto Carrero, Praia Brava e Mariscal lotam cedo. Quem chega meio-dia enfrenta falta de vaga, sol forte e filas.
- Ignorar taxas locais: Bombinhas cobra taxa de preservação ambiental, várias orlas têm estacionamento rotativo pago, e as estradas de serra têm limites de velocidade rigorosos. Multa é gasto extra que ninguém quer.
- Não conferir horário de funcionamento: parques, museus, teleféricos e até o comércio de Brusque podem ter horários reduzidos em baixa temporada ou aos domingos.
Seguro viagem (mesmo no Brasil vale a pena)
Pra viagem nacional muita gente acha que não precisa de seguro, mas a gente discorda — atendimento médico particular fora da sua cidade pode pesar no bolso, e cobertura pra extravio de bagagem, cancelamento de voo e assistência 24h faz toda a diferença em qualquer viagem.
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Onde ficamos em Balneário Camboriú (e 3 hotéis bons e baratos!)
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Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre bate e volta saindo de Balneário Camboriú
Qual a cidade mais perto de Balneário Camboriú pra fazer bate e volta?
Itajaí é a vizinha mais próxima, a uns 10-20 km, com cerca de 20-30 minutos de carro. As duas cidades dividem inclusive a Praia Brava/Praia dos Amores. Itapema vem logo em seguida, com 15-20 km e uns 20 minutos.
Vale a pena ir ao Beto Carrero World em bate e volta?
Sim, vale muito. Penha fica a 35-50 minutos de BC. O segredo é sair cedo, chegar na abertura do parque e ficar até o fechamento — o Beto Carrero é grande e meio período não rende. Pra evitar fila, comprar o ingresso online com antecedência é essencial.
Quanto custa um bate e volta saindo de Balneário Camboriú?
Um bate e volta econômico (praia, sem atrações pagas) sai por R$ 100-200 por pessoa, contando refeição e gasolina/transporte dividido. Com parque temático ou passeio de barco, pode chegar facilmente a R$ 250-450 por pessoa, dependendo dos ingressos.
Dá pra fazer bate e volta sem alugar carro?
Dá, mas com limitações. Existem ônibus intermunicipais e plataformas tipo BlaBlaCar com tarifas a partir de R$ 30-60 pra trechos como BC-Brusque, BC-Blumenau e BC-Floripa. Também tem agências locais que vendem excursões em van (R$ 100-300 por pessoa). Mas pra flexibilidade total e combinar mais de uma cidade no mesmo dia, carro é imbatível.
Qual a melhor época pra fazer bate e volta saindo de BC?
Pra praia, novembro a março é o ideal — mas dezembro a fevereiro tem trânsito pesado e preços altos. Pra cidades de serra/vale como Blumenau, Pomerode, Brusque e Nova Trento, o ano todo funciona, com eventos fortes em outubro (Oktoberfest de Blumenau). A época mais equilibrada é abril/maio ou setembro/outubro: cidade vazia, preços bons e tempo agradável.
Bombinhas cobra alguma taxa pra entrar?
Sim. Em alta temporada, Bombinhas cobra taxa de preservação ambiental pra veículos, paga por dia de permanência. Vale checar o valor atualizado no site oficial da prefeitura e pagar antecipado online pra evitar fila na entrada da cidade.
Dá pra fazer Florianópolis em bate e volta saindo de Balneário Camboriú?
Dá, mas exige foco. Floripa fica a 1h15-1h30 em dias tranquilos, mas em janeiro o tempo pode dobrar. Pra render, escolha 1-2 praias ou uma região específica (tipo Lagoa da Conceição + uma praia próxima) e esquece tentar conhecer a ilha inteira num dia só.
Curitiba vale a pena como bate e volta?
Honestamente, vale mais como 2 dias e 1 noite. São 2h30-3h só de ida, então fica corrido. Se você topa acordar muito cedo e voltar tarde, dá pra fazer focando em 2-3 pontos (Jardim Botânico, Museu Oscar Niemeyer e Centro Histórico), mas a cidade rende muito mais com pernoite.
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Balneário Camboriú é um daqueles destinos que rendem muito mais do que a praia em frente ao hotel. Com 1-2 horas de carro, você troca completamente de cenário — e o melhor é poder voltar todo dia pra mesma cama, sem perrengue de bagagem. Boa viagem!