O que fazer em Honolulu: 12 melhores atrações

Se você tá planejando conhecer o Havaí, saber o que fazer em Honolulu é o primeiro passo pra montar um roteiro que vale cada dólar gasto. A cidade concentra o que a ilha de Oahu tem de melhor: praias icônicas, vulcões extintos com trilhas incríveis, história da Segunda Guerra e uma cultura polinésia que a gente só entende quando vive de perto.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como a ilha é diversa em pouco espaço — dá pra sair de manhã de uma trilha vulcânica, almoçar num shopping a céu aberto, mergulhar de tarde numa baía com tartarugas e terminar o dia num luau à beira-mar. Neste guia, a gente reuniu as 12 atrações que consideramos essenciais, com horário, faixa de preço, dicas insider e os erros clássicos que brasileiro comete por lá.

E não esquece: aqui no nosso guia completo de Honolulu a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

1. Relaxe na praia de Waikiki

A praia de Waikiki é o coração turístico de Honolulu. É uma faixa de areia estreita com águas calmas e cristalinas, cercada por hotéis, resorts, restaurantes e lojas de grife na Avenida Kalakaua. O acesso é gratuito e a praia fica aberta 24h, com chuveiros e área pública ao longo da orla.

Dá pra fazer de tudo por ali: relaxar, aprender a surfar (aulas em grupo pequeno costumam sair entre US$ 70 e US$ 120 por pessoa), alugar prancha (US$ 30–50 por dia), passeio de catamarã ou stand up paddle. À noite, a Kalakaua ferve com bares, restaurantes e shows de hula gratuitos em alguns hotéis.

Uma dica insider: pra ver o pôr do sol com a vista clássica do Diamond Head ao fundo, caminha até o trecho perto do Hilton Hawaiian Village ou do Fort DeRussy Beach Park. Melhor foto do dia, garantido.

Erros comuns: ficar só em Waikiki e não explorar o resto de Oahu (North Shore e leste da ilha são obrigatórios); e subestimar o sol havaiano, que é forte pra caramba. Leva protetor solar reef-safe (amigo dos corais) — é obrigatório em várias praias do Havaí e a fiscalização tem apertado nos últimos anos.

Praia de Waikiki

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Hotéis: Maior inventário + melhor preço + atencedência = 35%

Ingressos: Maior inventário + melhor preço + sem IOF e taxas = 16%

Seguro Viagem: Comparador + 16 empresas + cupom 18% = 42%

Chip: Melhor sinal + sem IOF e taxas = 12%

Carro: Comparador + 20 empresas + cupom 5% = 28%

2. Faça um tour pelos museus de Pearl Harbor

Em 7 de dezembro de 1941, Pearl Harbor foi o palco do ataque japonês que colocou os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Hoje, o complexo virou um dos centros históricos mais visitados do país, a cerca de 30 minutos de Waikiki, e reúne o USS Arizona Memorial, o Battleship Missouri, o Pacific Aviation Museum e o museu submarino USS Bowfin.

O USS Arizona Memorial é o mais emocionante: você chega de barco até o local onde o couraçado afundou com mais de mil marinheiros a bordo — e o navio ainda vaza óleo até hoje, o que os americanos chamam de “lágrimas do Arizona”. Já no Battleship Missouri foi assinada a rendição japonesa que encerrou a guerra. Junta os dois numa visita e a experiência fica completa.

Pra economizar tempo e não perder nada, a gente recomenda comprar esse tour completo por Pearl Harbor por esse site que a gente usa em todas as viagens. Ele inclui transporte saindo de Waikiki, ingressos e guia especializado — o pagamento é em reais, sem IOF, e dá pra parcelar.

Pearl Harbor

Se preferir comprar cada ingresso separado, também dá:

Dica importante: reserva com antecedência, principalmente em alta temporada. O USS Arizona tem número limitado de visitantes por dia e esgota fácil. Chega cedo e reserva pelo menos meio dia — dia inteiro se quiser ver tudo com calma. E se vista com respeito, não é passeio de chinelo e canga.

3. Explore o Diamond Head

O Diamond Head é aquele vulcão extinto que aparece em toda foto panorâmica de Waikiki. É uma cratera formada há mais de 100 mil anos e virou o cartão-postal absoluto de Honolulu. O nome veio de marinheiros britânicos do século XIX que acharam cristais de calcita na encosta e juraram ter descoberto diamantes — no fim, eram só cristais mesmo, mas o nome pegou.

A trilha até o topo tem cerca de 1,5 km de ida, com escadas, túneis e bunkers militares no caminho. Não é técnica, mas puxa um pouco — reserva umas 1h30 a 2h pra subir, curtir a vista e descer. Lá em cima, a vista de Waikiki e da costa sul de Oahu é surreal.

Diamond Head

O parque abre todos os dias, das 6h às 18h. A entrada custa em torno de US$ 5 por pessoa pra não residentes e o estacionamento sai US$ 10 por veículo. É obrigatório reservar a visita online pelo site oficial — e essa reserva vem sido cada vez mais controlada, então não deixa pra última hora.

Dica de quem já foi: vai bem cedo, entre 6h e 8h. A gente errou nessa da primeira vez e subiu por volta das 11h — calor infernal, quase sem sombra, mirante lotado. Na segunda vez, chegamos às 6h30 e foi outra viagem. Leva água, chapéu, tênis (nada de chinelo, tem escada) e protetor solar.

Se quiser combinar o Diamond Head com outras atrações da ilha num único dia, o tour completo por Oahu vale muito: passa pelo Diamond Head, Kualoa Regional Park, Polynesian Cultural Center e as praias do North Shore. É bem em conta e o transporte já tá incluído.

4. Visite o Iolani Palace

Construído pelo Rei Kalakaua em 1882, o Iolani Palace é o único palácio real dos Estados Unidos. Foi a residência oficial dos últimos monarcas havaianos e sede da vida política do reino até a derrubada da monarquia, em 1893. Uma curiosidade impressionante: o palácio tinha eletricidade antes mesmo da Casa Branca — mostra o quanto a monarquia havaiana era moderna e conectada com o mundo na época.

Hoje funciona como museu histórico, com visitas guiadas e autoguiadas. O ingresso adulto costuma custar entre US$ 25 e US$ 30, e as compras são só online. O palácio abre em dias úteis (confira horários atualizados no site oficial), e em alguns domingos por mês há tours especiais gratuitos.

Iolani Palace

O palácio fica no centro histórico de Honolulu, então aproveita pra combinar com uma caminhada pelo bairro de Chinatown, pela Aloha Tower e por outros prédios históricos ali perto. É um lado da cidade que a maioria dos turistas ignora ficando só em Waikiki — e olha, vale muito.

5. Visite a Aloha Tower

No porto de Honolulu está a Aloha Tower, marco histórico inaugurado em 1926 que funcionava como farol e ponto de boas-vindas pros navios que chegavam ao Havaí. Na época, era uma das construções mais altas de toda a ilha de Oahu.

Hoje a região foi revitalizada e virou o Aloha Tower Marketplace, com restaurantes, lojas e eventos culturais. A vizinhança abriga o Ka Moana Luau, um dos shows de hula mais populares da cidade. O acesso ao waterfront é gratuito, e a subida à torre, quando disponível, costuma ser de graça ou por uma taxa simbólica.

Aloha Tower Marketplace

É ótima opção pra fotos panorâmicas de Honolulu sem multidão, e combina bem com a visita ao Iolani Palace e Chinatown num mesmo dia de exploração do centro histórico.

6. Aventuras ao ar livre e tirolesa

O Havaí é feito pra quem gosta de natureza. Além do Diamond Head, dá pra encarar trilhas menos badaladas como a Lanikai Pillbox (com vista deslumbrante das ilhas Mokulua) e a Makiki Valley (mais tranquila e cheia de vegetação tropical).

E se quiser aumentar a adrenalina, em Kapolei tem esse circuito de tirolesa desafiador onde você voa a quase 300 metros de altura sobre paisagens de tirar o fôlego. Reserva antes que enche rápido, especialmente em alta temporada.

Tirolesa Kapolei

Pra qualquer atividade ao ar livre, leva bastante água, protetor solar reef-safe e chapéu. O clima muda rápido nas trilhas, então uma capa de chuva leve no mochila também salva.

7. Faça snorkel em Magic Island Lagoon (e em Hanauma Bay)

A Magic Island Lagoon fica ao lado da Ala Moana Beach e é ótima pra quem quer fazer snorkel numa área protegida, com água calma e boa visibilidade. Dá pra ver peixes coloridos, ouriços-do-mar, tartarugas e recifes de corais sem sair muito longe do centro. Bem tranquilo pra ir com crianças.

Se você quer o snorkel dos sonhos, a dica é ir à Hanauma Bay: uma cratera vulcânica antiga que se abriu pro mar, formando uma baía com biodiversidade absurda. O ingresso custa em torno de US$ 25, tem vídeo obrigatório sobre conservação antes de entrar e o número de visitantes é limitado por dia. A baía também fecha às segundas e terças pra recuperação ambiental — confere o calendário oficial antes.

Se quiser algo mais estruturado, com material e instrutor, dá pra contratar esse passeio de snorkel. Vem com equipamento e instruções básicas — perfeito pra quem nunca fez.

Snorkel em Magic Island Lagoon

Erros comuns: ir a Hanauma Bay sem reserva ou em dia de fechamento; e tocar em tartarugas ou corais — além de proibido, dá multa alta. Usa protetor solar reef-safe, sempre.

Onde ficamos em Honolulu (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Waikiki é a região favorita dos turistas em Honolulu! É o bairro mais badalado da cidade, que apresenta muitos centros comerciais, bares à beira-mar, atrações turísticas e a maior oferta de hotéis. O melhor de se hospedar por lá é que você acordará próximo à praia, que afinal, é o principal interesse da sua viagem.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Primeira dica pra economizar MUITO com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

Segunda dica, pra economizar AINDA MAIS: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira, especializada em hotéis, que possui o mesmo inventário: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista nesse destino, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte, inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp (selecione o departamento de “Hotéis”) ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

8. Aprenda surf e esportes aquáticos

Waikiki é considerada uma das melhores praias do mundo pra aprender a surfar. As ondas são consistentes e amigáveis pra iniciante, e ao redor da orla tem dezenas de escolas oferecendo aula em grupo ou particular. Fora surf, dá pra fazer stand up paddle, caiaque, bodyboard e passeio de catamarã.

Uma aula particular sai por volta de US$ 100–150 e em grupo pequeno de US$ 70–120. Costuma incluir prancha, rashguard e uma sessão de 1h30 a 2h. A gente recomenda ir de manhã, quando o mar tá mais calmo.

Stand up paddle em Waikiki

9. Visite o Bishop Museum

O Bishop Museum é o maior museu do Havaí e um dos mais importantes do Pacífico. Foi fundado em 1889 por Charles Reed Bishop pra abrigar a coleção da família real havaiana e, ao longo das décadas, virou referência mundial em cultura polinésia e história natural das ilhas do Pacífico.

O acervo é impressionante: artefatos reais, roupas de pena da realeza, vulcanologia, biodiversidade endêmica e exposições interativas. Ótimo pra quem viaja com criança e quer um programa educativo e divertido ao mesmo tempo. Abre diariamente das 9h às 17h, ingresso adulto sai em torno de US$ 34 e crianças e jovens em torno de US$ 26.

Bishop Museum

Reserva pelo menos meia manhã pra visitar com calma. Se der tempo, combina com uma refeição num restaurante local — a região tem opções de poke bowl (o prato havaiano de peixe cru em cubos) autênticas e bem em conta.

10. Conheça o Honolulu Museum of Art

Fundado em 1922, o Honolulu Museum of Art reúne mais de 50 mil peças artísticas de vários continentes, cobrindo mais de 5 mil anos de história — de arte asiática milenar a pintores europeus e modernos americanos. É um dos museus mais respeitados do Pacífico e uma ótima pedida em dia chuvoso ou pra dar uma pausa da praia.

Funciona de quarta a domingo em horários alternados: quarta, quinta e domingo das 10h às 18h; sextas e sábados das 10h às 21h. Ingresso adulto sai em torno de US$ 25 e menores de 18 anos não pagam. Vale reservar umas 2 a 3 horas pra visita.

Honolulu Museum of Art

11. Visite a cachoeira do Vale Manoa

Manoa Falls é uma trilha dentro de uma floresta tropical densa que leva a uma cachoeira de quase 50 metros. É o lado verde e úmido de Oahu, um contraste total com o lado praiano — e serviu de cenário pra filmes como “Jurassic Park” e séries como “Lost”. Quando você tá caminhando por lá, é impossível não sentir que tá dentro de um filme de aventura.

A trilha é curta (cerca de 2,5 km ida e volta), mas o terreno costuma estar úmido e escorregadio, principalmente após chuva. Vai de tênis, não de chinelo, e leva uma capa de chuva leve — chuvisco no Vale Manoa é quase regra. O estacionamento é pago (em torno de US$ 5–10) e a trilha em si é gratuita.

Se preferir ir com alguém que conheça a região, esse tour com guia dura umas 5h e inclui transporte e lanche. Ótima opção pra quem não quer se preocupar com logística.

Cachoeira do Vale Manoa

12. Faça compras no Ala Moana Center

O Ala Moana Center é um dos maiores shoppings a céu aberto do mundo e fica bem em frente ao Ala Moana Beach Park — uma praia bem mais tranquila que Waikiki. É uma combinação perfeita: manhã de compras, tarde de praia sem multidão. Marcas de tudo quanto é tipo por lá: Abercrombie, Apple, Balenciaga, Bloomingdale’s, Chanel, Coach, Dior, Gucci, Havaianas, Kate Spade — literalmente tem de tudo.

As lojas costumam abrir das 10h às 20h. E tem um detalhe insider: por volta das 13h rola show de hula gratuito no palco central. Muita gente passa direto por não saber.

Pra comer, o food court é dos melhores do Havaí: dá pra experimentar poke bowl de verdade, pratos japoneses, coreanos e fast food ao mesmo tempo. Refeição média sai entre US$ 15 e US$ 30 por pessoa.

Ala Moana Center

Erro clássico: ir ao Ala Moana só pra compras e não atravessar pro Ala Moana Beach Park. Perdeu metade da experiência. É praia calma, com sombra de árvores e boa pra piquenique com a família.

Bônus: luau havaiano, Kualoa Ranch e outras dicas

Um luau é uma das experiências mais marcantes que você faz no Havaí. É um jantar tradicional com dança hula, música polinésia e pratos típicos como o porco kalua, assado em forno subterrâneo. Preços em torno de US$ 120–200 por adulto, geralmente à noite (17h–18h), com duração de 3 a 4 horas.

O Kualoa Ranch tá fora de Honolulu “cidade”, mas é passeio obrigatório pra quem tá em Oahu. Foi cenário de “Jurassic Park”, “Lost”, “Godzilla” e outros blockbusters. Tem passeios de quadriciclo, cavalo, caminhão 4×4 e tour fotográfico, com pacotes a partir de uns US$ 80. Reserva com antecedência que lota.

Outras dicas rápidas: o Ho’omaluhia Botanical Garden é gratuito e tem cenário de cartão-postal com montanhas ao fundo (só que as regras de parada de carro na estrada interna ficaram mais rígidas — checa antes). A Leonard’s Bakery é famosa pelas malasadas, bolinhos fritos de origem portuguesa que viraram tradição havaiana. E o North Shore é obrigatório pra quem quer ver as ondas gigantes do inverno e a vibe mais rústica de Oahu.

Alugue um carro pra explorar Oahu (economize até 34%)

Honolulu tem transporte público (TheBus) que funciona bem pra Pearl Harbor, Ala Moana e trajetos dentro da cidade. Mas se você quer conhecer North Shore, Hanauma Bay, Kualoa Ranch, Ho’omaluhia Botanical Garden e as praias mais afastadas, alugar carro é praticamente obrigatório — táxi e Uber saem caros e o ônibus não chega em tudo.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Atenção: estacionamento em Waikiki é caro. Muitos hotéis cobram diária de estacionamento entre US$ 30 e US$ 50. Pesquisa antes de fechar hospedagem.

Economize nas excursões com o GoCity

Se você planeja fazer várias atrações e passeios, uma dica que salva o bolso é o GoCity Oahu. É um cartão que dá acesso a mais de 40 atrações e excursões da ilha — Battleship Missouri, praias secretas do Kualoa Ranch, show Ka Moana na Aloha Tower, cruzeiros de catamarã e muito mais.

O funcionamento é simples: você contrata a quantidade de dias que quer usar e pode utilizá-los ao longo de 14 dias, a partir do primeiro uso. Ou seja, comprando o GoCity por 4 dias, dá pra distribuir esses dias em duas semanas. Cada atração só pode ser visitada uma vez, mas num único dia você pode encaixar várias — a economia comparado a comprar cada ingresso separado é grande.

USS Missouri no Havaí

Melhor época pra visitar Honolulu

O clima do Havaí é tropical o ano inteiro, mas alguns períodos são melhores que outros pra viajar:

  • Alta temporada: junho a agosto e final de ano (dezembro–janeiro). Clima quente e seco, mas hospedagem cara e praias lotadas.
  • Melhor custo-benefício: abril–junho e setembro–novembro. Clima ótimo, menos multidão e preços melhores.
  • Inverno (dezembro–março): boa época pra ver as ondas gigantes do North Shore. Tem mais chuvas rápidas, mas nada que atrapalhe a viagem.

Uma dica de quem passou pelo jet lag: como o fuso horário do Havaí é bem diferente do Brasil (mais de 7h de diferença), nos primeiros dias você acorda cedíssimo. Aproveita esse horário pra fazer trilhas como o Diamond Head logo cedinho — economiza calor e evita multidão.

Com criança, ficar bem localizado faz toda a diferença: menos caminhada cansando os pequenos, mais tempo aproveitando o dia e hotel perto de praia, restaurante e transporte. Olha aqui a melhor região de Honolulu pra se hospedar:

Seguro viagem pra Honolulu: fundamental

Atendimento médico nos Estados Unidos é uma das coisas mais caras do mundo. Uma consulta simples pode passar de US$ 300, uma ida ao pronto-socorro fácil ultrapassa US$ 2.000. Fazer um seguro viagem antes de embarcar não é luxo — é proteção financeira básica pra sua viagem.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara as principais seguradoras do mercado, mostra as coberturas lado a lado e tem um desconto exclusivo de 18% pros leitores do Grupo Dicas já aplicado no link. Vale muito checar antes da viagem.

Chip de viagem pra usar o celular sem preocupação

Pra usar internet do celular em Honolulu sem pagar fortuna em roaming, o melhor é levar um chip de viagem já resolvido do Brasil. A gente sempre usa esse chip de viagem: você recebe em casa antes de viajar, ativa no aeroporto e sai usando 4G/5G sem susto de conta. Muito mais fácil e barato que roaming da operadora.

Perguntas frequentes sobre o que fazer em Honolulu

Quantos dias são ideais pra conhecer Honolulu?

O mínimo recomendado é 5 dias em Honolulu. Com esse tempo dá pra encaixar Waikiki, Diamond Head, Pearl Harbor, Hanauma Bay, um luau e uma escapada ao North Shore ou Kualoa Ranch. Se conseguir 7 dias, melhor ainda — sobra tempo pra praias mais afastadas e trilhas.

Precisa alugar carro em Honolulu?

Depende. Se você vai ficar só em Waikiki, dá pra usar TheBus e Uber. Mas se quer conhecer Hanauma Bay, North Shore, Kualoa Ranch, Ho’omaluhia e as praias mais afastadas, o carro faz muita diferença. A maioria dos brasileiros que a gente conhece acaba alugando pelo menos uns dias.

Qual a melhor época pra ir a Honolulu?

Abril a junho e setembro a novembro são as melhores janelas: clima ótimo, menos multidão e hospedagem mais barata. Verão americano (junho–agosto) e virada de ano são alta temporada, com preços muito mais altos.

É seguro andar em Honolulu?

Sim, Honolulu é uma cidade bem segura pra padrões americanos. Waikiki é iluminada e movimentada até tarde. Precauções normais de qualquer viagem internacional se aplicam: não deixar objetos à vista no carro alugado, cuidado com carteira em áreas cheias e evitar bairros afastados à noite.

Quanto custa uma viagem pra Honolulu?

É um destino caro: hospedagem em Waikiki fica facilmente entre US$ 200 e US$ 400 a diária em época boa; refeições em restaurante médio saem US$ 25–40 por pessoa; ingressos e passeios somam rápido. Reservar tudo com antecedência e usar cartões como GoCity ajuda a economizar bastante.

Preciso de visto pra ir a Honolulu?

Sim. Honolulu fica no estado do Havaí, então vale o mesmo regime de qualquer viagem aos Estados Unidos: brasileiros precisam do visto americano (B1/B2) pra turismo, além do ESTA se for entrar por escala em país com isenção. Planeja a solicitação com bastante antecedência.

Vale a pena fazer um luau em Honolulu?

Vale muito, principalmente se é sua primeira vez no Havaí. O luau reúne cultura polinésia, música, dança hula e jantar tradicional — é uma experiência marcante. Reserva com antecedência que os melhores esgotam com semanas de antecipação.

Economize ao máximo na sua viagem ao Havaí

  • Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria sobre como viajar barato ao Havaí, com todas as dicas pra economizar ao máximo, sem deixar de aproveitar!
  • Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos do Havaí da forma mais barata e segura — pros passeios, museus e combos.
  • Carro: se você tá pensando em alugar um, não deixe de ler como alugar um carro barato no Havaí. Dicas de como alugar pelo menor preço possível.
  • Dólares: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro pro Havaí, com prós e contras de cada opção.
  • Celular: quer usar o celular durante toda a viagem sem preocupação? Já garanta um chip do Havaí ainda no Brasil, clicando aqui. É mais fácil e barato!
  • Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar no Havaí, pra saber qual a melhor localização e como economizar no hotel.
  • Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor e mais barato seguro viagem.
  • Transfer: precisa de um, do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!

Honolulu tem essa mistura rara de praia, história, natureza selvagem e cultura polinésia que a gente não encontra em nenhum outro destino. Dá pra fazer uma viagem tranquila só de resort ou virar aventureiro atravessando trilhas, cachoeiras e vulcões — e o melhor é que dá pra combinar as duas coisas em pouquíssimos dias. Boa viagem e aloha!