Ponte da Capela, Lucerna, Suíça

Zurique é uma base sensacional pra explorar a Suíça inteira. Em menos de uma hora de trem você sai de uma das capitais financeiras do mundo e desembarca em cidade medieval, vila alpina, cataratas gigantes ou um lago com cara de Itália. A malha de trens da Suíça é tão pontual e frequente que a gente brinca que dá pra acertar o relógio pelo horário das partidas.

Nesta matéria a gente reuniu as melhores cidades perto de Zurique para visitar, com tempo de trem, o que fazer em cada uma, quanto tempo dedicar, melhor época e os erros que a gente já viu (e cometeu) por aqui. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Zurique a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Uma dica que vale ouro antes de começar: planeje as cidades que ficam mais longe (Interlaken, Zermatt, Grindelwald) com pernoite, e use Zurique de base só pros bate-voltas curtos. Sair às 6h da manhã, gastar 3h de trem pra cada lado e voltar morto não é viagem, é maratona.

Como funcionam os bate-voltas saindo de Zurique

O transporte rei aqui é o trem, operado pela SBB. Os trens são pontuais, frequentes (geralmente a cada 30 minutos ou 1 hora pros destinos principais) e começam a circular bem cedo, por volta das 5h-6h da manhã. Pra bate-voltas, o ideal é sair entre 7h e 9h pra render o dia inteiro.

Os preços não são baratos, é bom já avisar. Em 2ª classe, sem desconto, um trecho curto (Lucerna, Schaffhausen, St. Gallen) sai por volta de CHF 25-50, um médio (Berna, Interlaken, Lugano) por CHF 40-80 e um longo (Zermatt, Lauterbrunnen, Grindelwald) pode chegar a CHF 70-120. Por isso vale muito avaliar passes como o Swiss Travel Pass, o Saver Day Pass ou o Half Fare Card. Quem vai fazer vários deslocamentos quase sempre economiza com algum desses.

Pra quem quer fugir do planejamento, existem também excursões organizadas de 1 dia saindo de Zurique pra praticamente todos esses destinos (Interlaken, Lauterbrunnen, Grindelwald, Jungfraujoch, Berna, Cataratas do Reno, Stein am Rhein). Dá uma olhada nas opções de passeios e ingressos nesse site que a gente usa em todas as viagens — o pagamento é em reais, sem IOF, parcelado e com cancelamento gratuito em vários passeios. A gente usa direto e ajuda demais.

Berna, Suíça

Lucerna: o bate-volta mais clássico

Lucerna fica a uns 52 km de Zurique, e o trem leva apenas 50 a 60 minutos. É o bate-volta mais óbvio e talvez o mais bonito: cidade medieval preservadíssima, lago azul-turquesa e montanhas famosas pertinho. Quando a gente foi pela primeira vez, ficou impressionado como em menos de 1h de trem você sai do clima de cidade grande e cai num cartão-postal.

O que não pode faltar em Lucerna:

  • Kapellbrücke (Ponte da Capela) e Torre da Água: a ponte coberta de madeira mais famosa da Europa, com pinturas no teto.
  • Monumento do Leão (Löwendenkmal): escultura emocionante esculpida na rocha, em homenagem aos guardas suíços mortos na Revolução Francesa.
  • Muralha Musegg: muralha medieval com 9 torres, 4 abertas ao público, com vista linda da cidade.
  • Centro histórico: praças com fachadas pintadas e ruas charmosas pra perder o tempo.
  • Passeio de barco no Lago de Lucerna: incluído no Swiss Travel Pass.
  • Monte Pilatus ou Monte Rigi: dois cumes alcançáveis por teleférico ou trem de cremalheira, com vistas espetaculares.

Um dia rende bem pra fazer cidade + um dos montes (Pilatus ou Rigi). Um erro comum é tentar encaixar Pilatus, Rigi e centro histórico tudo num dia só — não vai sobrar tempo pra nada. Escolha um combo: cidade + um monte. Refeição simples sai por CHF 25-35; à beira do lago, CHF 40-60. Funciona o ano todo, mas no inverno é bom checar a operação dos teleféricos no site oficial.

Ponte da Capela, Lucerna, Suíça

Berna: a capital que ninguém imagina que é a capital

Curiosidade que sempre surpreende quem nunca veio: a capital da Suíça não é Zurique nem Genebra — é Berna. A cidade fica a cerca de 1h-1h15 de trem (120 km de Zurique) e o centro histórico é Patrimônio Mundial da UNESCO, com seis quilômetros de arcadas medievais e o rio Aare desenhando uma curva ao redor da cidade.

O que ver em Berna:

  • Zytglogge (Torre do Relógio): a torre tem um show de bonecos mecânicos a cada hora. Dá pra subir os 130 degraus e ver os picos do Bernese Oberland nos dias claros.
  • Catedral de Berna: a torre de igreja mais alta da Suíça. São 344 degraus até o topo, mas a vista compensa.
  • Fontes coloridas: leve uma garrafa pra encher, a água é potável e cada fonte conta um pedaço da história da cidade.
  • Parque dos Ursos (Bärenpark): clássico de Berna, já que o urso é o símbolo da cidade.
  • Rosengarten: mirante com aquela vista de cartão-postal sobre a cidade antiga e o rio.

Berna funciona bem em qualquer época, mas no verão tem uma tradição linda dos moradores se jogando no Aare pra boiar até voltar pro centro. No fim do ano, os mercados de Natal deixam a cidade ainda mais charmosa. É um ótimo respiro urbano entre dias de Alpes.

Old Town, Berna, Suíça

Interlaken: base perfeita pros Alpes (e não bate-volta)

Interlaken fica a uns 2h de trem de Zurique, encaixada entre os lagos Thun e Brienz (o nome vem daí: “entre lagos”). É a porta de entrada da região da Jungfrau, queridinha de quem busca aventura ou vistas alpinas.

Pode até dar pra fazer bate-volta, mas a gente recomenda fortemente dormir 2-3 noites em Interlaken. De lá você acessa Grindelwald, Lauterbrunnen, Mürren e o famoso Jungfraujoch (Top of Europe) com muito menos esforço. Fazer tudo isso saindo de Zurique no mesmo dia vira maratona de trem.

O que fazer em Interlaken e arredores:

  • Harder Kulm: mirante a 1,3 km de altitude, com vista dos dois lagos e do trio Jungfrau-Eiger-Mönch.
  • Passeio de barco nos lagos Thun e Brienz: a água azul-turquesa do Brienz é uma das mais lindas da Europa.
  • Avenida Höheweg: 1,5 km entre as duas estações, passando por parque, igreja e jardim japonês.
  • Esportes de aventura: parapente, canyoning, trilhas e tirolesa, principalmente na primavera e verão.
  • Excursões pra Jungfraujoch, Grindelwald, Lauterbrunnen e Mürren.

Refeição em Interlaken sai por volta de CHF 30-40 num restaurante casual. O erro clássico que a gente sempre vê é gente tentando “ver Jungfraujoch + Interlaken + Lauterbrunnen” saindo de Zurique no mesmo dia — o dia inteiro vira deslocamento. Faça com calma.

Interlaken, Suíça

Lauterbrunnen e Grindelwald: as vilas mais fotogênicas dos Alpes

Essas duas vilas alpinas estão entre os lugares mais desejados da Suíça e são acessíveis saindo de Zurique (ou melhor ainda, de Interlaken). De Zurique direto, são cerca de 2h30-3h de trem (com conexão em Interlaken).

Lauterbrunnen é um vale com 72 cachoeiras, escarpas verticais gigantes e cara de cenário de Senhor dos Anéis — não à toa, dizem que inspirou os cenários de Tolkien. De lá você sobe pra Mürren e Wengen, duas vilas que não têm carro e são puro encanto.

Grindelwald é o típico vilarejo alpino: chalés de madeira, vacas com sininho e o paredão do Eiger no fundo. De lá você acessa o First (telesférico com mirantes, tirolesa e o famoso Cliffwalk pendurado na montanha) e o belíssimo Lago Bachalpsee, alcançável por trilha.

A melhor época pra trilhas é do final da primavera ao início do outono — fora disso, parte das trilhas de alta altitude pode estar fechada. No inverno, viram destino de esqui, mas com dias curtos e frio intenso. A gente recomenda fortemente dormir pelo menos 1-2 noites em Lauterbrunnen, Grindelwald ou Interlaken — vai aproveitar muito mais.

Lago Bachalpsee, Grindelwald, Suíça

Zermatt: o Matterhorn de pertinho

Zermatt fica longe (cerca de 3h20-3h30 de trem de Zurique, com conexão em Visp), mas é destino de peregrinação pra quem quer ver o Matterhorn, aquela montanha pontuda que estampa o chocolate Toblerone. A vila é livre de carros — só circulam veículos elétricos e charretes — o que dá um clima único, principalmente no inverno.

O que fazer em Zermatt:

  • Passear pelo centrinho com chalés de madeira escura e vitrines de lojas de relógio.
  • Gornergrat: trem de cremalheira que sobe até 3.089 m, com uma das vistas mais espetaculares dos Alpes — Matterhorn e mais um monte de glaciares numa tacada só.
  • Matterhorn Glacier Paradise: o teleférico mais alto da Europa, leva a 3.883 m.
  • Esqui e snowboard: a temporada é longuíssima, com áreas glaciais que funcionam quase o ano todo.

Zermatt não é um bate-volta tranquilo de Zurique — vale muito mais pernoitar 1-2 noites. Os preços são mais altos que a média suíça (refeição comum sai por CHF 35-50 por pessoa, e olha lá). Mas a sensação de tomar um café da manhã olhando o Matterhorn na janela não tem preço.

Lugano: o pedacinho italiano da Suíça

Lugano fica a cerca de 2h-2h15 de trem de Zurique e é literalmente outro mundo. Aqui se fala italiano, o clima é mais quente, a vegetação tem palmeira e o lago tem cara de Lago di Como. Quem vem de Zurique acha que cruzou a fronteira.

O que fazer:

  • Orla do Lago Lugano: caminhar pela beira, ver os palacetes e tomar um espresso na praça.
  • Centro histórico: praças italianíssimas, cafés, gelaterias e arquitetura colorida.
  • Monte San Salvatore e Monte Brè: dois mirantes com funicular, vistas panorâmicas do lago e dos Alpes.

Combina muito bem com primavera e verão, quando o clima fica mais quente e gostoso. É ideal pra quem quer ver “o outro lado” da Suíça num único dia: idioma, comida e atmosfera mudam totalmente.

Gruyères: queijo, castelo e atmosfera medieval

Gruyères fica a 2h-2h30 de trem de Zurique e é um vilarejo medieval murado, daqueles de cinema. Sim, é o lugar onde nasce o queijo Gruyère (com sotaque). A gente brinca que aqui é o dia oficial dos gulosos: queijo de manhã, chocolate à tarde.

O que fazer:

  • Castelo de Gruyères: castelo do século XIII com vista pros Alpes.
  • Centro medieval: uma ruazinha só, com casinhas de pedra e restaurantes de fondue.
  • La Maison du Gruyère: fábrica de queijo aberta à visitação, com degustação.
  • Maison Cailler em Broc: fábrica de chocolate Cailler bem pertinho, dá pra combinar no mesmo dia.

É bate-volta possível, mas o dia fica longo — saia cedo de Zurique. Ideal pra viagens com foco gastronômico.

St. Gallen: a biblioteca mais bonita do mundo

St. Gallen fica a 1h20-1h30 de trem de Zurique. O motivo de vir aqui é a Abadia e Biblioteca de St. Gallen, Patrimônio Mundial da UNESCO. A biblioteca barroca é considerada uma das mais bonitas do mundo, com tetos pintados, estantes de madeira escura e manuscritos medievais. Quem ama leitura sai de queixo caído.

O que fazer:

  • Visitar a Abadia e a sala da biblioteca (sapatos com proteção pra não estragar o piso de madeira).
  • Centro histórico com varandas decoradas (Erker), cada uma com uma história.
  • Combinar com Appenzell, vila vizinha com casas pintadas à mão, em roteiros mais longos.

Em meio dia você dá conta tranquilo, é um bate-volta leve e culturalmente riquíssimo.

Schaffhausen e Cataratas do Reno

Esse é o bate-volta perfeito pra quem viaja com família ou quer fugir do roteiro só de montanha. Schaffhausen fica a 35-40 minutos de trem de Zurique, e bem ao lado estão as Cataratas do Reno (Rheinfall), as maiores cataratas da Europa em volume de água.

O que fazer:

  • Schaffhausen: cidade medieval com casas pintadas, torres e a Fortaleza de Munot lá em cima.
  • Rheinfall: dá pra ver as cataratas de várias plataformas, fazer passeio de barco até o rochedo central no meio das águas e subir até o castelo Laufen.

Em meio dia ou um dia inteiro, dependendo do ritmo, você faz com folga. Vale combinar com Stein am Rhein (uma vila pequenininha com fachadas pintadas, a uns 20 minutos dali) pra fechar o dia com chave de ouro.

Outras opções que valem citar

  • Stein am Rhein: vila medieval minúscula com casas pintadas à mão, cerca de 1h de trem.
  • Chur: a cidade mais antiga da Suíça, a 1h15 de trem. É o ponto de partida de trens panorâmicos lendários como o Bernina Express e o Glacier Express.
  • Lausanne: a uns 2h de trem, na beira do Lago de Genebra. Tem o Museu Olímpico (a sede do COI é ali) e uma orla maravilhosa.
  • Felsenegg: mirante pertinho de Zurique, com teleférico e restaurante panorâmico. Excelente pra quem tem pouco tempo e quer ver Alpes e lago sem viajar.
  • Monte Titlis: muito vendido em excursões de 1 dia, com teleférico rotativo e neve o ano todo.

Aluguel de carro: vale a pena?

Pra esses bate-voltas saindo de Zurique, sinceramente, o trem ganha do carro na maioria dos casos. Trens suíços são pontuais, frequentes, conectam estações no centro das cidades e te livram do estresse de procurar estacionamento (que é caro e raro nos centros históricos).

Mas se o seu plano é rodar por regiões mais remotas, como o vale do Lauterbrunnen, a região dos queijos perto de Gruyères ou uma road trip por vilarejos alpinos, o carro libera muito o roteiro.

Pra economizar de verdade no aluguel, a principal dica é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Hertz e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em francos suíços — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Aluguel de carro na Suíça

Andar de trem na Suíça

Trem é, de longe, o transporte ideal pra esses bate-voltas. Você pode pesquisar e comprar passagens (incluindo o Swiss Travel Pass e o Saver Day Pass) nesse pesquisador de trens da Europa, que é o maior do mundo. O sistema é fácil, seguro e mostra os melhores preços nas empresas certificadas da Suíça e do continente.

Dica de ouro: se você for fazer 3 ou mais bate-voltas longos saindo de Zurique, faça a conta com e sem Swiss Travel Pass. Quase sempre o passe sai mais em conta, e ele ainda inclui barcos nos lagos e entrada gratuita em mais de 500 museus.

Trem na Suíça

Erros comuns de turistas brasileiros (e como evitar)

A gente já viu muita gente sofrendo com esses erros — e cometeu alguns também, pra ser honesto:

  • Encaixar cidades demais em poucos dias: ninguém faz Lucerna + Pilatus + Interlaken + Lauterbrunnen em 2 dias saindo de Zurique sem virar zumbi. Escolha: 1 dia Lucerna, 1 dia Berna, 2-3 dias com base em Interlaken pra Grindelwald e Lauterbrunnen.
  • Subestimar a distância das montanhas: Zurique-Zermatt e Zurique-Lauterbrunnen levam 3h pra cada lado. Bate-volta confortável mesmo é Lucerna, Berna, Schaffhausen e St. Gallen. O resto: pernoite.
  • Ignorar o custo dos passeios de montanha: bilhetes pra Jungfraujoch, Titlis, Pilatus ou Gornergrat custam quase o preço de um trecho de avião. Priorize uma ou duas montanhas, não tente fazer todas.
  • Comprar bilhetes avulsos sem pensar em passes: o Swiss Travel Pass quase sempre compensa. Simule.
  • Levar mala grande no bate-volta: as estações têm guarda-volumes, mas é pouco prático. Vá só com mochila. E se for mudar de base, leve as malas direto pra cidade destino em vez de ficar indo e voltando.
  • Não considerar a sazonalidade: em abril e novembro, muitas trilhas e teleféricos de alta altitude estão fechados. Confira sempre no site oficial se a atração principal vai estar funcionando.

Curiosidades que valem saber

  • Em poucos dias saindo de Zurique você ouve alemão, francês e italiano, três dos quatro idiomas oficiais do país.
  • A capital da Suíça é Berna, não Zurique nem Genebra. Já vai sabendo.
  • Chur, a 1h15 de Zurique, é a cidade mais antiga da Suíça.
  • O trecho de trem entre Zurique e Chur passa pelo Lago de Zurique e pelo Walensee, e funciona como um mini passeio panorâmico mesmo em trens regulares.
  • Lauterbrunnen inspirou cenários de Tolkien em “O Senhor dos Anéis”.

Onde ficamos em Zurique (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões ideais para turistas em Zurique. A primeira é o centro histórico (Altstadt), perfeito para quem deseja ficar perto dos principais pontos turísticos, como a Bahnhofstrasse, a Igreja Grossmünster e o Lago de Zurique. A área conta com lojas de grife e restaurantes tradicionais. A outra opção é a região próxima à Estação Central de Zurique (Hauptbahnhof), que oferece fácil acesso ao transporte público e é cercada por hotéis, cafés e lojas com preços mais acessíveis do que no Altstadt.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

Perguntas frequentes sobre cidades perto de Zurique

Qual a cidade mais próxima de Zurique pra fazer bate-volta?

Schaffhausen e as Cataratas do Reno, a apenas 35-40 minutos de trem. Logo depois vem Lucerna, a 50-60 minutos, que é o bate-volta mais clássico e completo.

Quantos dias preciso pra explorar as cidades perto de Zurique?

Pra um aproveitamento bom, reserve pelo menos 5-7 dias. Use Zurique de base pra bate-voltas curtos (Lucerna, Berna, Schaffhausen, St. Gallen) e mude pra Interlaken por 2-3 noites pra explorar Grindelwald, Lauterbrunnen e Jungfraujoch sem maratona.

Dá pra fazer Interlaken como bate-volta saindo de Zurique?

Tecnicamente sim — são umas 2h de trem pra cada lado. Mas a gente não recomenda. Você desperdiça muitas horas no transporte e ainda quer encaixar Jungfraujoch ou alguma vila alpina. O ideal é pernoitar 2-3 noites em Interlaken.

Vale a pena comprar o Swiss Travel Pass pra fazer bate-voltas?

Na maioria dos casos, sim. Quem vai fazer 3 ou mais bate-voltas médios/longos costuma economizar bastante. Além disso, o passe inclui barcos nos lagos, ônibus urbanos em várias cidades e mais de 500 museus. Simule o roteiro com e sem passe antes de decidir.

É melhor alugar carro ou usar o trem pra essas viagens?

Pra esses bate-voltas saindo de Zurique, o trem geralmente ganha: é pontual, conecta os centros das cidades e te livra do estacionamento caro. Carro vale quando você vai pra regiões mais isoladas como o vale do Lauterbrunnen, vinícolas ou vilarejos pequenos.

Qual a melhor época pra fazer esses bate-voltas?

Depende do objetivo. Primavera (abril-junho) e outono (setembro-outubro) têm clima ameno, menos lotação e preços melhores. Verão (julho-agosto) é o melhor pra trilhas e lagos, mas tem mais turistas. Inverno é ideal pra Zermatt, Grindelwald e Jungfrau com neve e esqui.

É seguro viajar de trem na Suíça?

Sim, muito. A Suíça é um dos países mais seguros do mundo e os trens são impecáveis, pontuais e limpos. Só atenção redobrada com pertences em estações grandes como a de Zurique HB, onde sempre tem fluxo intenso.

Quanto custa, em média, um dia de bate-volta saindo de Zurique?

Sem passe, conte uns CHF 80-160 só de trem ida e volta pra destinos médios (Berna, Interlaken), mais alimentação (CHF 30-50) e algum passeio de montanha (CHF 50-200, dependendo). Por isso o Swiss Travel Pass faz tanta diferença.

Economize ao máximo na sua viagem para Zurique

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o seu orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para a Suíça, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para as atrações em Zurique, da forma mais barata e segura.
  • Carro: esse é um item que facilita muito a viagem por regiões mais remotas da Suíça. Se for alugar, leia como alugar um carro na Suíça pra pegar pelo menor preço possível.
  • Francos suíços: conheça a melhor forma de levar dinheiro para a Suíça, com os prós e contras de cada opção.
  • Celular: quer usar o celular sem dor de cabeça durante toda a viagem? Já garanta um chip europeu ainda no Brasil clicando aqui.
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Zurique pra saber a melhor região e economizar muito no hotel.
  • Seguro viagem: a Suíça faz parte do espaço Schengen, então o seguro é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros. Veja aqui como conseguir o melhor (e mais barato) seguro viagem.
  • Transfer: precisa de transfer do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.

Esperamos que esse guia te ajude a montar um roteiro realista e gostoso pelas melhores cidades perto de Zurique. A Suíça é um país pequeno em tamanho, mas gigante em variedade — em poucos dias você passa por cidade medieval, capital histórica, vilarejo alpino, lago italiano e cataratas. Boa viagem!