
Se a sua próxima viagem é pra capital da França, prepara o coração: a gente reuniu aqui as 23 melhores coisas pra fazer em Paris, com dica prática, faixa de preço, horário e aquele detalhe que só quem já foi algumas vezes sabe. É guia pra usar de verdade, não só pra sonhar.
Paris é daquelas cidades que a gente visita e volta com vontade de morar. Tem a Torre Eiffel piscando à noite, o Louvre com fila que vira esquina, os cafés no Marais, os jardins pra sentar e ver a vida passar. E tem também as armadilhas de turista, os museus que fecham em dias inesperados e os golpes clássicos em Montmartre. A gente conta tudo aqui.
E não esquece: aqui no nosso guia completo de Paris a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
1) Torre Eiffel
Começar pela Torre Eiffel é quase uma lei da física. É o cartão-postal máximo, o símbolo que resume a cidade. Ela fica num jardim enorme onde parisiense faz piquenique, casal namora e a gente tira aquela foto clássica.

Ela abre todo dia, geralmente das 9h/9h30 até por volta de 23h/24h, com horário estendido no verão. O ingresso de elevador até o 2º andar costuma sair por €20 a €30, e até o topo por €30 a €40 por adulto.
A gente errou nessa da primeira vez: foi comprar na hora e ficou quase 2 horas na fila. Nunca mais. Comprar antecipado, com horário definido, é o caminho — a gente usa esse site aqui em todas as viagens porque paga em reais (sem IOF), parcela em até 12x e o cancelamento é gratuito na maioria dos passeios.
Dica insider: pra tirar a foto perfeita da torre, atravesse o Sena e vá pra Praça do Trocadéro. E o melhor horário pra subir é no fim de tarde, pegando o pôr do sol e a iluminação noturna. A cada início de hora, depois do anoitecer, ela pisca por cerca de 5 minutos — cena inesquecível.
2) Museu do Louvre
Maior museu de arte do mundo e o mais visitado do planeta. Tem mais de 380 mil obras no acervo, incluindo a famosa Mona Lisa. Impossível ver tudo — e tentar isso é o maior erro do turista brasileiro por aqui.

O Louvre fecha às terças (anota aí, muita gente perde a visita por isso). Nos outros dias abre por volta de 9h às 18h, com uma ou duas noites de abertura estendida até 21h em algumas épocas. O ingresso adulto sai em torno de €18 a €25.
Dica de quem já foi: reserve com horário marcado e entre pelo Carrousel du Louvre (é uma entrada menos concorrida que a da pirâmide). E foque em 2 ou 3 alas — as Antiguidades Egípcias e a Pintura Italiana são incríveis e ficam vazias enquanto todo mundo se aperta pra ver a Mona Lisa (que, spoiler, é bem pequena e fica atrás de um vidro grosso).
Pra ingressos do Louvre com entrada rápida, esse mesmo site que a gente usa tem opções ótimas em reais e parceladas.
3) Catedral de Notre-Dame
A joia gótica de Paris, símbolo espiritual da cidade e cenário de livros e filmes. Fica na Île de la Cité, no coração histórico.

Depois do incêndio de 2019, a catedral passou por uma longa restauração e voltou a abrir. Vale muito parar na praça em frente pra contemplar a fachada, os detalhes góticos e as gárgulas. Já ali na mesma ilha você emenda com a Sainte-Chapelle e a Conciergerie, que são o próximo item.
4) Sainte-Chapelle
Essa é a maior surpresa de quem visita Paris pela primeira vez. Uma capela gótica com vitrais coloridos do chão ao teto — quando o sol bate, a sala vira um caleidoscópio.
Costuma abrir todo dia, das 9h até 17h ou 19h, dependendo da estação. Ingresso adulto fica entre €10 e €20. Combine com a Conciergerie no mesmo complexo pra economizar.
Dica: vá em horário com boa luz natural (meio da manhã ou começo da tarde) pra aproveitar o efeito dos vitrais. A galera visita só Notre-Dame e ignora a Sainte-Chapelle, mas muita gente sai daqui achando que ela é ainda mais impressionante por dentro.
5) Arco do Triunfo e Champs-Élysées
Inaugurado em 1836 pra celebrar as vitórias militares de Napoleão, o Arco do Triunfo é ponto de partida e chegada de desfiles oficiais até hoje. E o topo tem uma das melhores vistas panorâmicas da cidade.

A subida ao topo funciona geralmente das 10h às 22h/23h e sai por cerca de €13 a €20 por adulto. Nossa dica é subir no fim da tarde, pegar o pôr do sol e ficar até acender as luzes da Avenida Champs-Élysées e da Torre Eiffel. A cena vale cada centavo.
Depois, desce a Champs-Élysées a pé, com suas lojas e cafés clássicos. É a caminhada mais parisiense que existe.
6) Montmartre e Basílica de Sacré-Cœur
O bairro boêmio mais famoso do mundo. Ruazinhas, escadarias, artistas de rua, cafés e a Basílica de Sacré-Cœur lá no alto, com uma das vistas mais lindas de Paris.

A basílica abre todo dia, das 6h às 22h/23h, e a entrada é gratuita. A subida à cúpula sai por €8 a €12 e vale muito. Não perca a Place du Tertre, praça cheia de retratistas e artistas de rua que fica pertinho.
Alerta importante: nas escadarias que sobem pra Sacré-Cœur rola um golpe clássico. Uns caras abordam turista e tentam amarrar uma pulseirinha no braço dizendo que é presente. Depois cobram caro e às vezes usam pressão física. Diga um "não" firme, não deixe encostarem em você e siga andando. É o golpe mais comum de Paris.
Se cansar de subir escada, tem funicular. Montmartre já foi reduto de Picasso, Van Gogh e Toulouse-Lautrec — o clima de vilarejo ainda continua.
7) Cruzeiro pelo Rio Sena
Um dos passeios mais gostosos de fazer em Paris, principalmente à noite, com os monumentos iluminados. Passa por baixo de pontes históricas como a Pont des Arts (aquela dos antigos cadeados do amor) e mostra Paris de um ângulo que só se vê da água.

Passeio simples (sem refeição) sai por volta de €15 a €25. Jantar a bordo fica entre €60 e €120, dependendo do menu. A gente já reservou pelo esse comparador de passeios e saiu bem em conta, em reais e parcelado.
Dica de quem passou frio: mesmo no verão, à noite venta e esfria no Sena. Leva casaco.
8) Museu d’Orsay
Instalado numa antiga estação ferroviária às margens do Sena, o Musée d’Orsay é o templo do impressionismo. Se você curte Monet, Renoir, Van Gogh, Degas, Manet ou Toulouse-Lautrec, prepare-se pra passar horas ali.

Abre em geral das 9h30 às 18h, com uma noite estendida (costuma ser quinta) e fecha na segunda. Ingresso adulto fica entre €16 e €20. Combine com uma caminhada pelas Tuileries logo depois.
9) Museu da Orangerie
Bem menorzinho, mas com uma das experiências mais únicas de Paris: as salas ovais com as gigantes Ninféias de Monet, projetadas pelo próprio pintor pra criar uma imersão total.
Costuma abrir das 9h às 18h, fechado na terça. Ingresso adulto: €12 a €16. Fica ali no Jardim das Tuileries, dá pra emendar num dia só com o d’Orsay se você é fã de impressionismo.
10) Centro Pompidou
Aquele museu que parece estar "de dentro pra fora", com tubos coloridos por toda a fachada. Abriga o Museu Nacional de Arte Moderna, com um dos acervos mais importantes de arte moderna e contemporânea do mundo.

Abre em torno de 11h às 21h, fecha na terça. Ingresso adulto: €14 a €20. O terraço tem uma vista bem legal da cidade — sobe mesmo que você não seja fã de arte moderna.
11) Opéra Garnier
A ópera histórica de Paris, com escadaria monumental, teto pintado por Chagall e interior de tirar o fôlego. Inspirou o livro "O Fantasma da Ópera" — dá pra sentir a atmosfera assim que entra.
Visitas guiadas acontecem em torno de 10h às 17h, conforme a programação de espetáculos. Tour guiado sai por €15 a €25. Se der pra assistir a um espetáculo, melhor ainda.
12) Palácio de Versalhes
Fica a cerca de 22 km de Paris, chegada em 30 a 40 minutos de trem. É símbolo máximo do esplendor do Antigo Regime francês, residência real por séculos e cenário de tratados históricos.

O palácio abre em torno de 9h às 18h e os jardins têm horário mais amplo (bem maior no verão). Ingresso pra palácio + jardins fica entre €20 e €30. Em dias especiais rola o "Grandes Águas" (fontes musicais nos jardins), que vale muito a pena.
Reserve pelo menos meio dia, de preferência um dia inteiro. Os cômodos imperdíveis são o Apartamento do Rei e a Galeria dos Espelhos. Não perca o parque, que tem 800 hectares — dá pra alugar um carrinho de golfe ou pegar o trenzinho comunitário pra atravessar. Calçado confortável é obrigatório.
13) Disneyland Paris
A filial europeia da Disney, a uns 40 minutos do centro de Paris pelo RER A. São dois parques (Disneyland e Walt Disney Studios) lado a lado.

Parques abrem por volta de 9h30 às 20h/22h, variando por temporada. Ingresso de 1 dia / 1 parque sai por €80 a €120; combos com 2 parques ou multi-dia podem passar de €120 a €200.
Erro clássico: tentar fazer Paris e Disneyland no mesmo dia. Não dá — separe um dia inteiro (ou dois, se quiser fazer os dois parques com calma). Pra quem viaja com criança, vale considerar dormir na região pra aproveitar sem correria.
14) Moulin Rouge
O cabaré mais famoso de Paris, com a fachada iluminada em vermelho e o show de cancã que atravessa gerações. Fica em Pigalle, pertinho de Montmartre.
Os shows são à noite, geralmente em dois horários (por volta de 19h e 21h/22h). O show simples sai por €90 a €130 e com jantar sobe pra €150 a €220 ou mais. Reserve com bastante antecedência — fim de semana e alta temporada esgotam fácil.
15) Catacumbas de Paris
Se você curte o lado sombrio e alternativo, aqui é o lugar. Um labirinto de túneis subterrâneos com ossadas de milhões de parisienses. Experiência forte, não é pra qualquer um.
Abre em torno de 10h às 19h e é obrigatório reservar horário. Ingresso adulto fica entre €25 e €35, especialmente com áudio-guia e acesso prioritário. Não é indicado pra quem tem claustrofobia. E leva casaco: lá embaixo é sempre frio.
16) Le Marais
Um dos bairros mais charmosos de Paris. Ruas estreitas, lojas independentes, galerias de arte, cafés, muitas boutiques e uma vida cultural vibrante. Tradicionalmente bairro judaico e hoje um dos principais polos LGBTQ+ da cidade.
Aqui você não precisa de roteiro rígido — o legal é se perder. Se quiser um pit stop cultural, o Museu Carnavalet (história de Paris) e o Museu Picasso ficam no bairro e são ótimos.
17) Quartier Latin
Bairro histórico dos estudantes e intelectuais, cheio de livrarias, cafés, confeitarias e restaurantes do mundo todo. É onde ficam a Sorbonne e o Panteão.

É o lugar perfeito pra caminhar sem hora e comer bem. Preços mais amigáveis do que em bairros mais chiques, e clima jovem, animado, com muita gente estudando e trabalhando em café.
18) Jardins de Luxemburgo
O parque mais amado dos parisienses. Cadeiras verdes espalhadas, pessoas lendo, crianças brincando, casais namorando. Um retrato do cotidiano parisiense.

Abre todo dia, das 7h/8h até o começo da noite, com horário variando por estação. Acesso gratuito. Tem playground e passeios de pônei — bom pra família com criança. E o Palácio de Luxemburgo, mesmo visto só por fora, já vale a caminhada.
Onde ficamos em Paris (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para os turistas se hospedarem em Paris é o 1° arrondissement, mesma área em que está localizado o Museu do Louvre. Uma região bem bonita, cheia de hotéis, restaurantes e com preços mais baixos do que em outros bairros.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Primeira dica pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
Segunda dica, pra economizar ainda mais: esses sites são ótimos, mas o pagamento é na moeda local, então você paga IOF, taxas cambiais e não pode parcelar — e faz tudo por conta própria. Existe uma agência brasileira especializada em Europa que vende esses mesmos hotéis: mesma hospedagem, muitas vezes com preço melhor, pagando em reais (sem IOF nem taxas cambiais) e parcelando em até 12x. Ainda tem atendimento por WhatsApp com uma consultora especialista em Paris, que ajuda a escolher o melhor hotel, na melhor localização, pelo menor preço, com todo o suporte inclusive pós-compra. Dá pra começar o orçamento pelo WhatsApp ou pelo site. Temos reservado sempre por lá, e além de economizar, a experiência tem sido ótima!
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
19) Jardim das Tuileries
Jardim clássico e simétrico entre o Louvre e a Place de la Concorde. Conecta praticamente todos os pontos importantes do eixo turístico: Louvre, Rue de Rivoli, Concorde e Champs-Élysées.
Abre do início da manhã até começo da noite, acesso gratuito. Perfeito pra atravessar a pé emendando visitas ao Louvre, d’Orsay e Orangerie, tudo pertinho.
20) Place de la Concorde
A maior praça de Paris e um dos pontos históricos mais marcantes. Tem o obelisco egípcio no centro, fontes lindas e uma perspectiva impressionante que vai do Louvre ao Arco do Triunfo.
Foi ali que ficava a guilhotina na Revolução Francesa — Luís XVI e Maria Antonieta foram executados nesse mesmo chão. Vale parar, olhar em volta e imaginar.
21) Galeries Lafayette e compras em Paris
Compras em Paris merecem um capítulo à parte. O ícone máximo é a Galeries Lafayette, loja de departamentos com cúpula de vidro histórica que é atração por si só, mesmo pra quem não vai comprar nada.

Lojas costumam abrir das 10h às 20h, alguns dias vão até mais tarde. O terraço e a passarela de vidro têm acesso gratuito (com cadastro rápido) e a vista lá de cima é uma das mais bacanas do centro. Tem tudo: de Dior, Chanel e Prada a marcas mais acessíveis tipo Zara e H&M.
Outra opção grande é o Les Quatre Temps, no distrito financeiro de La Défense, um dos maiores shoppings da Europa. E pra compras mais chiques ao ar livre, a Avenida Montaigne concentra as grifes de luxo (Fendi, Armani, Gucci) e a Champs-Élysées tem de tudo.

- Se você curte fazer compras, deu uma olhadinha na nossa matéria completa de dicas de compras em Paris?
22) Mercado de pulgas de Saint-Ouen
Um dos maiores mercados de pulgas do mundo. Antiquários, peças vintage, roupas garimpadas, móveis, discos, tudo. Fica ao norte de Paris e funciona basicamente aos fins de semana.
Reserve umas 3 ou 4 horas e vá sem pressa. É o tipo de passeio que vale mais pela experiência do que pelas compras — dá pra passar horas garimpando e não gastar nada.
23) Experiências imersivas e restaurantes de Paris
Além dos clássicos, Paris tem investido em experiências imersivas incríveis, como o Atelier des Lumières, com exposições digitais em telas gigantes que tomam as paredes inteiras. Ingressos em torno de €15 a €25. Tem também opções mais leves, tipo Museu da Ilusão e Museu Grévin (de cera), ótimos pra ir com criança.
E na hora do jantar, dá pra caprichar: o Georges Restaurant, no topo do Centro Pompidou, tem uma das vistas mais lindas da cidade. O L’Ambroisie, na Place des Vosges, é uma referência de alta gastronomia — três estrelas Michelin e experiência inesquecível.

Pra sair à noite, a Showcase (embaixo da Ponte Alexandre III) e a Le Dandy, com clima retrô de cabaré, são as mais badaladas. Pra bar tranquilo, o Le Point Ephémère e o barco-bar Le Batofar, ancorado no Sena, são clássicos.

Melhor época pra visitar Paris
Cada estação em Paris tem sua magia — e seus prós e contras:
- Primavera (abril a junho): clima ameno, flores nos jardins, dias longos. Demanda alta, mas ainda manejável. A melhor época na nossa opinião.
- Verão (julho e agosto): dias muito longos (o sol se põe quase às 22h), eventos por toda parte, mas cidade lotada e preços altos. Muitos parisienses viajam nas férias.
- Outono (setembro e outubro): temperaturas gostosas, folhas douradas, menos gente. Época linda pra fotografia.
- Inverno (novembro a fevereiro): menos turistas, preços mais baixos, mercados de Natal encantadores. Em compensação, faz frio, dias curtos e chove muito.
Dicas essenciais de transporte em Paris
Paris é uma das cidades mais walkáveis do mundo, mas o metrô é ótimo pra economizar tempo. Alguns pontos:
- Metrô e RER: rede densa que cobre tudo, incluindo aeroportos e Disneyland. O RER A leva pra Disneyland; o RER B, pro aeroporto Charles de Gaulle.
- Passes de transporte: se você vai usar transporte várias vezes por dia, os passes diários ou de 2/3/5 dias saem muito mais em conta do que ticket avulso.
- Do aeroporto ao hotel: Charles de Gaulle e Orly têm conexão de trem, mas com mala pesada e depois de um voo longo, o transfer privado costuma valer muito a pena. A gente sempre reserva pelo esse site aqui: paga em reais, motorista te espera com plaquinha na saída do desembarque, sem risco de golpe de táxi.
Erros comuns de turista brasileiro em Paris
A gente já cometeu vários — e viu muita gente cometer também. Anota aí:
- Comprar ingresso de última hora: Torre Eiffel, Louvre, Versalhes e Disneyland têm filas absurdas na hora. Comprar antecipado economiza tempo e dinheiro.
- Colocar dois museus grandes no mesmo dia: Louvre + d’Orsay no mesmo dia é receita pra sair exausto e sem aproveitar nenhum.
- Não checar os dias de fechamento: Louvre fecha na terça, d’Orsay e Orangerie fecham na segunda. Chegar num dia fechado é frustrante demais.
- Ignorar os golpes: pulseirinha em Montmartre, "abaixo-assinado" falso perto das principais atrações, gente pedindo dinheiro em nome de instituições fantasmas. Não engaje.
- Não levar casaco pra passeio noturno no Sena: mesmo no verão esfria.
- Tentar "fazer Paris em 2 dias": dá até pra fazer, mas você sai da viagem com a sensação de que não viu nada. O ideal são pelo menos 4 a 5 dias inteiros.
Onde comer em Paris
Paris tem gastronomia pra tudo que é bolso. Do croissant de padaria de bairro (€2) ao Michelin de €300. Nossa recomendação: alterne. Um dia num bistrô tradicional com steak frites e vinho da casa, outro num restaurante de alta gastronomia, outro comendo baguete + queijo + vinho no Jardim de Luxemburgo. Essa é a experiência parisiense de verdade.
Aluguel de carro em Paris (e quando NÃO alugar)
Regra de ouro: dentro de Paris, não alugue carro. A cidade é walkável, o metrô cobre tudo, o estacionamento é caro e o trânsito, um caos. Você vai gastar dinheiro e ganhar dor de cabeça.
Agora, se o plano é sair de Paris pra rodar por outras regiões da França — Normandia, Vale do Loire, Provence, Bordeaux, Alsácia — aí sim, carro é praticamente obrigatório. Nesse caso, dá uma olhada na nossa matéria completa de como alugar um carro em Paris.
Seguro viagem pra Paris (obrigatório)
Pra entrar na França (e em qualquer país do espaço Schengen), o seguro viagem é obrigatório por lei, com cobertura mínima de 30 mil euros. Sem ele, você pode até ser barrado na imigração.
A gente sempre usa esse comparador de seguros, que junta os melhores planos do mercado num só lugar, mostra os preços em reais e ainda tem 18% de desconto exclusivo pra quem vem pelo Grupo Dicas. Costuma sair bem mais em conta do que comprar direto na seguradora. Dá pra parcelar em até 12x sem juros.
Chip de celular pra Paris
Ficar sem internet em Paris é sofrimento: você precisa pra Uber, mapa, tradução, reserva, tudo. Roaming da operadora brasileira custa uma fortuna, então a solução é chip internacional.
A gente usa esse chip de viagem em todas as viagens — chega em casa antes de embarcar, já vem configurado, é só trocar no celular na hora que pousar em Paris. Tem plano com 5G, ligações e pacotes bem melhores do que o roaming da operadora. Não tem erro.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Paris
Quantos dias são ideais pra conhecer Paris?
O mínimo confortável é 4 dias, pra cobrir os clássicos (Torre Eiffel, Louvre, Notre-Dame, Montmartre, Versalhes) sem correria. Se der pra ficar 5 a 7 dias, melhor ainda — dá pra encaixar Disneyland, museus menores e bairros como Le Marais com calma.
Vale a pena subir ao topo da Torre Eiffel?
Vale, se você tiver ingresso comprado com antecedência e for no fim de tarde. A vista lá em cima é incrível, principalmente pegando o pôr do sol. Se estiver com o tempo apertado, uma boa alternativa é subir só ao 2º andar (mais barato) ou apreciar a torre do Trocadéro.
Preciso saber francês pra viajar pra Paris?
Não é obrigatório, mas ajuda muito. Nas áreas turísticas quase todo mundo fala inglês, mas os parisienses valorizam quando você tenta "bonjour", "merci" e "s’il vous plaît". Muda o tratamento na hora.
Qual a melhor região pra se hospedar em Paris?
O 1º arrondissement (Louvre/Châtelet) é a região mais central e prática, com hotéis, restaurantes e metrô a cada esquina. Le Marais, Saint-Germain e área da Torre Eiffel também são ótimas opções. O importante é ficar perto de uma estação de metrô.
Museu do Louvre ou Museu d’Orsay: qual escolher?
Se for pra escolher um só, depende do gosto. O Louvre é imponente, gigantesco, tem obras antigas e a Mona Lisa. O d’Orsay é menor, mais concentrado e é o paraíso do impressionismo (Monet, Van Gogh, Renoir). Se você tem 2 dias diferentes, faça os dois — mas nunca no mesmo dia.
Como ir de Paris pra Disneyland?
De trem RER A, direto de várias estações do centro. A viagem leva uns 40 minutos até a estação Marne-la-Vallée–Chessy, que é praticamente na porta dos parques. Compre o bilhete estendido (zonas 1-5) pra cobrir todo o percurso.
É seguro andar em Paris?
Paris é uma cidade grande, com os mesmos cuidados de qualquer capital. O crime violento é raro, mas batedores de carteira e golpistas são comuns em pontos turísticos (Torre Eiffel, Montmartre, metrô, Louvre). Segure bem a mochila e a bolsa, nunca deixe celular ou câmera na mesa do café e desconfie de abordagens de estranhos.
Vale a pena visitar Versalhes?
Muito. É o palácio mais impressionante da Europa e os jardins são espetaculares. Reserve um dia inteiro, vá cedo pra evitar a multidão e leve calçado confortável — dá pra andar quilômetros dentro do parque.
Economize ao máximo na sua viagem a Paris
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Dá uma olhada na nossa matéria de como viajar barato pra Paris, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar os ingressos pros passeios de Paris do jeito mais barato e seguro.
- Carro: se você vai sair de Paris pra rodar pela França, leia como alugar um carro em Paris pagando o menor preço possível.
- Euros: descubra a melhor forma de levar o seu dinheiro pra Paris — tem uma opção que é muito mais barata que as tradicionais.
- Celular: quer usar o celular na viagem inteira sem preocupação? Já garanta o chip europeu ainda no Brasil, clicando aqui.
- Hospedagem: confira a nossa matéria de onde ficar hospedado em Paris pra saber a melhor localização e como economizar bastante no hotel.
- Seguro viagem: atendimento médico na Europa é caríssimo (e o seguro é obrigatório). Veja aqui como conseguir o melhor e mais barato.
- Transfer: precisa ir do aeroporto ao hotel sem stress? Saiba aqui como reservar pelo menor preço.
Paris é daquelas viagens que a gente faz uma vez e sonha em repetir pelo resto da vida. Cada esquina tem uma história, cada café tem um croissant que vale a pena, cada museu tem uma surpresa. Se você planejar bem — comprando ingressos antecipados, escolhendo bem a hospedagem, evitando os erros clássicos de turista — a viagem vira aquilo que a gente conta pros amigos por anos. Boa viagem!
