
A Cidade do Panamá é um daqueles destinos que surpreendem o brasileiro: em poucos dias, dá pra ver o Canal do Panamá funcionando ao vivo, andar por um centro histórico colonial, jantar num rooftop com vista pro skyline moderno (parece um mini Miami), fazer compras em outlets e ainda pegar uma praia caribenha de água azulzinha em San Blas. Tudo num raio relativamente pequeno.
A gente já foi várias vezes — algumas como stopover de voo pros Estados Unidos, outras como viagem-fim mesmo — e o que mais impressiona é como a cidade entrega coisas tão diferentes em pouco tempo. Floresta tropical dentro da cidade, Pacífico de um lado, Caribe do outro, e uma das maiores obras de engenharia do mundo no quintal.
E não esquece: aqui no nosso guia completo da Cidade do Panamá a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Bora pras 16 melhores atrações da Cidade do Panamá:
Dicas pra aproveitar a Cidade do Panamá
A Cidade do Panamá é um dos principais hubs de conexão de voos pras Américas, principalmente pra quem vai aos Estados Unidos pela Copa Airlines. O legal é que o voo com conexão costuma sair mais barato — então dá pra economizar na passagem E ainda aproveitar um stopover de 1 a 3 dias pra conhecer a cidade.
Pra aproveitar bem, vai com disposição: café da manhã reforçado, garrafinha de água sempre na mochila, roupa leve, calçado confortável (o calçamento do Casco Viejo é irregular) e protetor solar reforçado. O calor é úmido e bate forte o ano todo.

A moeda oficial é o dólar americano (o balboa só circula em moedas, paridade 1:1), e o idioma é o espanhol — mas em áreas turísticas muita gente fala inglês básico. Brasileiros não precisam de visto pra turismo de até 90 dias, só o passaporte válido.
Outra coisa importante: a Cidade do Panamá é espalhada, e os principais pontos turísticos ficam distantes uns dos outros. O Uber funciona super bem por lá (corridas dentro da cidade saem por uns US$ 4 a 12) e costuma ser mais barato e seguro que táxi comum.
1. Casco Viejo — o coração turístico da cidade
O Casco Viejo (ou Casco Antiguo) é o centro histórico e o ponto onde TODO mundo precisa passar pelo menos uma vez. É a região mais charmosa da cidade, com ruas de paralelepípedo, casarões coloniais coloridos, igrejas, praças, rooftops badalados e os melhores restaurantes do Panamá.
Dá pra ver de tudo a pé: o Palácio de Las Garzas (sede da presidência), a Catedral, a Plaza Mayor, a Plaza de Francia, o Paseo Esteban Huertas (com vista linda da baía), as ruínas da Igreja de Santo Domingo, o Teatro Nacional e os museus do Canal e de História do Panamá.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que surpreendeu foi como o Casco se transforma ao longo do dia: de manhã é tranquilo pra fotos, no fim de tarde enche pra ver o pôr do sol nos rooftops, e à noite vira o point gastronômico e de balada. Dica que pouca gente fala: vai com tênis ou sapatilha, porque o calçamento é irregular e cansa rápido com salto ou rasteirinha lisa.
2. Tour pelo Canal do Panamá — eclusas de Miraflores e Cocolí
O Canal do Panamá é A atração número 1 da cidade — e merece ser. Ver um navio gigante subindo nas eclusas, com a água enchendo e a embarcação literalmente sendo elevada, é uma das experiências mais impressionantes de engenharia que dá pra ver no mundo.
Tem dois pontos principais pra visitar:
- Eclusas de Miraflores: as mais tradicionais, com centro de visitantes, mirantes em vários andares, museu interativo e filme explicativo (vale muito).
- Eclusas de Cocolí: parte da ampliação inaugurada em 2016, por onde passam os navios gigantes “Neo Panamax”. Menos turística e com vista mais ampla.

O centro de visitantes costuma abrir das 8h às 18h, e o ingresso pro mirante e museu gira em torno de US$ 15 a 25 por adulto. Dica de ouro: antes de ir, confere o horário de passagem dos navios. Se você cai num horário sem navio passando, perde metade da graça. A gente errou nessa numa visita e ficou só vendo as eclusas vazias.
Pra resolver isso, o melhor é contratar um tour com guia que já vai no horário estratégico. Existe esse site que a gente usa em todas as viagens pra fechar passeios e ingressos no mundo todo. Eles têm o tour do Canal com transporte e guia, e o preço costuma sair mais barato do que indo por conta. O pagamento é em reais (sem IOF), parcelado e com cancelamento gratuito até pertinho da data — muito útil quando a viagem ainda pode mudar.
Pra quem quer ir além, existem passeios de barco que cruzam parte ou todo o Canal — uma experiência incrível, com duração de meio dia ou dia inteiro, custando em torno de US$ 120 a 250.
3. Panamá Viejo — as ruínas da cidade antiga
Atenção pra não confundir: Casco Viejo é o centro histórico atual (vivo, com restaurantes e hotéis), e Panamá Viejo são as ruínas da PRIMEIRA Cidade do Panamá, fundada em 1519 e saqueada pelo pirata Henry Morgan em 1671.
Hoje é Patrimônio Mundial da UNESCO e dá pra caminhar pelo sítio histórico vendo a torre da antiga catedral, ruínas de igrejas, casas e praças coloniais. Tem um museu arqueológico bem feito que vale a visita. O ingresso fica em torno de US$ 10 a 15, e o local costuma abrir das 8h30 às 16h30.

Dica: combina Panamá Viejo com uma volta pelo bairro moderno de Costa del Este (fica ali do lado), pra ver o contraste impressionante entre os escombros da cidade colonial e os arranha-céus espelhados — é um símbolo do Panamá em uma única tarde.
4. Caminhar (ou pedalar) pela Cinta Costera
A Cinta Costera é uma avenida-parque de mais de 3 km à beira-mar, que liga a parte moderna da cidade até o Casco Viejo. Tem ciclovia, áreas de caminhada, espaços pra esporte, parquinhos e aquela placa enorme escrita “Panamá” que todo mundo tira foto.
É de graça, dá pra alugar bike ou patinete por ali, e o passeio rende uma vista linda do skyline de um lado e da baía do outro. Melhor horário: fim de tarde, pra pegar o sol baixando e a cidade começando a se acender.

A parte que contorna o Casco Viejo (chamada de Cinta Costera 3) é a mais bonita, com vista pros dois lados — moderno e histórico. Tem barraquinha de água de coco, sorvete e snacks ao longo do caminho.
5. Calçada de Amador — a passarela entre as ilhas
A Calzada de Amador é um aterro de uns 6 km que liga a cidade a quatro ilhotas na entrada do Canal do Panamá: Naos, Perico, Culebra e Flamenco. Tem marinas, ciclovia, restaurantes e uma vista incrível pro skyline e pra Ponte das Américas.
É um dos melhores lugares pra ver navios entrando e saindo do Canal — e o pôr do sol ali é dos mais bonitos da cidade. Dá pra ir de Uber (corrida de uns US$ 5 a 12 da área central) e alugar bike ou patinete pra fazer o trajeto, ou caminhar tranquilamente.

No fim da calçada, nas ilhas, tem bons restaurantes — o Bucanero’s é um clássico de frutos do mar que está ali há mais de 20 anos. Combo recomendado: pedalar a calçada no fim de tarde, parar no Biomuseu (próxima atração) e jantar nas ilhas com vista pro skyline iluminado.
6. Biomuseu — o ícone colorido de Frank Gehry
O Biomuseu fica na Calçada de Amador e foi projetado pelo arquiteto Frank Gehry (o mesmo do Guggenheim de Bilbao). É um prédio coloridão, todo “despedaçado”, super fotogênico e que dedica o conteúdo todo à biodiversidade do Panamá e à importância do istmo na história do planeta.

O ingresso pra estrangeiros gira em torno de US$ 15 a 20. Costuma funcionar de quinta a domingo, mas vale conferir os dias atualizados antes de ir. Dica: é o programa perfeito pra um dia parcialmente chuvoso (comum no Panamá entre maio e novembro), porque combina visita interna com a caminhada na Amador.
7. Parque Natural Metropolitano — floresta dentro da cidade
Esse é um dos diferenciais mais loucos da Cidade do Panamá: tem uma floresta tropical de verdade DENTRO da cidade. O Parque Natural Metropolitano é uma área de 232 hectares com trilhas de diferentes níveis, abrigando mais de 350 espécies de animais (preguiças, micos, tucanos, iguanas) e 284 espécies de plantas, com árvores que chegam a 40 metros.

De alguns mirantes dá pra ver o skyline moderno emoldurado pela mata — uma das fotos mais loucas que dá pra fazer no Panamá. As trilhas variam de 45 minutos a 2 horas. O parque costuma abrir das 6h às 16h, e o ingresso pra estrangeiros é uma faixa de US$ 5 a 10.
Dica que faz diferença: vai cedinho, logo que abre. Tá mais fresco, tem MUITO mais chance de ver bicho (preguiça é quase certo) e você ainda foge da chuva da tarde.
8. Ponte das Américas e Ponte Centenário
A Ponte das Américas marca o ponto onde a Rodovia Panamericana cruza o Canal, ligando geograficamente as Américas do Norte e do Sul. Por muitas décadas, foi a ÚNICA ligação rodoviária entre os dois continentes — coisa de Wikipédia mesmo.
Não é uma atração de “visitar por dentro”, mas o ângulo dela desde a Calçada de Amador rende fotos incríveis. Quem faz tour de barco pelo Canal passa por baixo dela — outro momento de “uau”. Mais pra cima fica a Ponte Centenário, mais moderna, que ajuda a desafogar o tráfego.
9. Compras nos shoppings e outlets — o paraíso brasileiro
Muita gente vem ao Panamá especificamente pra fazer compras, e a cidade tem mesmo um dos melhores polos comerciais da América Central. As marcas internacionais costumam sair mais baratas que no Brasil, e o pagamento é em dólar direto.

Os principais centros de compras são:
- Multiplaza Pacific: o mais sofisticado, com mais de 500 lojas, grifes como Gucci, Dolce Gabbana, Hermès, Calvin Klein, Adidas e Banana Republic.
- Albrook Mall: enorme, mais popular, com Tommy Hilfiger, Lacoste, Guess, Aéropostale, Victoria’s Secret e Mac.
- Westland Premium Outlets: a 40 minutos do aeroporto, com 171 lojas (Adidas, Calvin Klein, Crocs, Levi’s), estacionamento gratuito e praça de alimentação.
- Megapolis Outlet: na parte moderna, com Calvin Klein, Tommy Hilfiger, Kenneth Cole, Crocs e Nike.
Atenção pra essa armadilha: nem TUDO é pechincha. Eletrônicos e algumas marcas específicas valem muito a pena, mas tem categoria que está num preço parecido com o Brasil. Faz pesquisa de preço antes de ir e foca no que realmente compensa. E não exagera na bagagem — a Receita Federal libera US$ 1.000 por pessoa de cota.
Se a sua viagem foca em compras, vale dar uma olhada na nossa matéria de dicas de compras no Panamá, com tudo destrinchado.
Aluguel de carro (economize até 34%)
Pra rodar bem pela Cidade do Panamá e ainda fazer bate-voltas (Playa Bonita, Gamboa, Westland Outlet, Coronado), alugar carro vale muito a pena — a cidade é espalhada e o Uber acaba saindo caro se você for muito de um lado pro outro.
A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.
Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.
E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.
Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.
Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.
10. San Blas — o Caribe paradisíaco do Panamá
San Blas (ou Guna Yala) é o arquipélago caribenho mais incrível do Panamá: 365 ilhotas de areia branca, água azul-turquesa, palmeiras e estrutura praticamente zero — tipo aqueles cenários de protetor de tela que parecem fake. É administrado pela comunidade indígena Guna, e parte do charme é justamente a simplicidade preservada.

O arquipélago fica a uns 2h30 de carro 4×4 da Cidade do Panamá + barco até as ilhas. Dá pra fazer como bate-volta de um dia (saindo bem cedo, tipo 5h da manhã) ou — o que a gente recomenda fortemente — passar 1 ou 2 noites em uma das cabanas rústicas das ilhas. A experiência muda completamente.
Os passeios de dia inteiro saem em torno de US$ 120 a 180 por pessoa, incluindo transporte e taxas. Pernoites saem mais caros, mas pra quem tem 3+ dias na Cidade do Panamá, vale demais. Dá pra fechar tudo direitinho por esse site que a gente sempre usa, com cancelamento grátis até pertinho da data e pagamento em reais parcelado.
11. Ilha Taboga — bate-volta fácil de catamarã
Pra quem tem menos tempo e não quer encarar a logística de San Blas, Ilha Taboga é o bate-volta perfeito. Conhecida como “Ilha das Flores”, fica a uns 30-45 minutos de catamarã ou barco saindo da Calçada de Amador.
Tem praias tranquilas, um vilarejo charmoso com igreja colonial, trilhas leves e bons restaurantes. Os passeios de catamarã com almoço e bebida costumam ficar em torno de US$ 70 a 120 por pessoa. É uma experiência mais relax, perfeita pra meio dia ou um dia inteiro.
12. Rooftops e vida noturna no Casco Viejo
A noite do Casco Viejo é um capítulo à parte. Os rooftops são quase obrigatórios no roteiro — todos com vista panorâmica do skyline moderno do outro lado da baía. Os mais famosos são o Tántalo Rooftop Bar, o Casa Casco e o CasaCasco, mas tem muito mais.
Coquetéis ficam em torno de US$ 10 a 18, alguns rooftops cobram consumação mínima ou entrada de US$ 10 a 20 nas noites mais cheias. Dica de quem já errou: vai antes do pôr do sol pra pegar lugar bom. Os melhores rooftops enchem rápido em fins de semana — chegar 17h, pegar lugar com vista, é a melhor estratégia.

Pra quem quer balada de verdade, o La Tana é um clássico que une comida japonesa, drinks e os melhores DJs do Panamá. Vai noite alta — abre tarde e bomba depois da meia-noite.
13. Gastronomia local — fondas e restaurantes contemporâneos
A cena gastronômica do Panamá deu um salto enorme nos últimos anos. Hoje a cidade tem desde fondas (restaurantes simples de comida caseira) até restaurantes contemporâneos que disputam espaço com nomes da América Latina.
Nas fondas você come bem por US$ 5 a 10: arroz, feijão, frango, patacones (banana frita amassada) e peixes locais. Pra experiência mais elaborada, o Casco Viejo concentra os restaurantes de autor — destaque pra Fonda Lo Que Hay, queridinho de quem viaja pelo Panamá, com cozinha panamenha contemporânea. Refeições em restaurantes hypados ficam em torno de US$ 20 a 40 por pessoa sem bebida alcoólica.
Tem uma coisa que ninguém conta: nos fins de semana e alta temporada, os restaurantes badalados do Casco LOTAM. A gente errou nessa uma vez — chegou num sábado tipo 20h e ficou rodando 5 lugares sem conseguir mesa. Reserva com antecedência, principalmente Lo Que Hay, Donde José, Maito.
14. Bairros modernos e arranha-céus
A parte moderna da Cidade do Panamá (Punta Paitilla, Punta Pacífica, Costa del Este) lembra mesmo um “mini Dubai” ou “mini Miami” — arranha-céus espelhados, marinas, condomínios fechados, shoppings e restaurantes badalados.

O destaque arquitetônico é a F&F Tower (também conhecida como “Revolution Tower”), um prédio em forma de espiral que virou cartão postal. Vale caminhar pela orla, jantar num shopping ou num restaurante da Avenida Balboa e ver a cidade do outro ângulo.
Dica de hospedagem: ficar na área moderna (Marbella, Punta Pacífica) facilita acesso a shoppings, restaurantes e ao aeroporto. Ficar no Casco Viejo é mais charmoso, mais a pé. A gente costuma dividir: 1-2 noites em cada região se a viagem for mais longa.
15. Reserva Gamboa Rainforest e Parque Soberanía
A uns 40 minutos do centro fica a Reserva Gamboa Rainforest, dentro do Parque Nacional Soberanía. Floresta tropical pra valer, com macacos, iguanas, papagaios, tucanos, mirantes e a famosa Trilha Pipeline — feita pelo caminho do antigo oleoduto, construído em 1940.

Muita gente faz passeios de barco e caiaque pelas mesmas águas do Canal do Panamá ali — uma experiência diferente de ver o canal por dentro, do nível da água. O resort de Gamboa também oferece teleférico (aerial tram) sobre o dossel da floresta, com vista incrível.
16. Bate-voltas mais longos — Vulcão Barú, Bocas del Toro e Playa Bonita
Pra quem tem mais dias, dois bate-voltas (que pedem pernoite) valem o esforço:
- Vulcão Barú (Chiriquí): trilha desafiadora de cerca de 4 horas até o topo (3.475 m), de onde dá pra ver o Pacífico E o Atlântico no mesmo enquadramento. Coisa única no mundo.
- Bocas del Toro: arquipélago no Caribe panamenho, com Ilha Colón, Solarte, Carenero e Bastimentos. Praias de água cristalina, mergulho, surf e vida noturna animada. Bem mais infraestrutura que San Blas, mas mais longe da capital (precisa pegar voo ou estrada longa).

Mais perto, a uns 20 minutos da cidade, fica Playa Bonita: uma das praias mais acessíveis, fechada por um resort. O melhor jeito de aproveitar é comprar um Day Use no hotel — você usa a estrutura toda (piscina, restaurantes, guarda-sol) e ainda tem a praia.
Seguro viagem pro Panamá — não é opcional
Mesmo o Panamá não exigindo seguro viagem por lei (como a Europa exige no espaço Schengen), partir sem seguro é correr um risco financeiro absurdo. O atendimento médico particular no Panamá é caro — uma consulta simples sai por US$ 100 e uma emergência hospitalar pode passar facilmente de US$ 5.000.
A gente sempre fecha por esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras do mercado e mostra qual sai mais barato pelo que você precisa. O pagamento é em reais (sem IOF), parcelado, e o link já vem com 18% de desconto exclusivo Grupo Dicas aplicado automaticamente.
Chip de viagem e internet no Panamá
Pra usar o celular o tempo todo sem pagar roaming caro nem depender de Wi-Fi de hotel, vale comprar chip ou eSIM ainda no Brasil. A gente usa esse chip de viagem, que chega na sua casa antes da viagem (sem aquela correria de comprar lá fora sem falar espanhol), funciona assim que você liga o celular no Panamá, tem atendimento em português e custa bem menos que o roaming da operadora brasileira.
Cassinos e diversão noturna
Um diferencial do Panamá em relação ao Brasil é que jogos de azar são legalizados, então a cidade tem vários cassinos espalhados — a maioria dentro de hotéis grandes, como o Sortis Casino, StarBay Casino e os cassinos dos hotéis Hard Rock, Hilton e Westin.

Pra quem curte, é uma boa opção pra noite (e algumas casas têm shows também). Várias dão ficha grátis ou bebida cortesia pra quem se cadastra na entrada.
Erros comuns de turista brasileiro na Cidade do Panamá
Depois de várias idas, dá pra listar os erros que mais vemos brasileiros cometendo por lá — vai esses pra você não cair:
- Subestimar o Canal: achar que basta passar rapidinho pra dar uma olhada. Sem horário de navio passando + museu, a experiência fica pela metade.
- Confundir Casco Viejo com Panamá Viejo: são lugares diferentes. Um é o centro histórico vivo, o outro são ruínas do século XVI.
- Esperar “precinho de Miami” em tudo: nem toda categoria vale a pena. Foca em eletrônicos, perfumes, marcas premium específicas.
- Reservar 2 dias só pra shopping: num stopover de 2 dias, focar tudo em compras e perder Canal/Casco/Amador é desperdiçar a cidade.
- Não reservar restaurante e rooftop: os lugares badalados do Casco lotam em fim de semana.
- Ficar só em hotel perto do aeroporto: prático pra conexão, ruim pra aproveitar a cidade. Se for stopover de 2+ noites, hospede no Casco ou na área moderna.
Onde ficamos em Cidade do Panamá (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A região moderna da Cidade do Panamá é o ponto perfeito para se hospedar! Dividida entre Bella Vista e Marbella, as áreas fazem jus ao nome e exibem paisagens magníficas desse paraíso da América Central.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre o que fazer na Cidade do Panamá
Quantos dias são ideais pra conhecer a Cidade do Panamá?
Pra ver o essencial (Canal, Casco Viejo, Cinta Costera, Amador e Panamá Viejo), 2 a 3 dias dão conta. Se quiser incluir San Blas ou Taboga, melhor reservar 4 a 5 dias. Pra quem usa o Panamá como stopover de voo, até 2 dias já permite uma experiência bem decente.
Qual a melhor época pra visitar a Cidade do Panamá?
A estação seca, de meados de dezembro a abril, é a melhor pra passeios ao ar livre, Canal, Amador, Taboga e San Blas. A estação chuvosa (maio a novembro) tem chuvas fortes mas curtas, geralmente à tarde — ainda dá pra turistar normalmente, só ajustando o roteiro pra fazer programas externos pela manhã.
Precisa de visto pra ir ao Panamá?
Não. Brasileiros não precisam de visto pra turismo de até 90 dias. Exige passaporte válido (recomenda-se com pelo menos 6 meses de validade) e, em alguns casos, comprovação de saída do país e recursos suficientes pra estadia.
Qual moeda usar no Panamá?
A moeda oficial é o dólar americano (USD). O balboa, moeda local, circula apenas em moedas com paridade 1:1 com o dólar. Aceitam cartões internacionais na maioria dos lugares, mas vale levar algum dinheiro vivo pra fondas, táxis fora de Uber e gorjetas.
É seguro andar na Cidade do Panamá?
Sim, com os cuidados padrão de cidade grande. Casco Viejo e a parte moderna são bem policiadas e seguras pra turistar de dia e de noite. Evite bairros periféricos sem motivo e tome cuidado à noite em áreas mais afastadas, como a Avenida Central. Pra deslocamentos noturnos, prefira sempre Uber a táxi de rua.
Como ir do aeroporto de Tocumen pro centro da cidade?
O aeroporto Tocumen (PTY) fica a uns 25 km do centro. A forma mais prática é Uber, que sai em torno de US$ 20 a 35 dependendo do horário e do destino. Tem também serviço oficial de táxi do aeroporto, geralmente um pouco mais caro. Pra grupo grande, vale a pena reservar transfer privativo direto.
Vale a pena alugar carro na Cidade do Panamá?
Pra ficar só dentro da cidade, não vale tanto — o trânsito é pesado, estacionar nos shoppings é fácil mas no Casco é complicado, e Uber resolve barato. Mas se você pretende fazer bate-voltas (Gamboa, Westland Outlet, Playa Bonita, Coronado) ou rodar pelo interior do país, aí o aluguel vale muito a pena. Use esse comparador de carros e o cupom GRUPODICAS pra economizar.
Onde comprar ingressos pros passeios da Cidade do Panamá?
O melhor é comprar online antes da viagem, garantindo preço e disponibilidade. A gente usa esse site em todas as viagens — tem o Tour do Canal, San Blas, Taboga, city tours, free tours (sim, têm passeios gratuitos pelo Casco e pela cidade) e muito mais. Pagamento em reais parcelado e cancelamento grátis na maioria.
Economize ao máximo na sua viagem ao Panamá
- Guia completo: nosso guia completo da Cidade do Panamá, com tudo o que você precisa pra montar a viagem.
- Economizando: nossa matéria de como viajar barato pro Panamá, com todas as dicas pra apertar o orçamento.
- Ingressos: saiba onde comprar ingressos do Panamá da forma mais barata e segura.
- Carro: tudo sobre como alugar carro no Panamá pelo menor preço.
- Dólares: nossa matéria de como levar seu dinheiro pro Panamá, com os prós e contras de cada opção.
- Chip de celular: garante o melhor chip de viagem pro Panamá ainda no Brasil.
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- Transfer: como reservar transfer do aeroporto pro hotel pelo menor preço.
A Cidade do Panamá tem essa coisa rara de entregar muita coisa em pouco espaço: Canal, história colonial, skyline moderno, floresta, Pacífico e Caribe — tudo numa viagem só. Se for stopover, 2 dias já dão um gostinho. Se for viagem-fim, 4 a 5 dias permitem viver a cidade de verdade. Boa viagem!